A "arte" degenerada da teologia da libertação

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A "arte" degenerada da teologia da libertação

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011



Como muitos sistemas políticos, artísticos e literatos inspirados por regimes oriundos de uma ideologia marxista-comunista-totalitária-ditatorial-revolucionária, a teologia da libertação também tem suas expressões visuais demonstradas não só em quadros e imagens mas também na arquitetura de igrejas. Como digna filha do modernismo e do liberalismo, a TL, além de influenciar mentes por distorcer o cristinismo, também mostra que, como o nazismo e o stalinismo, tem uma arte degenerada.
Note o Cristo acima com um fuzil. Já demonstrando o "engajamento" revolucionário-social, a TL mostra que é mais terra-a-terra do que algo que ensina o caminho para o céu. Frei Betto, teólogo católico brasileiro, afirma que a teologia da libertação é uma “reflexão crítica sobre a prática de libertação dos pobres, tendo por base a Bíblia, a tradição cristã, e os ensinos do magistério eclesiástico”. Mas que método é julgado imprescindível para esta “prática” da libertação?
Os teólogos da libertação concordam que o emprego da força — a violência física — é a solução em alguns países. Assim, até mesmo revoluções contra os existentes governos, tais como na Nicarágua e nas Filipinas, são, não apenas aprovadas, mas também incentivadas, pelos defensores da teologia da libertação. Isto significa um envolvimento ativo na política. Frei Betto afirma: “É impossível viver nossa fé de forma isolada da política.” Mas, qual é a base para a crença deles?
Diz-se que a Bíblia é uma fonte de “inspiração” em apoio da teologia da libertação. Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano da libertação — considerado o “pai da teologia da libertação” — afirma que “a libertação de Israel é uma ação política, o rompimento duma situação de . . . miséria e o início da construção de uma sociedade justa e fraterna”.
O Papa João Paulo II, em sua chegada à Manágua,
levanta seu dedo e repreende publicamente
 a teologia da libertação. Na foto,
com o ex-sacerdote jesuíta sandinista
Ernesto Cardenal.

É evidente que a Igreja, confrontada em suas fileiras por elementos divisórios, tenta arduamente manter sua autoridade. Boff, e outros, lutam muito para remodelar a Igreja naquilo que acham que ela deveria ser.

Em termos visuais, é degenerada toda obra de arte que foge aos padrões clássicos de beleza e representação naturalista, em que são valorizados a perfeição, a harmonia e o equilíbrio das figuras. Nesse sentido, a arte moderna, com sua liberdade formal de cunho fundamentalmente antinaturalista, é considerada em sua essência "degenerada".

A influência da TL em representações católicas pode-se ver em vários lugares, mormente em sua busca da guerra do proletariado, opção "pelos pobres" (o mantra TL) e raças. Não é errado, obviamente, lutar pelos pobres e marginalizados, mas é preciso se fazer isso atendo-se a verdadeira DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA. Muitos fazem isso, corretamente, e estão de acordo com o que ensina a Igreja.

Abaixo vemos mais alguns exemplos da deturpação absurda e bizarra que a TL inspira em representações visuais de alguns tipos.

O tradicional "Cristo guerrilheiro"




Cristo na Última Ceia com lideres revolucionários comunistas
Uma típica igreja com arquitetura influenciada pela TL

Interior de uma igreja influenciada pela TL (MEDO!!!)


Macabro: mural dentro de uma igreja com
símbolos anticristãos
Essa deve ter sido realizada por um Salvador Dali do mal.
Uma cena bonitinha mas com clara influência de mau-gosto
Outro "Cristo" TL



Extraído de: http://sentircomaigreja.blogspot.com.br/2011/02/arte-degenerada-da-teologia-da.html

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