Admira, Regozija-se, Apoia, Prega, Estimula. Mas não é. & Ludibriando os católicos & CRISTÃOS PERSEGUIDOS PELA NOVA ORDEM MUNDIAL

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Admira, regozija-se, apoia, prega, estimula. Mas não é.

Admira comunistas. Regojiza-se com comunistas. Apoia comunistas. Estimula trabalho de entidades comunistas. Mas afirma não ser comunista. Ok, o mundo todo acreditará piamente!
Para certos postos, já dizia o velho adágio: “Não basta ser honesto, é preciso parecer honesto”.
João Pedro Stedile encontra Papa Francisco - o líder do MST foi convidado para fazer o discurso de encerramento de encontro de "Movimentos Populares" no Vaticano.
João Pedro Stedile encontra Papa Francisco – o líder do MST foi convidado para fazer o discurso de encerramento de encontro de “Movimentos Populares” no Vaticano.
De duas, uma:
1) Ou todas essas organizações são verdadeiras promotoras dos valores do Evangelho e se associam aos princípios de Nosso Senhor — o que justificaria o espaço e os louvores dados a elas pelo Sumo Pontífice. Para isso, ter-se-ia que provar que não só as “belíssimas” intenções dos membros dos grupos, mas suas obras, estão em conformidade com o que Cristo ensinou.
2) Ou, não sendo o caso, admirar, apoiar, estimular, etc, é buscar um amálgama impossível, pois que auto-excludentes entre si, entre a revolução pregada por tais entidades e a doutrina social da Igreja, pretendendo difundir amor de Cristo aos pobres quando, na verdade, conscientemente ou não, difunde-se o mau e velho comunismo amplamente condenado pelo Magistério da Igreja.
Tertium non datur.
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“Continuem com a vossa luta, caros irmãos e irmãs, faz bem a todos nós” — Papa Francisco.
O bem, por João Pedro Stedile – do artigo “As mentiras paraguaias das elites brasileiras”, sobre o impeachment do ex-bispo e ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo, Folha de São Paulo, 17 de julho de 2012
“Se a sociedade paraguaia estivesse dividida e armada, certamente os defensores do presidente Lugo não aceitariam pacificamente o golpe”.
Pois, assim a Cartilha do MST descreve o pensamento dele, que é um de seus dirigentes:
“Os dirigentes possuem um sonho revolucionário que é construir sobre os escombros do capitalismo uma sociedade socialista. Muitas vezes as aspirações dos dirigentes não são as mesmas da massa. Nesse caso é preciso desenvolver um trabalho ideológico para fazer com que as aspirações da massa adquiram caráter político e revolucionário”.
* * *
Comentário do leitor Alcleir:
Ao longo de dois mil anos tudo que a Igreja fez foi dar de comer a quem tem fome, vestir quem está nu e instruir os ignorantes. Os primeiros hospitais e sanatórios do mundo foram criados pela Igreja. As primeiras universidades do mundo foram criadas pela Igreja. De dentro do povo católico nasceram as SANTAS CASAS DE MISERICÓRDIA. A Igreja forjou a santidade de homens e mulheres extraordinários como São Francisco de Assis, São Vicente de Paula, São Martinho de Tours, São Bernardo de Claraval. Santos que renunciaram ao mundo para abraçar a causa de Cristo e o serviço aos pobres e doentes. Com o regime de suserania e vassalagem a Igreja amparou e protegeu o camponês que deixou de ser um mero escravo do senhor de terras para ser um servo da gleba que, embora preso a um pacto de vassalagem, era livre para ter seus bens e seus animais.
Em todos estes tempos a Igreja nunca pregou o conceito de “luta” como método para fazer “justiça social”.
Pelo contrário.
Pregou a OBEDIÊNCIA e SUBMISSÃO dos trabalhadores para com seus patrões;
A CARIDADE dos homens de negócio para com os desempregados;
A GRATIDÃO dos pobres para com seus benfeitores;
A PACIÊNCIA dos doentes diante das enfermidades;
A Igreja não prega a luta nem busca terra, teto e trabalho. Quem busca isto é Karl Marx.
A Igreja busca o Reino de Deus e Sua Justiça. Importa buscar antes a Justiça de Deus, pois com ela tudo o mais será dado por acréscimo (Mateus 6,33).“Tirai-lhe o talento e dai ao que tem dez, pois aquele que tem em abundância lhe será dado mais ainda, mas ao que não tem, lhe será tirado até aquilo que julga ter. Quanto a este servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes. “(Mateus 25,28-30)Santidade, Jesus nunca foi marxista… nem a Igreja.
Extraído de: http://fratresinunum.com/2014/10/29/admira-regozija-se-apoia-prega-estimula-mas-nao-e/

Papa: “Chamam-me de comunista, mas é Jesus que ama os pobres”.

Por Gian Guido Vecchi – Corriere della Sera | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com:  “Vamos repetir juntos do fundo do coração: nenhuma família sem-teto! Nenhum camponês sem-terra! Nenhum trabalhador sem direitos! Nenhuma pessoa sem a dignidade que dá o trabalho”. Na antiga sala do Sínodo está falando Francisco, “continuem com a vossa luta, caros irmãos e irmãs, faz bem a todos nós”, e a cena é sem precedentes.
Cento e cinquenta pessoas de oitenta países representando os “movimentos populares” do mundo inteiro, aqueles do Fórum Social, chegaram ao Vaticano para uma conferência sobre “Terra, teto e trabalho, as últimas chagas do planeta.
“Terra, teto e trabalho. É estranho, mas se eu falo disso, o Papa é um comunista”, sorri Francisco. “Não se compreende que o amor pelos pobres é o centro do Evangelho. Terra, casa e trabalho, aquilo para o qual vocês lutam, são direitos sagrados. Exigir tais coisas, de fato, não é algo estranho, é a doutrina social da Igreja”.
Muitos movimentos nasceram na América Latina, Bergoglio os conhece bem e seu discurso em espanhol parece ser o traço de uma encíclica social: “Vocês vieram trazer à presença de Deus, da Igreja e dos povos, uma realidade muitas vezes relegada ao silêncio: os pobres não apenas sofrem injustiça, mas também lutam contra ela”.
Desde seus tempos como cardeal em Buenos Aires, ele costumava ir ao encontro dos catadores de lixo vestidos de trapos, que à noite vasculhavam os depósitos de lixo, conversava com eles oferecendo-lhes seu chá de erva mate, os ajudava. O seu advogado na época, Juan Grabois, é um dos organizadores do encontro. Na platéia, como líder histórico dos “cocaleros”, senta-se o presidente boliviano, Evo Morales, que o Papa recebe durante a noite. Estão lá os “sem-terra” brasileiros [representados pelo sr. João Pedro Stédile, cujo "bem" que fazem ao povo brasileiro deve ser a luta armada, com inúmeras mortes no campo brasileiro, o vilipêndio da propriedade privada..., enfim, o crime!], os “indignados” da Espanha. Da Itália veio também a rede “Genuíno Clandestino ” e Leoncavallo, histórico centro social de Milão que elogia o Papa por ter “trazido o cristianismo de volta às suas origens.”
No geral, “aqui estão catadores de lixo, recicladores, vendedores ambulantes, alfaiates, artesãos, pescadores, camponeses, trabalhadores da construção, mineiros, trabalhadores, membros de cooperativas de todos os tipos e pessoas que realizam trabalhos mais comuns ” define o Papa: “Hoje eu quero unir a minha voz à deles e acompanhá-los em sua luta”. Enfrentar o escândalo da pobreza “não é uma ideologia”, diz Francisco, tem tudo a ver com a “solidariedade” que “em sentido profundo” significa “fazer história” e “lutar contra as causas estruturais da desigualdade”, fazer frente  “aos efeitos destrutivos do império do dinheiro”. Os pobres “não esperam de braços cruzados a ajuda de ONGs ou planos assistenciais”, articula: “Ponham os pés na lama e as mãos na carne. Tenham cheiro de bairro, de povo, de luta”.  Assim o Papa dispara sobre as falhas de “um sistema econômico centrado no deus do dinheiro”, da “grilagem”, da “pilhagem da natureza”, o “crime” da fome, da miséria daqueles que estão nas ruas e são chamados de “sem-teto”, o “excedente” da mão de obra. “Em geral, por trás de um eufemismo tem um delito”.
Francisco rejeita as “estratégias” para “cativar” os pobres e o assistencialismo. Os Movimentos “expressam a necessidade urgente de revitalizar as nossas democracias. É necessário que hajam “novas formas de participação” [no Brasil, ao menos o Congresso vetou tais iniciativas "novas" que, sob roupagem democrática, são, na realidade, totalitárias], de construir “com coragem, mas também inteligência, tenacidade, mas sem fanatismo, paixão, mas sem violência”.  A todos o Papa então presenteia com rosários feitos por artesãos e catadores de lixo. A indiferença: “O mundo se esqueceu de Deus Pai, tornou-se órfão porque O jogaram para um canto. Mas existem os movimentos populares, o “mundo melhor” esperado pelos pobres e pelos jóvens: “Que o vento se transforme em um furacão de esperança. Este é o meu desejo. “
Extraído de: http://fratresinunum.com/2014/10/30/cardeal-burke-eu-nao-disse-que-o-papa-esta-prejudicando-a-igreja-mas-sim-a-falta-de-clareza/
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Biografia de Santo Ignácio de Loyola (SILO) & trecho do livro - A Sociedade de Jesus e a Traição da Igreja Católica Romana - autor: MALACHI MARTIN - Capítulo 8- A COMPANHIA DE IGNATIUS
Pecado e Lúcifer tinham violado aquela ordem das coisas criadas. A grande empresa de Cristo era restaurar aquela ordem. O Termo Companhia, que indubitavelmente teve um uso militar por trás dele, não obstante, queria em sua mente sublinhar o fato de que ele e seus associados eram mais companheiros em tal empresa enorme; e que através de sua subordinação, eles estavam diretamente ligados a Cristo. Uma vez que os vínculos subordinados eram rompidos – ou dentro da Sociedade ou entre a Sociedade e o representante de Cristo, o Pontífice Romano – a verdadeira natureza da Sociedade de Jesus seria mudada.
Leia na íntegra aqui: http://www.portaldosanjos.net/2014/07/biografia-de-santo-ignacio-de-loyola.html
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 Jesuítas no mundo...Servindo a quem? Jesuítas! As verdadeiras intenções...

Qual o papel deles junto a sociedade? Observamos espalhadas pelo mundo, centenas de seitas pregando... controle social, mental, comportamental generalizado, através da montagem de uma teia de medo, acrescida prática do confisco de bens... é a Inquisição Moderna que atrai com um magnetismo extraordinário, com todo o seu aparato repressivo e a sua ambição omni-controladora. 
Leia na íntegra aqui: http://jornalcelestial.portaldosanjos.net/2014/07/jesuitas-no-mundoservindo-quem.html
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TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO - OLAVO DE CARVALHO

http://youtu.be/GkxNIBVuyCw
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Ludibriando os católicos
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 18 de outubro de 2010 
Ao ver que ia perdendo o apoio da Igreja à sua protegida Dilma Roussef, cujo abortismo radical e persistente nem os desmentidos de última hora, nem as abjetas e blasfematórias encenações de fé católica da candidata puderam camuflar, o sr. Presidente da República, em desespero, decidiu recorrer ao crime eleitoral explícito: usando o Estado como instrumento de chantagem, ameaçou romper a concordata do governo brasileiro com o Vaticano caso o eleitorado católico se recuse a continuar sendo otário do PT, como o foi servilmente durante tantas décadas por obra e graça de comunistas vestidos de bispos.
O próprio Lula, algum tempo atrás, reconheceu que devia sua carreira política ao eleitorado católico, que aqueles bispos e a mídia cúmplice haviam logrado enganar cinicamente, encobrindo o programa comunista e abortista do PT com a imagem beatificada e perfumada de "Lulinha Paz e Amor".
O fim da farsa, embora tardio e parcial, não só privou Dilma Roussef da anunciada vitória no primeiro turno, mas serviu para desmascarar a autoridade religiosa postiça de tantos sacerdotes e prelados que só entraram na carreira eclesiástica para aí realizar o programa estratégico de Antonio Gramsci: esvaziar a Igreja de todo o seu conteúdo espiritual e usá-la como dócil instrumento da política comunista. A Teologia da Libertação é o braço mais ativo desse programa e, como ninguém ignora, o catolicismo de Lula – e do PT em geral – é o da Teologia da Libertação. Não o de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Não deixa de ser útil lembrar que a Igreja, desde sua fundação, teve de lutar menos contra os seus inimigos ostensivos do que contra os seus falsificadores. Tal é, aliás, a definição de "heresia", palavra que hoje tantos usam sem conhecer-lhe o significado: não qualquer doutrina anticatólica, ou não católica, e sim a falsa doutrina católica oferecida indevidamente em nome da Igreja. Lembrem-se disso quando algum professorzinho aparecer alardeando que a Igreja "perseguia doutrinas adversas". Heresia não é divergência de idéias, é crime de fraude. Da Antigüidade até hoje, gnósticos, arianistas e tutti quanti jamais hesitaram em fingir-se de católicos para vender, sob roupagem inocente, as idéias mais opostas e hostis aos ensinamentos de Cristo. Com freqüência, obtiveram nesse empreendimento sucessos espetaculares, embora passageiros. Ainda no século XIX praticamente todos os seminários da França e da Alemanha ensinavam, com o nome de teologia católica, uma pasta confusa de idéias cartesianas, iluministas e românticas, na qual os jovens aprendizes, iludidos pelos prestígios intelectuais do dia, não enxergavam nada de maligno. Foi só a decisiva intervenção do Papa Leão XIII que acabou com a palhaçada, mediante a bula "Aeterni Patris" (1879), que restaurou o ensino da teologia católica tradicional. Se quiserem uma boa resenha desses fatos, leiam a obra em quatro volumes de Etienne Couvert, "De la Gnose à l'Ecumenisme" (Éditions de Chiré, 1989).
No século XX, à medida que o movimento neotomista inaugurado por Leão XIII reconquistava o prestígio intelectual da Igreja, os eternos falsários abdicaram temporariamente da propaganda aberta e voltaram-se, em massa, para a estratégia da infiltração discreta, praticada em escala industrial a partir da década de 30 graças à iniciativa da KGB (leiam o depoimento de Bella Dodd em "School of Darkness": há cópias circulando pela internet). Foi só em 1963, no Concílio Vaticano II, que, sentindo-se protegidos pela atmosfera de mudança, voltaram a vender impunemente, ao público geral, seus simulacros de cristianismo.
A fundação do PT e toda a sua carreira de crimes inigualáveis não foram senão a extensão remota desses fatos a um país periférico. O PT sempre foi a encarnação viva de um catolicismo de fancaria, concebido para ludibriar os fiéis e induzi-los a trabalhar pelo avanço do comunismo.
Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, ela falsifica e inverte a hierarquia. Está na hora de os fiéis, em massa, tomarem consciência disso.

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Lula fala sobre Lech Walesa, Igreja Católica, CNBB e socialismo.

Publicado em 26/09/2014
0:11 - Lech Walesa (Foi ex-Presidente da Polônia e do sindicato Solidariedade, que derrotou o comunismo na Polônia com ajuda do Papa)
Lula e Walesa em Roma em 1980 em busca de recursos
http://youtu.be/An02gzZcj84
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1989:O repórter Bial diz a ele que temos um sindicalista que é candidato à presidência da República, e se ele teria algum conselho a dar ao sindicalista.
“Ele deve se conduzir como eu, aproveitar as chances e permanecer fiel a suas origens”, disse. 
"Eu sabia, eu previ que Lula seria presidente. Eu o conheço, nós já conversamos, mas sempre caminhamos em direções contrárias", afirma agora Lech Walesa.
Os dois ex-operários Walesa e Lula sempre tiveram uma relação de rivalidade. Na entrevista, o polonês afirma que o presidente Lula quer implantar o socialismo no Brasil e faz uma comparação engenhosa para ilustrar o antagonismo entre os dois:
"Fazer o comunismo a partir do capitalismo é muito simples - é como fazer sopa de peixe de um aquário: basta aquecer a água, não precisa nem temperar, porque as plantas já estão lá dentro".
E, bem a seu estilo, Walesa arremata com o elogio a si mesmo:
"Fazer o contrário, o capitalismo a partir do comunismo, é como fazer um aquário. Isso é complicado! E nós já conseguimos, já temos uns peixinhos nadando por aí. Vai fazer um aquário de uma sopa de peixe!", diz.
Indisfarçavelmente prosa por sua metáfora, Walesa arremata enquanto tira o microfone:
"Se encontrarem com o Lula, mandem lembranças".
O presidente Lula não quis comentar as declarações de Lech Walesa.
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"Vou implantar o Socialismo no Brasil", diz Lula à Walesa

28.04.2005
Dezesseis anos depois...
Na quarta reportagem da série que comemora os 40 anos da TV Globo, o repórter Pedro Bial reencontra Lech Walesa na cidade polonesa de Gdansk.
Dezesseis anos atrás, em 1989, o ex-metalúrgico Lech Walesa se preparava para assumir o poder na Polônia como o primeiro presidente eleito desde os anos 30. Naquele ano, o então líder do Sindicato Solidariedade deu uma entrevista ao repórter Pedro Bial.
1989: Se hoje Lech Walesa é o maior líder popular da história da Polônia, essa liderança nasceu do jeito simples e gozador com que ele se expressa. Foi graças a essa irreverência que ele decidiu dar uma entrevista à Rede Globo no meio do comício que faz a cada domingo depois da missa na Igreja de Santa Brigida.

2005: Dezesseis anos depois, a Igreja de Santa Brígida voltou a ser apenas uma igreja. Aos domingos, a missa. Não há comício depois da cerimônia. E a democracia expôs o anti-semitismo do pároco local, que foi afastado de suas funções e está sendo processado respondendo acusações por abuso sexual de menores.

Em 1989, Pedro Bial perguntou: Quem foi mais importante na história da solidariedade? O Papa ou Gorbachev?
Walesa respondeu com uma pergunta. Quem é o maior? O grande mestre do xadrez ou o campeão de boxe? Ambos são campeões, mas em categorias diferentes.
Com 16 anos de distância daquele palanque, hoje Lech Walesa faz uma reflexão mais franca e profunda.
"Evidentemente, mais de 50% do crédito pela derrubada do comunismo são do Papa João Paulo II. Ele deu coragem a pequenas estruturas sindicais clandestinas, como o Solidariedade. No início, eu só tinha dez pessoas comigo, mas isto foi o bastante para arrastar as massas. Gorbachev nunca teria existido sem este processo. Quando Gorbachev chegou ao poder, tudo já começara a desmoronar. Ele foi escolhido por ser um bom negociador, culto, afável, sedutor; disposto a reformar o comunismo. Mas nós, da oposição, sabíamos que o comunismo era irreformável, que tentar reformar o sistema significava destruir o sistema. Gorbachev ganhou o prêmio Nobel não pelo que ele fez, mas pelo que não conseguiu fazer”.

Sete anos antes de Gorbachev, em 1983, Lech Walesa também ganhou o Nobel da Paz.
Bial perguntou ao líder, em 1989, se pode haver justiça social numa economia de livre mercado.
“Até hoje só a economia de livre mercado provou funcionar. O que não significa que tudo nela seja bom. A sociedade polonesa não quer construir o capitalismo sem crítica. A Polônia quer fazer o sistema polonês, sem os erros nem do sistema capitalista, nem do socialista”, respondeu Walesa.
"O capitalismo não é um bom sistema, mas ninguém inventou coisa melhor", responde Walesa em 2005, antes de fazer um mea culpa.
"Eu venci com o proletariado mas eu sabia, ao mesmo tempo, que aqueles operários seriam despedidos, fábricas seriam fechadas. Este era o meu drama: até hoje, não há uma terceira via", afirma.
1989: o símbolo tradicional da Polônia soberana é a águia coroada. Depois que tomaram o poder, os comunistas tiraram a coroa da águia. Por isso, o repórter perguntou: “a coroa voltará a cabeça da águia?”
“Hoje a Polônia vive o confronto entre o velho e o novo. Os comunistas e os solidariedade. No futuro, numa sociedade pluralista, todas as correntes estarão representadas. Os católicos, os comunistas, os judeus, esse será o futuro de um socialismo transformado, quando as diferença se reunirão no parlamento para verificar a vontade da maioria”, apontou.
"Antes, éramos todos iguais na pobreza. A liberdade provocou a criação de grandes diferenças, desigualdades", diz hoje Walesa.

O sindicalista Lech Walesa foi presidente da Polônia de 1991 a 1995. Seu mandato não deixou saudades entre os poloneses. Na entrevista de 16 anos atrás, Walesa deu conselhos a outro líder sindical que buscava ser presidente.

1989:O repórter Bial diz a ele que temos um sindicalista que é candidato à presidência da República, e se ele teria algum conselho a dar ao sindicalista.
“Ele deve se conduzir como eu, aproveitar as chances e permanecer fiel a suas origens”, disse.
"Eu sabia, eu previ que Lula seria presidente. Eu o conheço, nós já conversamos, mas sempre caminhamos em direções contrárias", afirma agora Lech Walesa.

Os dois ex-operários Walesa e Lula sempre tiveram uma relação de rivalidade. Na entrevista, o polonês afirma que o presidente Lula quer implantar o socialismo no Brasil e faz uma comparação engenhosa para ilustrar o antagonismo entre os dois:
"Fazer o comunismo a partir do capitalismo é muito simples - é como fazer sopa de peixe de um aquário: basta aquecer a água, não precisa nem temperar, porque as plantas já estão lá dentro".
E, bem a seu estilo, Walesa arremata com o elogio a si mesmo:
"Fazer o contrário, o capitalismo a partir do comunismo, é como fazer um aquário. Isso é complicado! E nós já conseguimos, já temos uns peixinhos nadando por aí. Vai fazer um aquário de uma sopa de peixe!", diz.

Indisfarçavelmente prosa por sua metáfora, Walesa arremata enquanto tira o microfone:
"Se encontrarem com o Lula, mandem lembranças".

O presidente Lula não quis comentar as declarações de Lech Walesa.

28.04.2005

Extraído de: http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA953945-3586-2956...
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TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E O POBRE COMO LUGAR TEOLÓGICO

Publicado em 06/12/2012
Vídeo aberto para não assinantes.

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo nos coloca diante de um dilema: É possível fazer teologia partindo da realidade dos pobres como propõem algumas correntes teológicas da América Latina? Dando continuidade à aula anterior sobre os "Lugares Teológicos", Padre Paulo Ricardo explica os princípios errôneos da Teologia da Libertação, ensinando que a correta teologia deve partir primeiramente do "Auditus Fidei", ou seja, da Revelação de Deus, e não de realidades materiais.

A aula desta semana também traz novidades. Aqueles que a acompanharem perceberão que conforme o Padre Paulo Ricardo aborda os temas propostos, imagens ilustrativas aparecem ao fundo da tela. Esse recurso é um método adotado pelo site para facilitar o estudo de nossos alunos e torná-lo mais dinâmico.

Isso só é possível graças à ajuda de nossos assinantes e contribuintes que mensalmente colaboram conosco para que possamos difundir a mensagem católica, conforme o desejo do Santo Padre Bento XVI. No entanto, para que possamos ampliar ainda mais nosso alcance e melhorar a qualidade de nossas mensagens, com recursos como esse da aula de teologia, precisamos do apoio de um número ainda maior de pessoas.

Sendo assim, pedimos a vocês que conhecem o nosso site e gostam do trabalho do Padre Paulo Ricardo que divulguem-no para seus amigos e tornem-se nossos alunos. Somente através do estudo é que poderemos dar a razão de nossa fé a todos aqueles que nos perguntarem (I Pedro 3,15).
http://youtu.be/-VTQgTf2phc
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05 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural: Teologia da Libertação e sua influência na Igreja

Avançando para a reta final da análise da mentalidade revolucionária, é necessário estudar as raízes da teologia da libertação e sua influência na Igreja. Como a teologia da libertação se encaixa na mentalidade revolucionária?
http://youtu.be/jG81xG3vHQw
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CRISTÃOS PERSEGUIDOS PELA NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO

http://youtu.be/yPqGUNs7nhk
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