Os Filhos de Loyola

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Os Filhos de Loyola



Conde Peter Hans Kolvenbach

Autores:
Eric Jon Phelps
Dr. William P. Grady
Avro Manhattan
Dr. Ian Paisley
Edward Hendrie
Tradução e Comentários de
Mary Schultze

Janeiro 2005


 

Os Filhos de Loyola
Você já ouviu falar na Ordem Jesuíta?
Já estudou em algum dos seus colégios?
Conhece bem os seus propósitos?


Este livro esclarece as seguintes questões:

1. Quem é o Papa Negro?

2. Quem Fundou a Ordem Jesuíta?

3. Quais os Seus Objetivos?

4. O que Dizem Sobre a Ordem Jesuíta e o Vaticano Algumas Das Maiores Personalidades Mundiais?

5. Quem Afundou o Titanic?

6. Quem Matou o Presidente Kennedy?

7. A Teologia Moral dos Jesuítas

8. Qual a Relação Entre os Jesuítas, os Maçons e os Illuminati?



Fizemos uma pesquisa sobre os assuntos acima, usando algumas informações colhidas na entrevista do jornalista Rick Martin, do jornal “Spectrum” (Las Vegas, USA), de 15/04/2000 (http://www.thespectrumnews.org) com o autor do livro “Vatican Assassins” (750 ps., das quais 50 ps. de Bibliografia), Eric Jon Phelps, e no próprio livro de Phelps, conseguido em forma de apostila, pela gentileza de um amigo e apologista cristão. Eric Jon Phelps é um cristão bíblico batista, que apresenta em seu livro provas irrefutáveis de que a Ordem Jesuíta é a responsável por todos as guerras políticas e religiosas que têm acontecido no planeta, a partir de 1540, com o específico objetivo de liquidar a Reforma Protestante, a Igreja Ortodoxa e os Judeus, para que o Vaticano volte a dominar o mundo inteiro, como acontecia na Idade Média. Na página 18 da apostila de Phelps, ele nos apresenta a "unholly trinity" (trindade profana), que é a governante absoluta do mundo atual:

1. Edward Egan, Arcebispo de Nova York, capital do mundo, cujo chefe é

2. João Paulo II, o papa em ofício, cujo chefe é

3. Pe. Peter Hans Kolvenbach, o Papa Negro.

Neste trabalho de pesquisa focalizaremos quatro pontos importantes:

1. O Papa Negro (segundo Phelps, Peter Hans Kolvenbach)

2. Inácio de Loyola

3. Objetivos da Ordem Jesuíta (segundo Phelps e o Dr. William P. Grady)

4. Opiniões de personalidades mundiais sobre os Jesuítas e o Vaticano (idem)

5. A Teologia Moral dos Jesuítas (Dr. Ian Paisley, erudito britânico)

6. Relação entre os Jesuítas, os Maçons e os Illuminati (Edward Hendrie)



Capítulo 1

O Papa Negro


Phelps acusa os Jesuítas de serem os responsáveis por todos os conflitos mundiais e pelos assassinatos políticos e religiosos dos últimos 460 anos, afirmando que muitos judeus e gentios pertencentes aos mais altos escalões do governo mundial e, principalmente,do governo americano têm sido apenas joguetes nas mãos do Papa Negro, o General dos Jesuítas, colaborando com este para praticar maldades contra o povo e os governos democraticamente constituídos, do Ocidente e do Oriente. Falando desse personagem, que ele afirma ser o homem mais poderoso do mundo, Phelps nos dá as seguintes informações:

O superior General dos Jesuítas, atualmente, é o Conde Peter Hans Kolvenbach, holandês de nascimento. Ele reside em Roma, na “Igreja de Jesus”, perto do Vaticano, e de lá dá comanda os seus subordinados no mundo inteiro, para que ajam em nome do Vaticano. Diz Phelps que nessa Igreja também funciona a base geral dos Cavaleiros de Malta, a Ordem mais poderosa, depois da Sociedade Jesuíta. [Os papas nada podem fazer sem o consentimento do General dos Jesuítas. Os Cavaleiros de Malta são especializados em altos negócios e atos de terrorismo.]

O General dos Jesuítas, bem como todos os altos dignitários da Ordem, são feiticeiros luciferianos, que celebram “missas negras”, vestidos e encapuzados de negro, praticando rituais de magia. O Dr. Alberto Rivera, ex-Jesuíta convertido a Jesus Cristo, afirma a mesma coisa, num dos seus livros publicados por J. Chick. Por ter-se convertido ao verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e contado ao mundo os horrores praticados pela Ordem à qual pertencera durante muitos anos, o Dr. Rivera foi perseguido com cinco tentativas de assassinato, tendo falecido (não se sabe se de câncer ou outra “moléstia”), há cerca de 4 anos, em Oklahoma, USA.

Nesse mesmo livro, o Dr. Rivera conta que, após o Concílio Vaticano II, o Papa Negro (que nessa época era o Pe. Pedro Arrupe), explicou o que significava a expressão “Irmãos separados”, dizendo que era: “irmãos separados... para morrer”. Esses “irmãos separados” seriam principalmente os protestantes, judeus e ortodoxos, os grupos religiosos mais odiados pelo Vaticano.

Quase ninguém havia tido, até hoje, oportunidade de ver a foto do atual Papa Negro. No livro “Jesuits, a Multi-biography”, do escritor francês, Jean Lacoutre, publicado em 1995, podemos encontrar esse misterioso personagem, na página 343 (Vejam a foto do Papa Negro na capa deste livro. Ele aparenta 55 anos de idade e é curioso que tenha recebido no batismo o nome dos dois apóstolos mais íntimos de Cristo, Pedro e João.]


O conselho superior da Ordem é formado por sete homens da alta hierarquia, seis brancos e um negro. [Sete é o número da plenitude bíblica e também novaerense, portanto tinha de ser o número dos líderes da organização jesuíta, como é, também, das empresas de sociedade anônima. Esta Ordem é uma empresa militar anônima a serviço do Vaticano.]

O mandato do General é perpétuo, exceto se ele for considerado um “herege”. Os jesuítas que exercem cargos importantes são obrigados a fazer um “pacto de sangue” [deixamos de transcrever aqui o conteúdo desse pacto, que consta da entrevista do jornalista Rick Martin, simplesmente porque ficamos estarrecidos com o mesmo.]

Diz o escritor Phelps que os jesuítas são os verdadeiros autores do livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião” e que existem muitas versões do mesmo, adaptadas a cada país onde o livro é distribuído. Voltando ao General dos Jesuítas, é ele quem controla todos os governos da terra, através dos seus “provinciais”. Para a Ordem é fácil conseguir agentes em todos os países, através da educação e doutrinação religiosa que seus padres oferecem em quase todos as cidades do mundo. Não existe um país onde eles não estejam agindo, através dos seus subordinados. [Um dos auxiliares do Cardeal Spellman, no “Pequeno Vaticano”, que funciona dentro da enorme e luxuosa Catedral de São Patrício, em Nova York, nos anos 70, era um jovem natural do Ceará, da família Arraes de Alencar.]

Os jesuítas são proprietários de quase todas as atividades esportivas nos Estados Unidos [e quem sabe, também, no Brasil]. Eles comandam os enormes estádios. Eles também comandam as atividades recreativas criadas por Walt Disney, um Judeu maçom grau 33. Diz Phelps que eles gostam de usar os judeus como testas de ferro em várias empreitadas, a fim de que, no caso de um escândalo, a culpa recaia sobre os mesmos, que têm sido o bode expiatório no mundo inteiro.

Através de muitas diversões, os jesuítas iludem as pessoas, oferecendo-lhes prazer e divertimento, enquanto trabalham no sentido de erradicar os governos protestantes, no Ocidente. O autor explica que Las Vegas, com os seus cassinos famosos, está nas mãos da Máfia. Contudo, os mafiosos da alta cúpula são todos católicos praticantes, levando a sério a sua religião e obedecendo cegamente aos seus párocos. A alta cúpula está sempre na dependência espiritual do Arcebispo de Nova York (atualmente o Cardeal Edward Egan), onde fica o quartel general da Máfia. Hollywood também pertence aos jesuítas e os judeus que aparecem como proprietários das companhias cinematográficas não passam de testas de ferro da Ordem.

Diz Phelps que o General dos Jesuítas é o ditador, absolutamente autocrata, da Ordem. Quando ele fala, seus padres provinciais obedecem cegamente. Existem cerca de 83 provinciais no mundo, atualmente. Tudo indica que a Ordem dividiu o mundo em 83 regiões diferentes. Para cada região há um provincial, sendo que para os Estados Unidos [onde a Ordem detém uma fortuna incalculável, inclusive com mais de 50% de ações no maior banco - o Bank of America] foram designados dez provinciais. Na América Central há um provincial, bem como também um, na Irlanda. [Supomos que no Brasil existe apenas um, na certa residindo discretamente num desses colégios jesuítas que existem em quase todas as cidades importantes do país.]

O seu governo segue os moldes babilônicos do tempo de Nabucodonosor, representado pelo próprio General. É a forma romana de governo, com tudo centralizado numa soberania mundial. [Costuma-se dizer que o papa JP2 é o homem mais rico do mundo. Contudo, este General é o mais poderoso e, também, é riquíssimo, pois sua Ordem fatura bilhões de dólares no mundo inteiro, anualmente, segundo o escritor britânico Avro Manhattan, em seu livro “The Vatican Billions”. Avro foi o maior pesquisador e historiador do Vaticano, no Século XX, tendo publicado 20 livros sobre o assunto.]





Sempre que deseja iniciar uma agitação social, revolução ou guerra, o General convoca um encontro com os seus provinciais e juntos ouvem as informações do provincial, onde essa agitação deverá acontecer, a respeito das queixas do povo desse país e nessas informações se baseia o General para ordenar o início da agitação. [Isso confere com o que lemos nos livros “The Vatican Holocaust” e “The Vatican in World Politics”, de Avro Manhattan.] Nos Estados Unidos, a Ordem usou o “Movimento dos Direitos Civis”, através do Pr. Martin Luther King, que o autor chama de “Lúcifer King”. Nos Estados Unidos eles começaram uma agitação, que culminou com a assinatura do Ato dos Direitos Civis. O objetivo dessa agitação foi concentrar a autoridade do poder em Washington, onde os jesuítas têm o seu quartel general. Esse documento foi redigido por Theodore Herburg (Cavaleiro de Malta), o qual foi presidente da “Universidade Notre Dame”,durante muitos anos, pertencente à Ordem Jesuíta. [Dessa Universidade emergiu, nos anos 60, o Movimento Carismático, o qual ajudaria a unir católicos e protestantes, principalmente os pentecostais, nas Américas. Este foi um dos muitos golpes de mestre dos Jesuítas.]

Os provinciais do mundo inteiro governam os jesuítas inferiores e muitos deles não fizeram o “pacto de sangue”. Essa instituição é igual à Maçonaria, na qual o maçom de grau inferior nunca sabe o que acontece nos bastidores mais elevados da Ordem e trabalham, simplesmente, achando que estão fazendo uma obra digna, como bons soldados desse exército poderoso. E o mais incrível, diz Phelps, é que os maçons dos mais altos graus também são subordinados ao general dos Jesuítas. Quando a Ordem Jesuíta foi desfeita pelo papa, em 1773, Frederico, o Grande (1712-1786), Rei da Prússia e grande amigo de Voltaire, deu guarida aos jesuítas e junto com eles escreveu o ritual da Franco-Maçonaria Escocesa. [Por causa desse “ato de caridade” de Frederico, os Jesuítas foram tomando conta da Alemanha e hoje são os donos desse país, onde preparam o maior exército do mundo (o Exército da União Européia), para o caso de uma guerra mundial, que poderá ser o Armagedom.]

Uma coisa é certa e irrefutável. Todas as guerras do planeta têm contribuído para o fortalecimento econômico e político da Ordem Jesuíta, como as guerras napoleônicas, por exemplo. [Na II Guerra Mundial eles contrabandearam o ouro dos nazistas para os bancos da Suíça e dos Estados Unidos e ficaram riquíssimos], sendo que hoje são donos do Federal Reserve Bank, conforme diz Phelps.

Ainda segundo Phelps, o livro “O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas, é uma sátira ao poder jesuíta na França, contando como, após terem sido eles expulsos pela República, voltaram com todo o poder.

Dumas lutou junto com os patriotas italianos, em 1848, a fim de libertar Roma do poder temporal do papado. Ele escreveu vários livros, sendo “O Conde de Monte Cristo” o mais conhecido. Lendo este livro podemos observar que o Conde de Monte Cristo é invencível, como a Ordem que ele representa. Contudo, existe algo que ele não pôde conseguir, ou seja, o amor da mulher que havia deixado na França. Ele conseguiu receber de volta todo o poder político, riqueza e prestígio, enfim, tudo que havia perdido, menos a mulher amada. Os jesuítas não podem casar pois, se constituíssem família, teriam obrigações e deixariam em segundo plano a lealdade e cega obediência ao seu General.

Eles podem trair qualquer nação e depois sumir... sem deixar rastro. Podem se livrar dos católicos irlandeses que embarcaram no Titanic e depois sumir... sem deixar rastro. Podem liquidar qualquer desafeto seu, que entre num hospital e lá receba uma dose letal de Raios X, drogas, uma cirurgia inacabada e depois sumir... sem deixar rastro. [Podem liquidar qualquer pessoa, em qualquer parte do globo, inclusive o autor do livro, o entrevistador, Rick Martin, a tradutora da entrevista e depois sumir... sem deixar rastro. Que Deus tenha piedade de todos nós!] Fazem isso com a maior naturalidade, afirmando que tudo é “para a glória de Deus” (Ad Majorem Dei Gloriam). [Glória maior para o deus deste século, o qual não é o nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Glória maior para o seu deus, que é mencionado pelo apóstolo Paulo, na 2 Coríntios 11:14.]

O objetivo maior da Ordem Jesuíta é a reconstrução do Templo de Jerusalém, a fim de lá entronizar o papa de Roma, de onde este deverá governar o mundo. [Leiam Apocalipse 13. Nesse tempo, nenhuma criatura vivente poderá ficar fora do alcance do “homem da iniqüidade” assentado no Trono de Jerusalém e, por isso, tivemos de chegar à era da informática, quando qualquer súdito do futuro governante mundial poderá ser localizado em poucos segundos.] Essa reconstrução é importante demais e podemos explicar o porquê. Para isso precisamos fazer uma ligeira biografia do homem que fundou a Ordem Jesuíta e que foi canonizado como santo católico.


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Capítulo 2

Inácio de Loyola e sua Ordem

Sobre Inácio de Loyola diz o autor do livro “Vaticans Assassins”:

Quando Inácio de Loyola fundou a Ordem Jesuíta, uma das primeiras coisas que ele fez foi ir para Jerusalém, a fim de lá estabelecer o seu quartel general, facilitando, desse modo, a entronização do papa naquela cidade. Contudo, o seu plano fracassou. Ele fora um soldado espanhol ferido na guerra Franco-Espanhola, cuja perna foi ferida e ficou defeituosa, o que lhe deixou um complexo de inferioridade, pois, mancando, não poderia conquistar o amor de uma bela mulher. Entrou em profunda depressão e então se voltou para a religião. Começou a ler biografias de santos, teve algumas “visões beatíficas" e dispôs-se a escrever os seus famosos “exercícios espirituais”. Fundou a sua Ordem (1536) e foi prostrar-se aos pés do papa, a fim de lhe pedir a bênção, jurando defender o papado, até o final dos tempos. O papa (Pio II) comprou a idéia, deu-lhe a bênção e, assim, foi sacramentada a Ordem religiosa mais fanática, perigosa e destruidora que o mundo já conheceu.

Seus súditos espirituais eram obrigados a obedecer-lhe cegamente as ordens, como até hoje. Loyola tinha uma vontade indomável, uma têmpera de aço e dispôs-se a recuperar, para o papado, os Estados Europeus perdidos durante a Reforma Protestante. Logo depois da bênção papal, Loyola e seus comandados começaram a perpetrar suas obras malignas. Guerras e mais guerras têm acontecido no planeta, desde a fundação da Ordem. Os Jesuítas são sempre os cabeças em todas as conspirações globais. Enriqueceram à custa de doações de membros católicos fanáticos e ricos, sem falar nas apropriações indébitas que têm feito, durante esses quase 500 anos de existência.

Como diz o Dr. William P. Grady, em seu livro “Final Authority”, capítulo 13:

Os métodos empregados por esta Ordem clandestina são dignos de estudo, visto como o seu objetivo final ainda permanece em operação na América e na desprezada Versão Autorizada de 1611 (Bíblia King James). O modus operandida Sociedade Jesuíta pode ser delineado pelos seus seis estágios seguintes:

1) Educação

2) Doutrinação

3) Infiltração

4) Sedição

5) Sedação

6) Perseguição.


A história dá testemunho de que a apropriação jesuíta sempre começa, invariavelmente, com o estabelecimento de colégios e universidades, possibilitando o alcance de até altos graus acadêmicos, a fim de atrair da nação os aspirantes a eruditos. Esse estratagema inaugural de Educação não pode ser enfatizado demais. A apostasia é concebida sempre na sala de aula. Newman informa:

“Eles descobriram muito cedo a vasta importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controle das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos... A habilidade acentuada dos padres jesuítas, seus conhecimentos insuperáveis da natureza humana, sua afabilidade nas maneiras e sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornavam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrassem em íntimas relações com a juventude suscetível”.

O livre pensador Francis Bacon (1556-1626) ficou tão impressionado com as escolas deles que disse: “Tal como são, gostaria que fôssemos nós”. Tendo iludido o estudante desavisado ao exibir uma incumbência para excelência acadêmica, os professores jesuítas perdem pouco tempo em partir para o segundo estágio, que é a Doutrinação. Newman declara:

“Sem dúvida, é provável que mais tempo tenha sido empregado em moldar os seus caracteres religioso e moral em completa harmonia com os ideais da Sociedade do que em assegurar a maestria dos estudos. Grande número dos jovens mais desejáveis que ingressaram em suas escolas, sem intenção alguma de se tornarem membros da sociedade, foram ganhos através do paciente esforço dos que deles ficaram encarregados”. [Podemos ler sobre este assunto no capítulo 8 da Monita dos Jesuítas].

Com o abandono natural de várias classes graduadas, o terceiro estágio inevitável - a Infiltração - tem início. Por causa do seu treinamento superior e abrasadora convicção, muitos dos melhores graduados logo vão ocupar posições de liderança no governo, no comércio e nas forças armadas. Newman prossegue:

“Seu zelo proselitista os impulsiona às regiões adjacentes e, através do esforço, a ganhar de volta à fé católica os que tenham se envolvido em ‘heresia’. Comunidades inteiras foram reavidas em tempo incrivelmente curto”.

Esta absorção na sociedade secular tem sido facilitada pela única isenção permitida à Ordem - que não precisa usar a vestimenta clerical. Edmond Paris comenta sobre essa espantosa Ordem secreta:

“O mesmo acontece hoje. Os trinta e três mil membros oficiais da Sociedade operam no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército verdadeiramente secreto, contendo em suas fileiras chefes de partidos políticos, oficiais de altos escalões, generais, magistrados, físicos, professores de faculdade, etc., todos eles batalhando para realizar em sua própria esfera - a Opus Dei - em realidade os planos do papado”.

A capacidade de se infiltrar com bastante sucesso tem se tornado possível através do quarto estágio - a Sedição. Um verdadeiro jesuíta é a personificação exata da I Timóteo 4:2:

"... Pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência".

Um dos seus generais (Suarez) autenticou a Sedição com estas palavras:

“É permitido a um indivíduo matar um tirano por causa do seu direito de autodefesa. Pois, embora a comunidade não o ordene, deve-se entender sempre que ela deseja defender-se individualmente em lugar de cada cidadão, e até mesmo de um estrangeiro... assim, após ter declarado que foi destituído de seu reino, é legal tratá-lo como um tirano real e, conseqüentemente, qualquer homem tem o direito de matá-lo”.

Quanto à Sedação, diz o escritor Newman:

“Desde o princípio, eles usaram o confessionário, ao máximo, como meio de dominar as almas de homens e mulheres e obter um conhecimento dos assuntos religiosos e políticos que servisse aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência, e, para tanto, logo se tornaram seus confessores favoritos, na corte imperial e em muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu sistema confessional tão atraente para os ricos e nobres, que sempre vinham procurá-lo espontaneamente. Para esse fim, o seu sistema casuísta de teologia moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências de seus súditos, em todos os tipos de mal feitos”.

Agora chegamos ao item - Perseguição.

“Após terem moldado o governante à sua vontade e transformado o infeliz em instrumento subserviente de sua política, eles sempre ficaram ao lado deste, ditando as medidas a serem empregadas para a erradicação da heresia e completa reforma do seu reino, conforme o ideal jesuíta, e sempre estavam prontos, com total autoridade papal, a conduzir o seu trabalho inquisitorial”.

Enquanto as facções protestantes ficavam enroscadas em disputas doutrinárias, cada vez mais extensas, as ágeis tropas de Loyola empregavam o seu plano sêxtuplo com o maior sucesso, num país após o outro.

Em 1550, o jesuíta Lejay recebeu permissão do rei Ferdinando da Áustria para estabelecer um colégio jesuíta em Viena. Dentro de um ano, quinze agentes jesuítas já estavam perambulando pelos arredores do país. Dois anos mais tarde, Inácio instalou um colégio especial em Roma com o fim específico de treinar “missionários” para a Alemanha. Em 1556, as universidades de Ingolstadt e Colônia eram dirigidas por professores jesuítas.

Também em 1556, o rei da Boêmia (Tchecoslováquia) cometeu o erro de abrir suas portas aos jesuítas e logo foram fundadas escolas em Praga, Tyrnau, Olmutz e Brünn. O trabalho jesuíta em Munique teve tanto sucesso que a cidade era chamada a “Roma Alemã”. [Por causa dessa generosa abertura, a Áustria se tornou um país jesuíta e séculos mais tarde seria invadida por Hitler, graças à ajuda que os Jesuítas deram ao Fuehrer alemão.]

Com dúzias de outros países invadidos (a Áustria, em 1550; a Suécia em 1568: a Polônia em 1569; a Bélgica em 1592, etc.) os números começaram a contar sua própria história. Em 1626, havia um total de quinze mil Jesuítas, 476 colégios e 36 seminários. Em 1750, os números haviam pulado para 22.000 membros, 669 colégios e 176 seminários, além de centenas de escolas menores.

Para dar uma excelente ilustração da obra destruidora forjada, por onde quer que passe um jesuíta, consideremos o caso do massacre do Dia de São Bartolomeu, na França. Em 1551, a rainha mãe, Catarina de Médici, permitiu que a Ordem estabelecesse uma casa na esquina da rua Anvergue, conhecida como Billon. Logo a seguir, o Colégio de Clermont foi estabelecido em Paris.

No dia 24/08/1572, vários milhares de huguenotes (cristãos franceses que chegaram a Paris para assistir o casamento do protestante Henry de Navarre (mais tarde o rei Henrique IV) com Margarete de Valois. Mais de dez mil desses súditos leais de Henry foram subseqüentemente eliminados, através de uma caçada noturna ordenada pelo católico Carlos IX, rei da França. Manschrek cita a Relação do Massacre por Dethou conforme o relato de uma testemunha ocular:

“As ruas ficaram cobertas de cadáveres, os rios tingidos, as portas e portões do palácio salpicados de sangue. Carroças levavam os cadáveres, homens, mulheres, moças e até mesmo crianças, para serem atirados no Sena... Spire Niquet, um pobre encadernador, arrimo de sete filhos, foi assado vagarosamente sobre uma fogueira de livros encontrados em sua casa e em seguida atirado quase morto, dentro da água. Na Rua San Martin, outra mulher, prestes a dar à luz, havia procurado refúgio no alto do telhado de sua casa; após ter sido assassinada, a mulher teve o seu bebê esmagado de encontro ao muro... uma garotinha foi banhada no sangue dos próprios pais e ameaçada com a mesma sorte se algum dia se tornasse huguenote”.

Por instigação de Catarina, quatro moedas diferentes foram cunhadas para comemorar o escabroso extermínio, sendo a primeira delas com a efígie do Papa Gregório XIII. Dois anos depois, o lunático filho de Catarina faleceu, com apenas 24 anos, grunhindo em seu leito de morte: “Que banho de sangue, que assassinos! Que maligno conselho eu segui! Ó, meu Deus, perdoa-me... estou perdido”.

Com o crescimento do poder jesuíta, os países da Europa se envolveram em constantes guerras religiosas.

No dia 11/10/1531, um exército católico de oito mil soldados esmagou a força menor de Zwinglio (1484-1531), que contava apenas 1.500, na Batalha de Capela. O corpo do reformador assassinado foi esquartejado e queimado numa pira de excrementos.

Com a morte de Lutero, em 1546, seus descendentes espirituais foram confrontados com um Catolicismo redivivo, na Guerra Schmalkadeana de 1547. Após sofrer uma derrota inicial, as forças protestantes se recuperaram com Maurice da Saxônia, cujo resultado foi o Tratado de Passau (1552), o qual assegurou, temporariamente, liberdades religiosas aos luteranos.

As guerras huguenotes na França começaram em 1560 e prosseguiram intermitentes, até que, finalmente, a tolerância religiosa foi concedida através do Edito de Nantes, em 1598.

Em 1567, o notório Duque de Alva chegou à Holanda para suprimir a “heresia”, em favor de Filipe II, da Espanha. O banho de sangue dessa campanha foi tão rompante que uma casa cheia de cristãos holandeses em Roterdã foi poupada, quando um dos seus próprios habitantes criou um estratagema, assassinando um cabrito e salpicando de sangue a parte inferior das portas fechadas da rua.

Contudo, essas campanhas foram meras brincadeiras de criança quando comparadas à Guerra dos Trinta Anos (1618-1648). Executada principalmente na Alemanha, os antagonistas consistiam de vários príncipes alemães apoiados pelos poderes protestantes da Suécia, Dinamarca, França e Inglaterra contra a Dinastia Católica dos Habsburgos, a qual controlava, junto ao Sacro Império Romano, a Espanha, a Áustria, a Boêmia, a Hungria, a maior parte da Itália e a Holanda do Sul. A ubíqua “conexão jesuíta” foi sumariada por Newman como segue:

“A casa de Habsburgo, em seu ramo austríaco, no final do século XVI, havia caído fortemente sob a influência dos Jesuítas. Como arquiduque da Stiria (a partir de 1596) Ferdinando, que como imperador iria desempenhar um papel tão importante na Guerra dos Trinta Anos, executou sem remorsos a política jesuíta, na qual fora educado desde a infância, proibindo a adoração protestante, banindo o clero protestante e colocando diante dos leigos protestantes a alternativa de conversão ou exílio”.

Através desses atos de intolerância religiosa e política, a consciência de Ferdinando foi salva pelo seu confessor jesuíta, Viller (Sedação). Embora a histórica paz da Westfália, concluída em 1648, tenha sido essencialmente uma vitória do Protestantismo, mas as perdas gerais relacionadas com esta guerra foram incalculáveis. Newman assim resume o holocausto induzido pelos Jesuítas:

“A extensão da destruição de vidas através da Guerra dos Trinta Anos não pode ser avaliada. Se levarmos em conta as multidões que pereceram de inanição e abandono, as centenas de milhares de mulheres e crianças que foram assassinadas nos saques e destruição de pequenas e grandes cidades, a temível perda de vidas envolvida nesse acontecimento, no campo - seguindo-se as mortes causadas pela guerra, estas somariam muitos milhões. Na Boêmia, no início da guerra, havia uma população de dois milhões de habitantes, dos quais 80% eram protestantes. No final da guerra, havia 800 mil católicos e nenhum protestante. Tomando a Alemanha e a Áustria juntas, podemos afirmar seguramente que a população do país foi reduzida na metade, senão em dois terços. E as mortes foram, em muitos casos, o resultado de incontáveis sofrimentos, tão horríveis quanto se possam imaginar. Mesmo não tendo sido as cidades completamente destruídas, elas se tornaram apenas sombras do que haviam sido. Seus edifícios foram dilapidadas e um grande número deles ficou desocupado. Negócios de todos os tipos foram totalmente destruídos. A agricultura também sofreu muito. Os víveres quase desapareceram, os implementos agrícolas tornaram-se escassos e rudes. A desolação grassava em toda parte”. [Mais uma obra dos jesuítas...]

Contudo, devido à inevitável expansão da civilização ocidental, a cultura na Inglaterra emergiu cada vez mais ampla, apesar do objetivo principal da conquista jesuíta. Em 1569, o agente do Vaticano, William Allen, estabeleceu um colégio em Douai (então na parte holandesa espanhola) e, dez anos mais tarde, uma segunda escola em Roma para o treinamento de missionários jesuítas destinados à Grã Bretanha. Allan estabeleceu os seus objetivos de maneira apaixonada:

“Fizemos nosso primeiro e avançado estudo... para instigar na mente dos católicos... o zelo e justa indignação contra os hereges. Isso fizemos colocando diante dos olhos dos estudantes a excelente majestade da liturgia da Igreja Católica no lugar em que vivemos. Ao mesmo tempo, mostramos o deprimente contraste que reina no lar. A desolação chocante de todas as coisas sagradas que lá existem... nossos amigos e patrícios, todos os nossos amados, e incontáveis almas além desses, perecendo no cisma e na impiedade de cada prisão e cárcere completamente lotados, não de ladrões vilões, mas de sacerdotes e servos de Cristo, ora de nossos pais e patrícios. Nada há, então, que não devamos sofrer, a não ser olhar para os males que afetam a nossa nação”.

A captura de Douai pelas tropas calvinistas, em 1578, mandou o colégio jesuíta para o exílio em Reims, até 1593. Em 1585, um total de 268 graduados havia se infiltrado secretamente na Inglaterra. As personalidades de liderança nesse tempo eram os agentes Robert Parsons e Edmond Champion, que entraram no país em 1580, disfarçados como oficiais ingleses. O único evangelho que eles pregavam era a deposição de Elizabeth I. Boehmer declara:

“Então, sob diversos disfarces, eles se espalharam de condado em condado, das casas de campo até o castelo. À noite, ouviam as confissões. De manhã, pregavam e davam a comunhão, e, em seguida, desapareciam misteriosamente, do modo como haviam chegado”.

Green acrescenta que, entre os seus muitos disfarces, eles usavam as “togas dos pastores do clero inglês. [Não é de admirar que tenhamos no Brasil alguns pastores evangélicos (incrédulos), de alta cultura, que tendo estudado em colégios jesuítas, mais se parecem com padres jesuítas do que com pastores evangélicos. Um deles foi pastor da Igreja Batista que freqüento.]

Calcula-se que eles tenham ganhado vinte mil convertidos, apenas um ano após terem chegado à Inglaterra. Contudo, sua literatura circulante, encorajando o assassinato de Elizabeth I, levou a missão a um fim abrupto, na Inglaterra. Embora Passon tenha fugido para o continente, o “Pe. Champion” foi capturado e confinado à Torre de Londres, onde foi severamente “torturado” para que dissesse os nomes dos seus companheiros conspiradores. No dia seguinte, quando o carcereiro lhe indagou como se sentia, o exausto jesuíta respondeu “nada mal, pois nem tanto”. No dia 01/12/1851, ele e mais catorze outros traidores foram enforcados publicamente.

Em 1583, o Papa Gregório XIII formulou um plano para invadir, imediatamente, a Inglaterra, com três exércitos - da Holanda, França e Espanha.

Pela Providência Divina, os agentes da Rainha Elizabeth I descobriram o complô e medidas preventivas foram tomadas, no sentido de adiar o ataque. Isso mostra que Jesus Cristo é o Senhor da História.

Três anos mais tarde, outro jesuíta, Jonh Ballard foi preso por conspirar no sentido de levar Mary Stuart ao trono, através de um levante geral de católicos na Inglaterra. Ele e treze outros foram esquartejados e partidos ao meio (rasgados no tronco). Sessenta e um padres e quarenta e nove leigos seriam enforcados por conspiração na Inglaterra, nos próximos quinze anos.

Com amigos desse tipo, Mary Stuart não precisava de inimigos. A intensa atividade dos Jesuítas eventualmente iria custar à futura rainha a sua cabeça, em 1587. Algumas semanas apenas, antes da portentosa execução, o papa Sisto V havia destinado 600.000 coroas de ouro aos cofres militares do rei Felipe, no sentido de financiar uma invasão imediata à Inglaterra. Nas palavras do Cardeal Allen, “A rainha usurpadora, herege e prostituta da Grã Bretanha” (Elizabeth I) deveria certamente ser deposta.

Na manhã do dia 29/05/1588, mais de 27.050 marinheiros e soldados partiram do porto de Lisboa, com 130 vasos de guerra, levando uma carga média de 445 toneladas - a maior frota nos anais marítimos daquele tempo.

A destruição da religião protestante era considerada como uma missão espiritual intensiva. O slogan oficial da campanha era: “Exurge, domine, et vindica causam tuam” (Levanta, Senhor, e vindica a tua causa). De fato, um “reavivamento” havia explodido durante os estágios finais da partida. Prostitutas foram expulsas, os jogos foram proibidos e a imoralidade reduzida ao máximo. Uma missa especial foi celebrada e por todos os homens a Eucaristia foi reverentemente recebida. Várias centenas de monges estavam entre os passageiros.

No dia 19/07/1588, a vanguarda da invencível armada espanhola foi localizada. Apenas 34 vasos de guerra e 58 vasos de suporte, que defendiam a Inglaterra, sob o comando de Charles Lord Howard, assistidos por Sir Francis Drake, haviam se preparado para destruí-la. O que aconteceu a seguir tem sido considerada como uma das mais admiráveis demonstrações da intervenção divina em todos os registros da história.

No ano anterior, Drake havia comandado um ataque de surpresa aos navios espanhóis no porto de Cadiz e descobrira, em primeira mão, o projeto de construção da armada. Tendo sido criado no lar de um ministro puritano, o destemido “P.K.”, assegurou à sua rainha: “Deus aumente as forças mais excelentes de Vossa Majestade, tanto no mar como na terra, diariamente... pois, eu penso com certeza, jamais houve uma força tão poderosa como a que está pronta ou se prepara contra Vossa Majestade e a verdadeira religião; mas... ‘o Senhor Todo Poderoso é mais forte e defenderá a verdade de sua Palavra” .

Desmembrado pelos inferiores vasos de guerra britânicos, o Almirante espanhol Medina-Sidônia escreveu, em desespero, no seu diário de bordo:

“O inimigo me persegue; ele me atira fogo, da manhã até à noite, porém não nos derrotará... Não há remédio, eles são rápidos e nós somos vagarosos”.

Sustentando mais de 8.000 casualidades, apenas na vigésima sétima, Medina-Sidônia havia tido bastante sorte. Contudo, os mares do norte devorariam muitos milhares mais, ao longo da rota retirada da tempestade. Vinte e três navios foram esmagados na costa rochosa, somente na Irlanda. Cerca de 1.100 espanhóis afogados foram dar nas praias Sligo e os que conseguiram chegar vivos à praia tiveram suas gargantas cortadas pelos Kernes (a classe mais pobre da Irlanda).

Somente 51 navios, levando dez mil sobreviventes, conseguiram regressar à Espanha. Will Durant, educado pelos jesuítas, só pôde dizer que “os ventos favoreceram Elizabeth”. Contudo, uma contagem total das perdas inglesas chegou a 60 homens e nenhum navio, chamando a atenção dos homens sábios para Aquele que “criou os ventos” (Amós 4:13). Nem um simples orifício foi causado na armada inglesa.

Com a esmagadora derrota da armada, levando Felipe à desolação (a ajuda de 60.000 coroas papais não haviam podido auxiliar o monarca), um projeto mais importante dos jesuítas iria emergir, como último recurso e arma secreta do Vaticano.

A partir de então, o sucesso do Protestantismo Inglês seria atribuído ao fato dele possuir a Palavra de Deus na língua pátria. Em 1582, Roma deu um tácito endosso ao adágio: “Se não puder vencê-los, junte-se a eles”, ao preparar sua própria versão inglesa do Novo Testamento, conforme entregue pelos eruditos jesuítas em Reims (O Velho Testamento foi completado em Douai e publicado em 1610).

Essa tendência ao pragmatismo momentâneo tem sido uma das feições mais marcantes da Ordem Jesuíta. Norman declara:

“Como meio de ganhar de volta as comunidades protestantes para a fé católica, eles deram a máxima atenção ao cultivo dos dons de pregar entre os membros e usaram cada esquema seguido pela adoração protestante, ou de outro modo, a fim de popularizar os cultos das suas igrejas”.



Os Jesuítas atentam contra o Parlamento Britânico

e a Edição da Bíblia King James

Os frutos dados pela Versão Autorizada da Bíblia King James são uma prova irrefutável de que ela é a Palavra de Deus. Todos os países que tiveram os seus dirigentes e o seu povo liderados pela Versão King James tornaram-se ricos e prósperos e se transformaram nos maiores países do mundo - como aconteceu com a Inglaterra e os Estados Unidos.

Entretanto, no momento em que esses países começaram a permitir modificações nos textos da Bíblia King James, principiaram, também, a cair na apostasia generalizada e acabaram se transformando em exemplos de decadência moral e espiritual.

O objetivo da Ordem Jesuíta sempre foi destruir o Protestantismo e o conseguiu em parte, através de modificações na Palavra de Deus, valendo-se do liberalismo dos pastores evangélicos, que vêm sofrendo lavagem cerebral nas universidades inglesas e americanas - Cambridge, por exemplo - durante quase cinco séculos de penetração jesuíta nos países evangélicos. Depois de promoverem tantas guerras a fim de destruir o povo de Deus, os Jesuítas chegaram à conclusão de que, não conseguindo destruí-los pela força, iriam usar um método mais suave – o da penetração, que acabaria trazendo o Ecumenismo aos países protestantes, liquidando sua resistência às heresias do Catolicismo Romano.

No mesmo capítulo 13 do seu livro “Final Authority” sob o título “Entram os Jesuítas”, o Dr. William P. Grady descreve como se processou essa penetração jesuíta com o objetivo de destruir a fé genuína dos países protestantes, que adotavam a Bíblia King James como o seu modelo de fé e prática de vida. O Dr. Grady foi católico por 22 anos e converteu-se a Jesus Cristo. Hoje é um dos eruditos da Bíblia King James nos Estados Unidos.

O Dr. Grady afirma que houve intensa resistência de Satanás contra a Versão Autorizada, o qual se valeu da meretriz de Apocalipse 17, a fim de conseguir o seu intento. As raposas que se encarregaram de destruir a vinha foram os Jesuítas, mestres do engodo e da corrupção. A Bíblia ia ser traduzida para o povo inglês, que teria em sua própria língua a Palavra de Deus e logo surgiram os problemas causados pelos inimigos do verdadeiro Evangelho de Cristo. Vamos transmitir as palavras do Dr. Grady numa versão livre, certos de que Deus nos ajudará a interpretá-las da melhor maneira possível, para honra e glória do Nome do Seu Filho:

Com o projeto de tradução da Bíblia já se materializando, logo se fizeram sentir tremores no sentido de abalar a execução dessa obra. Em 26/10/1605, uma carta anônima foi entregue a Lord Chamberlain, em Monteagle, aconselhando-o a ficar longe da sessão de abertura do Parlamento Britânico, em 05/11/1605, a qual já havia sido adiada muitas vezes. Nessa ocasião o Rei Tiago I, sua família e todo o corpo parlamentar deveriam estar reunidos, no Palácio de Westminster.

A tal carta logo foi entregue ao Ministro Chefe, Robert Cecil, Primeiro Duque de Sallisbury, o qual, por sua vez, mostrou-a ao Rei Tiago, numa audiência privada, à meia noite. Logo em seguida, foi iniciada uma importante investigação para verificar a veracidade da ameaça.

Desconhecido do Rei, um bando de quatro católicos romanos constituído de Thomas Winter, Thomas Percy, John Wright e Guy Fawkes, o qual era dirigido por outro papista, Robert Catesby, havia feito um pacto no sentido de assassinar o Rei Tiago e todos os membros da Casa dos Comuns. Esse juramento fora selado com um solene recebimento da “santa comunhão” servida pelo padre jesuíta John Gerhard. Exércitos já haviam sido contrabandeados, a partir de Flandres, para facilitar o deflagrar de uma revolução aberta, logo que o Rei fosse assassinado. Esses mercenários foram conseguidos por um amplo círculo de conspiradores, entre os quais se incluía Sir Edward Digby e Francis Tresham.

Ainda bem que a História pertence ao Senhor Jesus Cristo, e por isso houve um repetido adiamento da sessão de abertura do Parlamento, o qual começou a deixar nervosos os conspiradores, especialmente porque um bom número de vítimas inocentes seria sacrificado nesse atentado. Após combinar com dois Jesuítas envolvidos, o Pe. Oswald Greenway (usando o confessionário) e o Pe. Henry Garret, o Provincial dos Jesuítas ingleses, ficou decidido um novo plano para minimizar a desnecessária carnificina. Na manhã em que se desenrolaria a conspiração, deveriam ser enviadas mensagens urgentes aos membros pró-católicos do Parlamento, a fim de que se retirassem da rota do perigo. A nota de Monteagle era uma das tais admoestações e fora enviada a Lord Chamberlain pelo seu parente católico, Francis Tresham.

Na madrugada do dia 05/11/1605, os agentes de segurança britânicos notaram a presença suspeita de Guy Fawkes (também conhecido como Guido Fawkes), um soldado católico, o qual estava de guarda, ao lado de fora da porta da adega do Palácio de Westminster. Logo se fez uma rápida inspeção no conteúdo da adega, quando foi feita uma descoberta estarrecedora.

Escondidos sob uma pilha de ervas secas e carvão, colocados em baixo do local exato onde o Rei se posicionaria dentro de poucas horas, estavam trinta e seis barris de pólvora, que os perplexos membros do serviço secreto do Rei descobriram na inspeção. Uma caixa de madeira inflamável, com fósforos, foi encontrada no bolso de Fawkes. À uma hora da manhã Fawkes foi convocado a comparecer diante do Concelho Real do Palácio Whitehall, onde apareceu voluntariamente, expressando como única desculpa o fato de “haver falhado em explodir o Rei escocês e seus seguranças escoceses, atirando-os de volta à Escócia, de onde vieram.”

Durante a realização do julgamento, em 27/01/1506, foi descoberto que os conspiradores haviam conseguido uma casa ali perto e trabalhado dezesseis horas diárias, durante quase um ano, cavando um túnel no subsolo, tentando chegar ao Palácio. Para sua frustração, eles descobriram que os alicerces do muro ao redor tinham nove pés de espessura. Uma segunda rota foi conseguida através de uma propriedade adjacente.

Após a descoberta da conspiração, Catesby e Percy foram assassinados, ficando Fawkes e três outros conspiradores para enfrentar o tribunal britânico, os quais foram executados na mesma semana, no terreno da Igreja de São Paulo. O “Dia de Guy Fawkes” ainda hoje é observado pelos católicos na Inglaterra.

Três meses depois, foi convocado o julgamento do padre jesuíta Henry Garret. É importante notar que o Pe. Garret, como Guy Fawkes, havia sido criado na Igreja Anglicana. Mais uma sentença de morte foi imposta. Notem que os tradutores da Bíblia King James estavam encarregados da salvação de almas humanas, o que levou Paine a fazer o seguinte comentário:

“Durante o enforcamento de Garret, no dia 03 de maio, John Overall, Deão da Igreja de São Paulo, tirou parte do seu precioso tempo de tradutor da Bíblia para estar presente ao enforcamento. Muito solene e caridosamente, ele e o Deão de Westminster tentaram fazer com que Garret ‘depositasse uma fé viva e verdadeira, voltando-se para Deus, fazendo uma declaração livre e aberta ao mundo do seu pecado, para descarregar sua consciência, demonstrando tristeza e arrependimento do seu pecado’. Contudo, Garret, firme em seus pontos de vista, pediu que não o perturbassem. Depois que os homens terminaram o seu doloroso dever, enforcando e esquartejando a vítima, o Deão Overall regressou à Igreja, para continuar sua tarefa de traduzir a Bíblia.

Após ter presenciado a macabra execução, a equipe do Velho Testamento de Overall, em Westminster, continuou a traduzir, entre outros, o verso de Samuel 10:24: Viva o Rei!

A explicação para o pastor contemporâneo seguidor da Bíblia está muito clara. Qualquer pastor que se coloca a favor da Bíblia King James deve encontrar, mais cedo ou mais tarde, trinta e seis barris de pólvora sob os seus pés. Para o ganhador de almas que deseja testemunhar fielmente de Cristo fica a admoestação da 1 Coríntios 16:9: “Porque uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu; e há muitos adversários.”

Os homens de Deus sabem por experiência que o meio mais rápido de atrair a ira de sua congregação é criticar a Igreja de Roma e suas falsificações da Bíblia (como as versões inglesas modernas de traduções baseadas na Vaticanus). Isso é devido ao fato de que os membros da Igreja passam a reconhecer a condição de perdidos dos seus conhecidos católicos, desejando dar-lhes o seu testemunho pessoal.

Os pastores corajosos ignoram as ameaças, dando preferência à injunção pastoral da 1 Timóteo 4:6:“Expondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Cristo Jesus, alimentando com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido”, combatendo a presença de uma Igreja maligna marcada por doutrinas espúrias, como a do celibato e do jejum (1 Timóteo 4:3).

O fato do antagonismo atual visto nas pessoas nascidas de novo é altamente significativo. Não existe maior evidência para a atual apostasia da verdadeira fé cristã do que a aceitação das heresias de Roma por crentes que professam ter sido regenerados pelo sangue de Cristo. Essa frouxidão é um típico fenômeno do século 20. O Dr. Thomas Holland, tradutor sênior do grupo Oxford, deixou escapar suas últimas palavras no leito de morte: “Eu vos comando a amar a Deus, odiando o papado e a superstição”. A própria Petição Milenar exigiu a supressão dos “usos papistas” no Livro de Oração Comum. Com esparsas referências a “Sua Santidade”, como sendo o homem do pecado, o Dr. Miles Smith não hesitou em admoestar, no prefácio do livro, contra os perigos dos “usos papais” no mesmo.

Jamais houve qualquer perda de amor aos católicos pelos ganhadores cristãos de almas, por lhes contarem a verdade sobre a sua Igreja. Quando um padre perguntou a John Wesley onde estava a religião dele, antes da Reforma, o fundador do Metodismo, que nada tinha de tolo, respondeu logo: “no mesmo lugar da sua, antes que você metesse a cara na lama”.

Sem dúvida, crentes como Wesley obtiveram sua inspiração nos escritos de Lutero, o qual parece ter atirado invectivas constantes na direção do seu “ex-patrão”, o papa. Ele se dirigia a “Sua Santidade” como “Sua Profanidade” e não deixou qualquer dúvida sobre o espírito anticatólico do seu tempo, quando escreveu:

“Muitos me acham contundente demais contra o papado. Pelo contrário, eu até lamento ser tão macio. Gostaria de poder fulminar e papa e o papado, como se o vento fosse um raio... Amaldiçoarei e censurarei esses vilões até ir para o túmulo, e jamais terei uma palavra gentil a favor deles... Sou incapaz de fazer minhas orações sem amaldiçoar essa gente, ao mesmo tempo. Se estou pronto a dizer “venha o teu reino”, também devo acrescentar: “amaldiçoado, condenado e destruído seja o papado”. De fato, sempre repito isso todos os dias, em meu coração, ininterruptamente. ... Nunca trabalho melhor do que quando estou cheio de raiva. Quando estou com raiva, posso escrever e orar melhor, posso pregar bem, pois assim todo o meu temperamento ferve e o meu entendimento fica mais agudo.” [Nesse ponto sou uma perfeita luterana !!!]

Quanto esta clara linha de demarcação condena o influxo firme para o Vaticano e o endosso de evangélicos e pseudofundamentalistas. Um mesmo pastor de alto conceito citado neste livro por seu endosso à Bíblia Viva também foi citado ao dizer: “Billy Graham e o papa são grandes líderes morais e sinto-me honrado em estar na presença deles”.

E por que uma herege como a Madre Teresa de Calcutá haveria de ser tão promovida nas livrarias cristãs como modelo de desempenho espiritual para o povo cristãos jovem? Onde ficam as convicções bíblicas de uma pessoa que recomenda uma mulher que declara:

“Qual a melhor maneira de encarar Deus face a face em nossa vida, senão nos tornarmos um melhor hindu, um melhor muçulmano, um católico melhor, ou um melhor, seja o que formos... O Deus de nossa mente deve aceitá-lo...” [Aqui Madre Teresa chamou Jesus de mentiroso, pois ele disse o contrário em João 14:6.]

Em seu livro “Global Peace and the Rise of the Antichrist”, Dave Hunt criticou a assim chamada autoridade de liderança na família cristã ao publicar um artigo que identificava João Paulo II como “o mais eminente líder religioso que usa o nome de Cristo”.

Quando o autor entrou em contato com o quartel general de James Dobson para uma explicação, foi polidamente informado pelo departamento de relações públicas de que “o Dr. Dobson é um psicólogo, não um teólogo cristão”. Para registro, ele é também um doleiro convicto pró-Vaticano e um comprometido de última hora.

Essa corte a Roma é especialmente infeliz, quando vista à luz da volumosa evidência documentando 15 séculos de carnificina realizada pelo Vaticano. O calibre do material discutido no capítulo 9 deste livro (Final Authority) é igualmente colocado no incinerador de papéis pela erudição neo-evangélica.

Por exemplo, encontramos o nome Torquemada conspicuamente ausente, tanto no índice como na seção de dez páginas que tratam da “Santa Inquisição”, no Eerdmans’ Handbook To The History of Christianity (ps. 314-323). Com referência a esses assassinos foi declarado: “Os inquisidores eram não apenas zelotes agitados... Muitos eram bem educados e devotados ao que eles consideravam ser o seu dever”.

Para saber quem eram esses assassinos católicos, devemos ler o Livro dos Mártires de John Fox:

“Torquemada foi um líder inquisidor até sua morte. Durante os 18 anos em que ele dirigiu o “Santo Ofício”, 10.220 pessoas foram queimadas vivas e 97.322 tiveram suas propriedades confiscadas ou foram aprisionadas ao ponto de parecer incrível, mas são dados por Llorente, historiador espanhol da Inquisição, o qual era bem qualificado para julgar com exatidão”.

Por outro lado, a mesma publicação neo-evangélica devota uma página inteira ao Papa João XXIII, creditando-o, entre outras coisas, com “profunda, senão tradicional piedade”. Ao mesmo tempo, relega o Massacre do Dia de S. Bartolomeu a meras 13 palavras, num lugar qualquer.

Com pelo menos dois historiadores alistados entre os autores contribuintes, não nos surpreendemos que o pessoal da Eerdmans’ prefira que você leia sobre a “bondade e testemunho” do papa João XXIII do que sobre o bárbaro massacre de mais de dez mil cristãos bíblicos huguenotes, realizado pelos católicos romanos sequiosos de sangue inocente, no dia 14/08/1572.

Entre os milhões de vítimas papais, os Anabatistas foram os que mais sofreram. No ano de 1528, Carlos V, imperador fanaticamente católico do Sacro Império Romano (1550-1558), proclamou um édito transformando o “re-batismo” em crime capital. A Dieta de Speyer de 1529 sancionou o decreto do imperador e ordenou que esses “hereges” fossem privados de qualquer processo judicial e imediata e sumariamente liquidados como “bestas selvagens”. Um historiador anabatista nos deixou um legado desse movimento:

“Alguns eram engradados e cortados em pedaços; outros eram queimados até as cinzas e o pó; alguns eram assados em pilhas ou rasgados com garfões incandescentes... outros eram pendurados em árvores, decapitados com espadas e atirados na água... Alguns eram confinados a escuras prisões, até à morte por inanição.. Alguns considerados jovens demais para execução eram barbaramente açoitados e em seguida atirados em calabouços... Muitos tinham seus queixos perfurados... Os demais eram caçados de um país para outro. Como corujas e corvos, que não se atreviam a voar durante o dia, eles eram forçados a se esconder e viver em rochas, fendas e florestas selvagens, ou em cavernas e despenhadeiros”.

Contudo, pelo último insight sobre o caráter demoníaco da “santa madre igreja”, vejamos o tratamento que ela dispensava aos seus próprios membros. No ano 897, o Papa Formoso foi levado a julgamento pelo Papa Estevão VI, sob acusação de ter violado certas leis da Igreja. Como Formoso não podia falar, um diácono ficou de pé respondendo as acusações em nome do mudo acusado. O pior é que essa não foi uma ação judicial comum. O que a tornou especial é que o acusado fora convocado diretamente do cemitério papal. Hubert nos informa:

“O cadáver foi vestido com as vestes papais, sentado num trono e levado a julgamento. Sendo considerado culpado de todas as acusações que lhe eram impingidas, foi despido das vestes papais. Os três dedos da mão direita, com os quais os papas abençoam, foram-lhe sumariamente decepados e seus restos mortais atirados ao Rio Tibre”.

Quando chamados a prestar contas dessas atrocidades, os apologistas católicos invariavelmente se escondem atrás de retóricas, tais como: ”espírito da época” ou “atos infelizes de uma era de trevas”, etc. Que isso é pura bobagem pode ser comprovado através de um exame do sangue derramado pelos Católicos, em pleno século 20. Obras referentes ao assunto, como “The Vatican Holocaust”, de Avro Manhattan e “Convert ... or Die”, de Edmond Paris, são vivos documentários de que a Igreja Católica liquidou quase 800.000 Sérvios ortodoxos na Croácia católica, durante os anos de 1940-45. Esses totais representam 40 vezes a conta fatídica da “Santa Inquisição” e do “Massacre do Dia de S. Bartolomeu” juntos. [Onde está a desculpa de estarmos vivendo na Era das trevas?]

Da próxima vez em que um católico iludido tentar desmentir sua herança assassina dizendo ser “coisa do passado” peça-lhe para explicar o porquê de:


  • 250 camponeses sepultados vivos, no distrito sérvio de Bjelovar.
  • 2.000 crianças mortas com gás letal, no campo de concentração de Bosanska Gradiska Um pai e um filho crucificados juntos e em seguida queimados dentro de sua própria casa, em Mlinister.
  • Mães e filhos, de até 3 anos, empalados na mesma estaca, em Gorevac. Uma mãe forçada a segurar a bacia que recebia o sangue de seus quatro filhos, quando suas gargantas foram cortadas em Konsinj.
  • Uma mãe grávida tendo o bebê arrancado do seu útero e no lugar deste colocado um gato, no campo de Jasenovac.
  • 1360 prisioneiros tendo suas gargantas cortadas, numa só noite, por um só guarda (Peter Brzica), durante um sádico concurso de cortadores de gargantas, também em Jasenovac.

Desmembramentos, degolamentos, coroas de espinho, facas graviso especializadas em cortar gargantas, colares feitos de línguas e olhos humanos, confinamento de prisioneiros em quartos cheios de sangue até os joelhos e 10 mil outras atrocidades coordenadas pelo arcebispo católico romano, Aloysio Stepinac, o qual rezou na abertura do Parlamento Croata, em fevereiro de 1942, pedindo que “o Espírito Santo descesse sobre as afiadas facas dos ustashis (exército católico de guerrilha, ou Ação Católica). [Tudo isso está no livro de Avro Manhattan, “The Vatican Holocaust, por nós traduzido, em 1998.”]

Conforme é sabido pelos que gostam de ler, o papa havia perdido quase a metade da Europa com a chegada da Imprensa de Guttemberg. Mc Cluse sintetiza o assunto da seguinte maneira:

“A publicação da Bíblia provou ser a barreira mais forte jamais edificada para conter o avanço do papado e para danificar-lhe os recursos. Originalmente programada para atingir 5 a 6 milhões de habitantes, nos limites das Ilhas Britânicas, a publicação logo se solidificou, firmando sua linguagem, atingindo até os antes não alcançados e continuando a avançar, desde então, por todas as ilhas e praias de todos os mares”.

Tendo alcançado possessões territoriais impossíveis de avaliação, durante tantos séculos, o Vaticano não iria desistir de sua luta. Em destaque estava a sua perene adesão aos negócios desta vida, conforme descrito em Apocalipse 18:12-13:

“Mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérola, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata, e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore, e canela de cheiro, especiarias, incenso, ungüento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado, ovelhas, e de cavalos, de carros, de escravos, e até almas humanas”.

No sentido de reaver a sua “praça de mercado”, Roma se muniu com uma alta elite para-militar à unidade da Gestapo, a qual faria Himmler parecer um garoto de escola dominical. Deslanchando o que os historiadores chamam de Contra-Reforma, a infame Sociedade de Jesus foi fundada por Inácio de Loyola, em 1534. Mais comumente conhecida como Ordem Jesuíta, seu juramentado objetivo tem sido reaver os “filhos” de volta a Roma, centralizando seus ataques noTextus Receptus e resultantes traduções inglesas.

Por causa dessa sede, além de anos de treinamento militar, a Ordem insistiu num arregimentado programa de disciplina, de autonegação e, acima de tudo, de cega lealdade ao papa. Compreensivelmente esse resultado desejado seria obtido através de intensos graus de lavagem cerebral. Boehmer escreve:

“Inácio entendeu mais claramente do que qualquer outro líder de homens que a melhor maneira de erguer um homem até um certo ideal é se tornar senhor de sua mente. ‘Imbuímos dentro dele forças espirituais que ele terá dificuldade de eliminar, mais tarde’. Forças mais duradouras do que os melhores princípios e doutrinas, essas forças podem emergir novamente à superfície, algumas vezes, após anos, mesmo não sendo mencionadas, tornando-se de tal modo imperativas que a vontade fica incapaz de se opor a qualquer obstáculo e é forçada a seguir o seu impulso irresistível”.

O exército que se dedicou à destruição da Bíblia King James não cochila durante a noite. Há quase 500 anos Loyola embarcou num programa que formaria o tipo atual de agente secreto, muito superior a tudo que o mundo já tem visto. Huber comenta:

“A obediência militar não chega aos pés da obediência jesuíta. Esta é mais ampla, pois se apossa do homem total e não se satisfaz, como a outra, com o ato exterior, mas exige o sacrifício da vontade e que seja deixado de lado o próprio julgamento”.

Exigindo que todos os soldados repitam centenas de vezes que o seu general (também chamado de Papa Negro por causa de sua negra batina), não é outro senão o próprio Cristo, Inácio foi capaz de insistir em que os seus seguidores devem ver “preto como branco”, se a Igreja assim o declarar.

A nova e impressionante Ordem de Loyola proveu Roma da necessária inspiração para embarcar no histórico Concílio de Trento (1545-1563). Era intenção da Igreja através desse Concílio reafirmar a teologia básica mais medieval, ao mesmo tempo em que pronunciava anátemas sobre todos e quaisquer dissidentes. Algumas das mais notáveis declarações diziam respeito a:


  • Reconhecimento do Velho Testamento apócrifo como inspirado.
  • Aceitação das tradições da Igreja com autoridade igual à das Escrituras.
  • Sanção oficial do purgatório.
  • Repúdio à doutrina da salvação somente pela fé.


Um trecho deste cânon assim declarava:

“Se alguém disser que somente pela fé o ímpio é justificado, exatamente desse modo, e que nada mais é exigido... que seja anátema. Se alguém diz que Jesus Cristo foi entregue por Deus aos homens como redentor dos que nele confiam e também não como legislador dos que obedecem... seja anátema.

De acordo com Loyola, o propósito de sua Ordem era “promover a maior glória de Deus”. Isso poderia ser traduzido como a escravização de todo o planeta à indisputável autoridade do pontífice romano.

Os Jesuítas iniciaram sua tentativa de conquistar o mundo, estabelecendo “casas” nas nações ainda favoráveis ao Catolicismo, como Itália, Portugal e Espanha. Tendo estabelecido sua frente doméstica, “missionários” como Francisco Xavier (1506-12552) foram despachados para o Oriente e outras terras distantes, até então não atingidas por outra fé.


Até aqui falou o Dr. William Grady, no capítulo 13 do seu livro “Final Authority”.

Diz Phelps que Roma sempre opera com duas políticas diferentes. Uma se destina ao consumo público universal e é sempre falsa. A outra - a verdadeira - é a sua política secreta, posta em ação para conseguir os seus objetivos, que devem ser alcançados a qualquer preço. À luz dessas duas políticas, qual seria a posição de JP2, o homem que trabalhava na IG Farben alemã, vizinha ao campo de concentração de Auschwitz, durante a II Guerra Mundial? Desculpando-se, agora, dos horrores do Holocausto, este hipócrita "vigário de Cristo" está apenas tentando ganhar as boas graças do mundo, a fim de obter o controle de Jerusalém. Na I Guerra Mundial o Vaticano preparou a nação de Israel para os judeus e na II Guerra ele preparou o povo de Israel para a nação, onde os judeus estão sendo concentrados, a fim de aguardar o momento em que serão transformados na última "oferta queimada" da Igreja Católica ao seu deus - o papa de Roma.

O ex-padre católico canadense, Charles Chiniquy, em seu livro “Fifty Years in the Church of Rome”, escreve o seguinte sobre a Ordem Jesuíta, citando o “Memorial do Cativeiro de Napoleão em Santa Helena”, segundo o General Montholon:

Os Jesuítas são uma organização militar e não uma ordem religiosa. Seu líder é um general de exército, não um mero abade superior de um mosteiro. O objetivo da Ordem é o poder. Poder no mais despótico exercício. Poder universal e absoluto para controlar o mundo através da vontade de um único homem. O Jesuitismo é a mais absoluta forma de despotismo e também o mais enorme de todos os abusos... O General dos Jesuítas insiste em ser mestre soberano sobre toda a soberania. Onde quer que os Jesuítas sejam admitidos, eles serão os mestres, a qualquer preço. Sua Sociedade é, por natureza, ditatorial e, portanto, inimiga de qualquer autoridade constituída. Todos os seus atos criminosos, por mais atrozes, quando cometidos no interesse da Sociedade, ou por ordem do General, significam obras meritórias”.



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Capítulo 3

Objetivos da Ordem Jesuíta


1. Destruir as três grandes religiões que não obedecem ao papa, isto é, a Ortodoxa, o Islamismo e, principalmente, o Protestantismo.
2. Criar uma Nova Ordem Mundial, através da dissolução de todos os governos democráticos e liberais, a fim de estabelecer um governo absolutista único, sob a égide do papa de Roma, como na Era das Trevas.
3. Construir o Templo de Salomão em Jerusalém, de onde, o papa de Roma governará o mundo, econômica, política e espiritualmente, através do Papa Negro (Este poderá ser o Anticristo dirigido pelo falso profeta).


Restaurados em 1814, os Jesuítas voltaram com toda a força e passaram a governar o Vaticano, como acontece ainda hoje. Os planos para o estabelecimento de governo mundial já haviam sido delineados antes da perda dos Estados papais, conforme reunião dos líderes jesuítas, em 1825, um resumo da qual vamos apresentar, extraído do livro "Vatican Assassins", de Eric Jon Phelps, citando o livro "The Jesuits History", de Hector Macpherson, da Ozark Book Publications, edição de 1997, ps. 365-369 do Apêndice I. Leiamos a seguir:

Em 1825, onze anos após o reavivamento da Ordem Jesuíta, teve lugar, no Colégio Jesuíta Chieri, na cidade de Turim, Itália, um encontro secreto dos líderes da Ordem, durante o qual foram discutidos os planos para o fortalecimento do poder do papa, no mundo inteiro, e para o estabelecimento de governos que apoiassem os esquemas e ambições dos jesuítas. Os que a estes se opusessem deveriam ser esmagados sem piedade.

Um jesuíta jovem, chamado Leone, favorito do reitor do Colégio (o qual viria a se tornar, em seguida, o General da Ordem), foi o taquígrafo dos discursos e discussões ali apresentados. Essas notas foram depois publicadas por um editor francês e, em 1848, foram traduzidas para o Inglês e inteiramente autenticadas, podendo ser lidas no Museu Britânico, onde se encontram guardadas. Leiamos:

A - Plano a longo alcance para o governo mundial

A primeira geração (1825-1865) não nos pertencerá. A segunda geração (1865-1905) quase nos pertencerá. A terceira geração (1905-1945), sem dúvida alguma, nos pertencerá.

Sabemos que o nosso desejo é estabelecer um Império Mundial [A partir de 1945, tendo se aliado aos vencedores da II Guerra Mundial, quando viram que Hitler estava perdendo a guerra, os jesuítas tomaram as seguintes providências:

a) transportar para os bancos da Suíça e América todo o ouro dos nazistas, o que foi feito através do "Trem da Misericórdia".

b) Aplicar esse dinheiro para enriquecer o Vaticano e corromper os governos e as consciências individuais, através do poder econômico.\

c) Contrabandear os criminosos de guerra nazistas, colocando-os em postos chaves para influenciar os destinos da nação mais rica do Ocidente, os Estados Unidos da América.]


B - Trabalhando em silêncio e usando a falsidade

Vamos dar preferência a uma guerra secreta, evitando publicidade. Cada bispo deve agir rigorosamente sobre o seu rebanho, sendo gentil, porém inflexível. Ele deve ser orientado a assumir a humildade de um cordeiro... para ganhar todos os corações. Mas que também saiba agir com ferocidade, quando tiver de defender os direitos da Igreja... Que nada nos possa diferenciar dos outros homens, em matéria de aparência. Exteriormente, todo católico deve ser sociável, acalentando, ao mesmo tempo, dentro de si, um ódio concentrado e indômita antipatia pelos inimigos [Um dos segredos do Ecumenismo]

C - Promovendo Revoluções e guerra entre as classes, para desestabelecer os oponentes.

Quando a ebulição (estado de efervescência), que estamos fomentando secretamente, tiver atingido o clímax, a tampa do caldeirão será repentinamente removida e então derramaremos o nosso fogo líquido sobre os políticos intrujões, os quais são ignorantes e desatentos, a ponto de nos servir de ferramentas [Hitler, Mussolini, Pavelic, Dolfuss, Stalin, Roosevelt, na II Guerra Mundial]. Desse modo, nossos esforços resultarão numa revolução digna do nome, a qual combinará,numa conquista universal [grifo nosso] todas as conquistas já realizadas. [Isso já aconteceu com o estabelecimento da União Européia, em conseqüência da II Guerra Mundial, da Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim.]

Para não perdermos de vista esse objetivo maior, as pessoas devem ser moldadas conforme o nosso propósito... Sim, o povo é o vasto domínio a ser conquistado... As classes mais altas têm sido sempre inacessíveis às mais baixas, portanto devemos acalentar entre elas a antipatia mútua. Vamos acalentar o populacho, que é, sem dúvida, um implemento de poder. Que possa este nos considerar seus calorosos defensores. Favorecendo os seus desejos [Nos Estados Unidos, o Movimento dos Direitos Civis dos Negros, e, no Brasil, o dos Sem-Terra]. Devemos alimentar o fogo de sua ira, abrindo diante dele (o populacho) a esperança de uma Era de Ouro (Nova Ordem Mundial). [Depois disso, quem pode duvidar que "Os Protocolos dos Sábios de Sião" sejam obra dos Jesuítas e não dos Judeus?]

D - Influenciando os grandes e poderosos

É sobre os grandes que devemos exercer particular influência. Devemos levá-los a crer que, num período tempestuoso, não existe segurança alguma para eles, a não ser através de nossa mediação. Devemos mostrar-lhes que a causa do mal e da fermentação das massas vai permanecer, enquanto existir o Protestantismo, devendo este ser sumariamente erradicado (grifo nosso). [Considerando que os Estados Unidos são o baluarte do Protestantismo no Ocidente, até quando esse país poderia ficar a salvo de um ato terrorista árabe, financiado pelos Jesuítas?]]

E - Usando autores e escritores

Devemos, de todas as maneiras, garantir a ajuda dos pensadores modernos, qualquer que seja a natureza de suas opiniões. Se puderem ser induzidos a escrever em nosso favor, devemos pagar-lhes bem, quer seja em dinheiro, ou em elogios.

F - A Irlanda é nossa esperança

Padres iniciados, grandes são as esperanças que tenho nas energias da NOSSA IRLANDA. Ela é a nossa campeã. Devemos ungi-la, efetivamente, com o nosso óleo, de modo que, ao contender com o seu tirano (Inglaterra), ela possa sempre escapar de suas garras. Em quantas armadilhas vai se meter a loba britânica, se apenas escutar os nossos conselhos... E o que não faremos com um povo idiota, selvagem e faminto (os irlandeses)? A Irlanda poderá vir a ser o nosso Sansão, derrotando os filisteus com uma queixada de jumento.

Agora vocês já sabem qual foi o batismo de fogo que derramei sobre as cabeças dos meus penitentes no confessionário, na Irlanda, quando lhes dizia: "Pobre povo! Quanto eles vos têm degradado... Olhem para esses grandes senhores de terras, circulando em meio às riquezas, devorando a terra e zombando de vocês... E, contudo, se vocês soubessem usar a força que têm, seriam bem mais fortes. [Essa foi a maneira de agitar os pobres católicos irlandeses contra os protestantes, a fim de justificar o comunismo socialista e criar a guerra civil, que já dura tantos anos, ceifando milhares de vidas].

G - Uma raça católica dominante

O povo católico é o sucessor do povo de Deus (Israel) [Essa maléfica teoria de Agostinho de Hipona, que os protestantes assimilaram, é a raiz de todo o anti-semitismo no mundo] e, conseqüentemente, os hereges, são inimigos, que temos obrigação de exterminar (grifo nosso). Podemos dizer que Deus nos destinou para o extermínio desses cananeus, ou seja, todas as nações que se recusam a entrar na unidade da Igreja, e que o Vigário de Cristo (o papa) foi nomeado para executar esse julgamento, no devido tempo [Em minha opinião esse tempo está se aproximando, pois agora, com os aviões possantes, as armas nucleares, o terrorismo árabe e a Internet, os Jesuítas já podem controlar e até mesmo destruir os Estados Unidos, baluarte ocidental da Democracia e do Protestantismo, em menos de uma hora. Que Deus tenha piedade de todos nós. Isso pode acontecer até o ano de 2007].

H - Ódio aos Protestantes

Tudo vai sair bem, contanto que possamos conseguir que um católico, desde a mais tenra infância, possa abominar até mesmo a respiração de um herege.

Os católicos devem ser imbuídos desse ódio contra os hereges, quem quer que sejam eles, e que esse ódio continue aumentando e os conserve sempre unidos, através do mesmo. Mas que tal sentimento jamais seja demonstrado (Ecumenismo), até que possa explodir no dia oportuno. [Atenção, protestantes ecumênicos, vejam o que nos aguarda, no dia da vingança do Papa Negro!] Que possamos combinar o nosso ódio secreto com o máximo de esforço, no sentido de separar os confiáveis de todo governo inimigo, a fim de empregá-los, quando formarem um corpo unido, para desfechar os golpes mortais contra os hereges. [Eles usaram a NKVD de Stalin e a SS de Hitler para liquidar os judeus e os protestantes, na Rússia, durante a II Guerra Mundial, - 1939-1945 - e usaram os croatas para liquidar os Sérvios, entre 1943-1945.]

Quando chegar a noite, vamos pagar-lhes em moeda sonante, como se estivéssemos na idade Média (grifo nosso). Que eles se gloriem de que nenhuma centelha resta agora sob as cinzas das estacas, a fim de podermos atear novos fogos... Eles nem sequer imaginam que somente nós sabemos como preparar uma revolução (que foram as duas Guerras Mundiais), diante da qual as outras foram apenas ínfimas insurreições. Quando nos chamam de "jesuítas" eles pensam estar nos cobrindo de opróbrio. Contudo, nem suspeitam que lhes temos reservado o embargo da censura e as chamas, para o dia em que nos tornarmos os seus senhores.

I - Destruir os Protestantes
Guardemos no recôndito dos nossos corações o princípio de que qualquer um que não se juntar a nós deverá ser ANIQUILADO (grifo nosso) e estejamos prontos a fazer isso, tão logo tenhamos os meios [já conseguidos através do Federal Reserve Bank (USA) e da União Européia, onde já está sendo organizado o mais poderoso exército do mundo].

O Protestantismo já está se desgastando e afundando. Sim, estamos já zombando de sua lenta agonia, marchando sobre o seu esqueleto e sobre os seus ossos dispersos. Vamos apressar a sua dissolução, através de nossos esforços combinados [Ecumenismo e Movimento Carismático]. O Protestantismo está se decompondo [Movimentos ocultistas, copiados dos cursilhos católicos, penetrando nas igrejas evangélicas e causando divisões]. Temos altas personalidades, já por nós convencidas de que, se continuarem defendendo o Protestantismo, estarão perdidas.

J - Visão da Bíblia

Ora, a Bíblia (Versão Autorizada de 1611 - King James Bible), essa serpente de cabeça erguida e olhos flamejantes, nos tem ameaçado com o seu veneno, à medida que se arrasta pela terra. Contudo, ela será trocada por outra[Revised Version e as sucessivas versões modernas, que têm aparecido, como a Today´s English Version, a New King James, a Good News Bible, a NIV, etc., todas elas embasadas nos corrompidos textos a favor da Vulgata Latina e de Westcott e Hort, a partir de 1881, as quais seguem as normas do Concílio de Trento, e têm sido espalhadas em todo o mundo pelos jesuítas, a começar de Dublin, Irlanda, como o golpe de misericórdia contra o Protestantismo]... Durante estes últimos séculos (1611-1825) esta áspide não nos tem dado descanso. Bem sabeis em que confusão ela nos tem colocado e com que dentes venenosos nos tem mastigado. (grifo nosso)

Estas palavras ditas numa reunião secreta dos líderes jesuítas, em 1825, levaram quase 180 anos para se transformar em realidade com a criação do Mercado Comum Europeu seguido pela União Européia. Com o lançamento do Euro, em 2002, logo surgirá a necessidade de uma unidade religiosa, visto como existirá a união econômica, política e monetária. Agora, se vocês não entenderam as palavras daquele arcebispo brasileiro entrevistado pela TV, falando de "maior entendimento religioso" entre os povos, posso explicar. No Consistório realizado em Roma, com a presença de todos os cardeais da Igreja, a pauta principal foi a instituição da unidade religiosa, ou seja, a Religião Mundial, encabeçada pelo Papa Negro, o Conde Peter Hans Kolvenbach, que já está no poder mundial. Segundo Phelps, os Jesuítas controlam o Federal Reserve Bank, a CIA, o FBI, as multinacionais de petróleo, ferro, aço, as telecomunicações, a energia elétrica, enfim, controlam toda a economia ocidental, segundo os escritores Avro Manhattan (The Vatican Billions), Dave Hunt (A Woman Rides the Beast) e Eric Jon Phelps, (Vatican Assassins), três dos maiores pesquisadores de Catolicismo Romano, no século XX, autores de livros que têm sido apreendidos e colocados no "Index", que a Igreja garante não mais estar em funcionamento, mentindo, como sempre tem mentido ao longo dos seus dezesseis séculos de mentiras.

Diz Phelps que quando a Ordem incrementou os divertimentos (como Disneylândia e TV, por exemplo, os grandes campeonatos de beisebol e futebol, bem como as olimpíadas mundiais), estava apenas tentando anestesiar o povo do Ocidente para que este não se apercebesse do perigo que se aproximava.

Com um simples atentado terrorista ou um corte sumário de energia elétrica, nos países do Ocidente, o Papa Negro pode destruir, em poucos dias, a soberania de todos esses países. Já não podemos resistir ao abraço de urso com que Roma se preparou para nos esmagar. Nossos pastores dormiram, no conforto dos seus gabinetes pastorais, e não conseguiram nos preparar para esse tempo de dores que se avizinha.

Leiamos a Bíblia e oremos de joelhos para que Deus nos dê força para a tribulação e o martírio que se aproximam, a fim de que não venhamos a renegar o Nome Santo e glorioso do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo,"crucificando-O novamente e expondo-O ao vitupério" (Hebreus 6.6-c), com a nossa covardia de cristãos imaturos, que preferem ficar na frente da maior arma do Vaticano, a TV, em vez de ler e pesquisar a santa Palavra de Deus.

Vejamos agora, segundo Phelps, quais eram os objetivos da Ordem, com o estabelecimento da Guerra Fria:

1. Exterminar todos os "hereges e liberais" no mundo inteiro, conforme o pacto dos Jesuítas e o Concílio de Trento.

2. Destruir o seu grande inimigo, o Império Britânico [o que já foi praticamente conseguido com o estabelecimento da União Européia].

3. Destruir a liberdade popular e a soberania das nações, colocando no poder ditadores leais a Roma, conforme a política da Sacra Aliança dos jesuítas. Para isso basta que façam um atentado terrorista de grandes proporções, o qual justifique o estabelecimento de um regime militar.

4. Estabelecer o Estado de Israel, para a futura adoração ao papa eleito, em Jerusalém, congregando ali o povo de Deus para o holocausto final.

5. Construir e aperfeiçoar a Comunidade da Inteligência Internacional, atingindo os propósitos do Santo Ofício da Inquisição final dos jesuítas, cujo líder atual é um ex-nazista, o idoso cardeal Joseph Ratzinger.

6. Preparar o Império Americano (USA) para a sua destruição, usando o negócio internacional das drogas, a medicina alopática e o terrorismo árabe (ou chinês). Construir a máquina de guerra e a Marinha Mercante, com o propósito de invadir a América, a partir do Ocidente (usando os chineses com os seus 200 milhões de cavalaria, em troca da abertura de todos os portos comerciais aos produtos chineses, ou os árabes em troca da destruição de Israel). Com a invasão da América será destruído o último porto seguro dos protestantes, batistas e judeus, no mundo inteiro.

Isso já foi quase conseguido, durante o século 20, através dos seguintes recursos:

a. Edições de Bíblia corrompidas, embasadas nos textos alexandrinos (os da Vulgata Latina) de Westcott e Hort, dois anglicanos apóstatas a serviço dos jesuítas. Essas "bíblias" corromperam a fé cristã e conduziram o povo americano (e de todo o Ocidente) a aceitar as doutrinas espúrias da Nova Era (e do Espiritismo em geral), as quais invadiram os Estados Unidos, através dos imigrantes orientais e da América Central.

b. Apropriação e controle total da mídia em todo o Ocidente, a qual apresenta ao público somente o que convém aos propósitos da Ordem Jesuíta. Um exemplo disso é a divulgação das guerras civis na Irlanda, Tchecoslováquia e Iugoslávia, em que os protestantes e os sérvios são sempre os vilões...

c. Apropriação de altas quantidades de ações nas maiores corporações do Ocidente, usando o ouro roubado (pelos nazistas) dos judeus e dos protestantes mortos na II Guerra Mundial. Do dinheiro arrecadado através do Imposto de Renda, dos serviços religiosos e das "doações voluntárias" feitas pelas viúvas de grandes empresários católicos e pelos moribundos ricos, em seus leitos de morte, sempre assistidos pelos jesuítas, conforme instruções contidas em sua Monita.

Capítulo 4

Opiniões sobre os Jesuítas e o Vaticano

Do livro "Vatican Assassins" de Eric Jon Phelps, colhemos algumas opiniões de personalidades mundiais a respeito da Ordem Jesuíta e do Vaticano:

Thomas Crammer, Arcebispo Anglicano de Canterbury, executado por ordem de "Bloody Mary", disse o seguinte, em 1556:

"Recuso o papa, que é inimigo de Cristo, pois é o Anticristo, com toda a sua falsa doutrina".

Melchior Cano, padre dominicano, disse, em 1560:

"Os Jesuítas são os pioneiros do Anticristo... Se os membros da Sociedade continuarem a agir do modo como começaram, Deus permita que não chegue o tempo em que os reis desejarão resistir-lhes, porém não mais terão possibilidade de fazê-lo". [Convém notar que isso já tem acontecido, desde o final do Século XIX]

William Shakespeare (ou Edward de Vere, décimo sétimo Conde de Oxford), assim se expressou a respeito das terríveis conspirações para o fracassado assassinato da Rainha Elizabeth I, de quem, dizem alguns cronistas da época, ele era filho:

"Durante o ano de 1570, ... Oxford havia permanecido insuspeita, embora sua intimidade com os primos católicos e o seu círculo de amigos intelectuais tivessem aumentado. Finalmente, ... estes, por um descuido, lhe confidenciaram, em dezembro de 1580, os seus planos de destronar Elizabeth e substituí-la por Mary Stuart, Rainha da Escócia, no trono da Inglaterra. Para sua honra... foi depressa até a Rainha - a soberana à qual, como um cavaleiro feudal, ele havia jurado irrestrita fidelidade...

Eward Coke, jurista inglês, tem a palavra, em 1605:

A traição era algo de propriedade dos Jesuítas, desde que colocaram os pés nesta terra e jamais passaram quatro anos sem cometer a mais pestilenta e perniciosa traição, tentando subverter todo o Estado".

M. de Canaye, Embaixador Francês do Rei Henrique IV, em Veneza, 1606:

"Os Jesuítas fazem uso da confissão para obter informações sobre a capacidade, disposição e modo de viver de seus penitentes e dos principais assuntos das cidades onde estes vivem. Isso eles fazem para conseguir familiarizar-se exatamente com todos os detalhes, a fim de se tornar a par da força, dos meios e das circunstâncias de cada Estado e de cada família".

Samuel Rutherford, pregador presbiteriano inglês (1644) disse:

"Os bons conselheiros de grandes estadistas, que os parlamentos de ambos os reinos tirariam da majestade do Rei, são agora uma facção de perjúrios papistas, prelados, Jesuítas... subvertedores de todas as leis divinas e humanas, de Deus, da Igreja e do Estado". [Imaginem se ele visse o país, agora...]

Frederick Schiller, poeta e dramaturgo alemão (1790), assim se expressa:

"...Uma desoladora Guerra dos Trinta Anos, a qual, do interior da Boêmia até a entrada de Sheldt, e dos bancos do Po, até as costas do Báltico, devastou países inteiros, destruindo colheitas e reduzindo a cinzas cidades e vilas. Que abriu sepultura para muitos milhares de combatentes, e por quase metade de um século sufocou as tremulantes chamas da civilização alemã, e jogou para trás o progresso do país nas antigas babarie e selvageria".

O General Lafayette, em 1799, falou:

"Em minha opinião, se as liberdades deste país - os Estados Unidos da América - forem destruídas, isso acontecerá através da sutileza dos padres jesuítas católicos, pois eles são os mais astutos e perigosos inimigos da liberdade civil e religiosa. Foram eles que instigaram a maior parte das guerras na Europa".

John Adams, 6o. Presidente dos Estados Unidos, escrevendo ao 3o. Presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson, em 1816:

"Minha "História dos Jesuítas" está no quarto volume dos doze, publicados em Amsterdã. A obra é anônima, porque, como suponho, o autor estava com medo, como todos os monarcas da Europa estavam, nesse tempo, de ser assassinado pelos Jesuítas".

William Howitt, historiador inglês ("A Popular History of Priestcraft) assim se refere aos Jesuítas, em 1833:

"Cada leitor inglês já se tornou familiarizado com a contínua tentativa dessas teimosas e miseráveis criaturas (os Jesuítas) contra as liberdades da Inglaterra, e as vidas de Elizabeth e Tiago I. Os nomes de Crichton, Garnett, Parry, Cullen, Gerard e Tesmond, sucessivamente comprometidos no propósito de assassinar a rainha protestante, ou na tentativa de explodir nossa rica Inglaterra e todo o seu Parlamento, servirá para perpetuar na Inglaterra o ódio contra eles..."

O Pr. Robert J. Breckinridge, presbiteriano, disse o seguinte, em 1841:

"Os Jesuítas dirigem todos os assuntos e delineiam os princípios da Igreja do Papa, nos Estados Unidos.

Estes fatos são aterradores. Embora os tenhamos há muito conhecido - ficamos chocados com as suas obras malignas, que esta nova prova apresenta às nossas mentes. Sim, repetimos: a nação não pode evitar as mais horrendas calamidades provindas dessa fatal e corrupta Sociedade, a não ser que medidas rápidas e vigorosas possam ser tomadas para impedir que a Ordem se propague.

A Sociedade de Jesus é inimiga do homem. Toda a raça humana deveria se unir para destruí-la. Céus e terra deveriam regozijar-se juntos sobre a sua tumba. Desse modo, não existe outra alternativa entre a sua total extirpação e a absoluta corrupção e degradação da humanidade". [Os presidentes e a Igreja Protestante dos Estados Unidos não tomaram esse conselho e o resultado é que hoje o país mais rico e influente do Ocidente é apenas um satélite da Ordem de Loyola.]

Engene Sue, historiador e médico francês, assim falou, em 1844:

"Ai de todos aqueles que a eles [os Jesuítas] se opunham. Mais cedo ou mais tarde, direta ou indiretamente, eram cruelmente atacados, sempre irremediavelmente - alguns em suas relações mais caras, outros em seu crédito. Alguns em sua honra, outros em suas funções oficiais. E tudo isso em ações secretas, silenciosas, contínuas e latentes, trazendo, na hora, um dissolvente terrível e misterioso, o qual minava visivelmente as reputações, fortunas e posições, mesmo quando solidamente estabelecidas, até o momento em que estas afundavam, para sempre, no abismo, em meio à surpresa e ao terror dos seus executores."

Lord Macaulay, historiador inglês, assim se expressa (1848) a respeito dos Jesuítas:

"Apesar dos oceanos e desertos, da fome e da pestilência, dos espiões e das leis penalizantes, dos cárceres e das detenções, das galés e das masmorras, os Jesuítas podiam ser encontrados sob qualquer disfarce, em qualquer país. Como eruditos, físicos, comerciantes, servidores... para conspirar contra os tronos e as vidas dos reis apóstatas, para espalhar malignos rumores, promover tumultos, inflamar guerras civis, para armar o braço dos assassinos, para dar aos maus governantes o direito de governar o povo, de qualquer pessoa enfiar a faca no coração de um mau governante, foram inculcados pelo mesmo homem, conforme este mesmo se dirigiu ao súdito de Filipe ou ao súdito de Elizabeth..."

André Daupin, estadista francês, falou, em 1848:

"Os Jesuítas são uma espada desembainhada, cujo manejo está em Roma, porém sua lâmina está em toda parte, invisível, até que seja sentido o seu toque".

G. B. Nicolini de Roma, 1854, patriota italiano católico, convertido e exilado na Inglaterra, diz em sua "History of the Jesuits":

"O governo da Companhia de Jesus é puramente monárquico e o seu General é o seu absoluto e incontrolável rei... Inácio de Loyola foi, acima de tudo, ansioso para controlar o espírito dos seus discípulos. A seu ver, eles deveriam ser humildes e submissos ao máximo. O Jesuíta deveria valorizar-se, individualmente, como um nada - e valorizar a Sociedade, como um tudo.

Nessa obediência absolutamente submissa, o Jesuíta, para obedecer o seu General, não deve ter escrúpulo algum em desobedecer a Deus. Sua consciência deve ser suprimida como uma fraqueza culposa; o temor da punição eterna, banida de seus pensamentos como fantasia supersticiosa; e os crimes mais hediondos, quando cometidos por ordem do General, devem ser considerados para a maior glória de Deus...

Através de toda a Alemanha, os Jesuítas espalharam, pela força material superior do despotismo e da intolerância, desolação e miséria, sempre que a causa da verdade e da liberdade se sobressaia. ´Eles eram os hábeis auxiliares de Ferdinando na destruição dos Protestantes. Estavam no gabinete imperial, em seus exércitos, entre os sectários derrotados, e até se atreviam a penetrar no campo dos Luteranos´(claro que, como espiões). Os Jesuítas haviam formado Tilly, Wallenstein e Piccolomini, os três campeões da causa católica, na Guerra dos Trinta Anos... pregando o extermínio dos Protestantes e dizendo que nenhuma obra era mais meritória aos olhos de Deus do que matar esses malditos hereges...

...Considerar um Jesuíta segundo a aparência é a maior asneira. Observe o comportamento de um Jesuíta em Londres e não poderá reconhecê-lo em Roma. O Jesuíta é o homem das circunstâncias. Na Espanha, é um déspota. Na Inglaterra, é um constitucional. No Paraguai, é um republicano. Em Roma, é um fanático. Na Índia, é um idólatra. Ele sempre assumirá e agirá, independente de sua personalidade, com admirável flexibilidade, naquelas diferentes características, através das quais os homens geralmente se distinguem uns dos outros. Ele acompanhará a alegre mulher mundana ao teatro e até compartilhará de seus rompantes deboches. Com solene continência, ele se sentará ao lado do homem religioso na igreja, do mesmo modo como se divertirá na taverna, ao lado do glutão e do bêbado. Ele se veste com quaisquer trajes, fala todas as línguas, conhece todos os costumes, está presente em toda parte, embora jamais seja identificado e tudo isso (Ó monstruosa blasfêmia!) para a maior glória de Deus".

Theodor Griesinger, historiador alemão, assim se expressou, em 1873:

"...Seu objetivo (dos Jesuítas) principal era a guerra... deveria, de fato, tornar-se uma guerra de aniquilação. Além disso, seria possível que eles permitissem que fosse concluída a paz com países, cujos governos rebeldes haviam promulgado uma lei declarando que nenhum Jesuíta deveria se atrever a mostrar o rosto, sob pena de morte, dentro de suas fronteiras? Isso foi o que, em verdade, fez a Boêmia, bem como a Hungria, a Morávia, a Silésia e a Áustria. E não apenas haviam assim agido, como, ao mesmo tempo e publicamente, revelaram ao mundo todas as nefandas peculiaridades e obras da Ordem de Jesus, de tal maneira a amargurar os sentimentos dos Jesuítas ao mais alto grau...Toda a temível responsabilidade por esses terríveis trinta anos tem de ficar sobre o Imperador Ferdinando II, e seus mestres, dirigentes e amigos íntimos, os filhos de Loyola."

Charles Spurgeon, o grande pregador inglês, (1873) fala o que pensa a respeito do papado, inteiramente controlado pela Ordem Jesuíta:

"É o inerente dever de todo cristão pregar contra o Anticristo. E quanto a quem ele é, nenhum homem, em sã consciência, poderia levantar a questão. Se ele não é o papado da Igreja de Roma, nada existe no mundo que possa assim ser chamado... O papado é contra o Evangelho de Cristo, é o Anticristo e devemos orar contra ele'.

J. A. Wyllie, historiador inglês, que escreveu a grande obra "História do Protestantismo", assim se expressou, em 1878:

"Jamais houve um disfarce que eles (os Jesuítas) não pudessem assumir e, portanto, jamais houve um lugar onde não pudessem penetrar. Podiam entrar despercebidos nas câmaras dos monarcas ou nos gabinetes dos estadistas. Podiam sentar-se despercebidos na convocação da Assembléia Geral e se intrometer, sem serem notados, na deliberação dos debates.

Jamais houve uma língua que eles não pudessem aprender e um credo que não pudessem professar e, assim, não houve povo algum ao qual não pudessem se agrupar e igreja alguma à qual não pudessem se amembrar, entrar e aí desempenhar qualquer função. Podiam execrar o papa com os Luteranos e jurar a Liga Solene com o contratante".

Thomas Carlyle, historiador inglês, falou, em 1880:

"Inácio de Loyola... é a fonte de onde procedem todos os rios da amargura que agora submerge o mundo'.

Edwin Sherman, em seu livro "The Engineer Corps of Hell", 1883, diz:

"Seguindo tão notória Sociedade, suas pegadas são inconfundíveis - uma vala cheia de cadáveres de reis...

Quem são eles [os Jesuítas] ? Os agentes da espionagem, da intriga e das acusações. Os principais fabricadores das ligas, das guerras civis e das perseguições armadas, dos cismas, dos assassinatos - é isso que são. Inimigos encarnados da liberdade legítima, parceiros do despotismo. É isso que são. Perturbadores de todos os Estados e de todas as famílias, sedutores e conspiradores. Instrutores de assassinos dos reis. Autores da escravidão e do furto contra os povos. Vassalos e opressores dos reis, dos povos e dos homens santos e ilustres, em nome de Deus, a favor dos papas. Essa é a sua história."

R. W. Thompson, historiador americano, em seu livro "The Footprints of the Jesuits", p. 29, declara:

"[O General Jesuíta] ocupa o lugar de Deus e deve ser obedecido, ainda que a paz e o bem estar das multidões sejam ameaçados, ou que as nações sejam convulsionadas, a partir de dentro. A Sociedade Jesuíta deve conseguir o domínio, mesmo que prevaleça a anarquia generalizada ou que o mundo seja coberto com os fragmentos de uma demolição universal.'

M. F. Cussak, ex-freira convertida (Kenmore) em 1896, escreveu em seu livro, "The Black Pope":

"Os Jesuítas oferecem ao mundo um amplo sistema de teologia, através do qual qualquer lei divina ou humana pode ser quebrada impunemente, e pelo qual até mesmo as bulas papais podem ser desafiadas. É uma religião tenebrosa, que deve ser abominada por todos os homens honestos e honoráveis.

...O Jesuíta consegue o seu objetivo, mesmo que precise chapinhar no sangue do seu próprio povo, a fim de atingi-lo... Mesmo que muitos católicos também devam sofrer, bem como os hereges que eles devem destruir...

Enquanto eles divertem o público com jogos, passam o tempo planejando o assassinato de seus súditos indefesos, cujo único crime é ter amado a Deus mais do que ao papa e ter adorado e olhado somente para Cristo, como autor da salvação, em vez de olhar para a Igreja e para a Virgem."

Marianus de Luce, padre jesuíta e professor laureado (por Leão XIII) de Lei Canônica, em 1901, se expressou deste modo:

A Igreja Católica tem o direito e o dever de matar os hereges porque é pelo fogo e pela espada que a heresia precisa ser extirpada ... pois o alto bem da Igreja é a unidade da fé e esta não pode ser preservada, a não ser que os hereges sejam levados à morte. [Esta e nenhuma lei do Concílio de Trento foi, até hoje, revogada. Portanto nós, os “hereges protestantes", ainda estamos condenados à morte como "irmãos separados... para morrer".]

Conde von Hoensbroech, ex-padre jesuíta alemão, no livro - "Fourteen Years a Jesuit" - 1911:

"Os Jesuítas, portanto, permanecem diante de nós como a encarnação de um sistema que objetiva o domínio político, através de meios políticos disfarçados sob a capa da religião, a qual confere ao líder da religião católica - o papa de Roma - o papel de senhor absoluto... e, usando a Ordem como instrumento, ele deseja obter para si mesmo o domínio do mundo inteiro".

Burke McCarty, ex-romanista americana, fala o seguinte, na obra "The Suppressed Truth About the Assassination of Abraham Lincoln", 1924 :

"O próximo passo no grande esquema do Vaticano é fazer guerra entre este país e o Japão, depois que este último país foi colocado sob o total domínio dos Jesuítas... o político católico romano Tiago Phelan... enviado ao Senado dos Estados Unidos, em 1913... tendo sido um movimento inicial na agitação anti-Japão..."

Boyd Barret, ex-padre jesuíta irlandês, 1927, no livro "The Jesuit Enigma":

"Na Ordem, o ódio aos Judeus é uma tradição. É proibido admitir qualquer descendente de Judeus na Ordem. Japoneses, chineses, índios, negros, podem ser admitidos na Ordem, mas nunca um Judeu...

O enigma jesuíta aparece em forma de diplomacia astuta e enganosa... que a estratégia deve ser usada... e a vitória deve ser alcançada... com astúcia e traição."

Leo H. Lehmann, historiador americano, escreveu, em 1942:

"Um hábil disfarce tem sido a característica das atividades políticas do Catolicismo Jesuíta. O vocábulo jesuíta tem sido definido, em todos os dicionários, como sinônimo de sutil duplicidade... A história tem testemunhado o inegável fato de que a Ordem Jesuíta, fundada em 1540, com o expresso objetivo de fazer a Contra-Reforma, tem ultrapassado a arte da duplicidade maquiavélica. É uma organização fundada sob bases militares, com o objetivo de restaurar a política do papado romano, sendo a única Ordem da Igreja Católica que escraviza os seus membros num pacto especial para esse fim.

As atividades da Contra-Reforma do Catolicismo Jesuíta levaram à ascensão do Nazi-fascismo contra os efeitos da liberdade da Reforma Protestante. O próprio Hitler admite ter sido ajudado pelos métodos jesuítas da Contra-Reforma, a fim de executar a sua guerra ideológica... [O livro "Mein Kampf', assinado por Hitler, foi escrito pelo padre jesuíta, Stampfle]. Já testemunhamos o público apoio do Catolicismo, em cada passo do Nazi-fascismo, no sentido de impor regimes totalitários aos povos. O regime fascista da Itália, o Nacional Socialismo de Hitler... A conquista da Etiópia por Mussolini... A invasão da China pelo Japão... A aliança (do Vaticano) com Franco... Depois de Pearl Harbor, o Vaticano aceitou o General Ken Harada como Embaixador de Tóquio, na Santa Sé..."

Dietrich Bonhoeffer, pastor luterano, enforcado a mando dos padres jesuítas da SS de Hitler, em 1945, poucos dias antes do final da II Guerra Mundial, diz o seguinte, em seu livro "Ética".

"Sou culpado por ter silenciado, covardemente, no tempo em que deveria ter falado. Sou culpado de hipocrisia e de infidelidade diante da força. Falhei na compaixão, tendo negado os mais humildes dos meus irmãos... Nós, a Igreja, devemos confessar que não temos proclamado, como era o nosso dever, constante e claramente, a mensagem de um Deus que se revelou de uma vez por todas na pessoa de Jesus Cristo, o qual não tolera outros deuses além Dele. Ela (Igreja) deve confessar sua covardia, sua evasão e suas perigosas concessões. Ela tem sido muitas vezes infiel no ofício de guardiã, em favor do seu desejo de conforto. Ela se calou, quando devia ter gritado, pois o sangue dos inocentes estava clamando ao céu. Deixou de falar a palavra certa, da maneira certa e no tempo certo. Não resistiu ao ápice da apostasia da fé, tendo atraído sobre si a culpa da impiedade das massas... A Igreja precisa confessar que tem testemunhado a aplicação da força bruta, o sofrimento espiritual e físico de incontáveis pessoas inocentes, a opressão, o ódio e o assassinato, sem ter levantado a voz em favor das vítimas e sem se apressar a ajudá-las. Ela é culpada do assassinato dos mais fracos e indefesos irmãos de Jesus Cristo... A Igreja deve confessar que tem desejado segurança, paz, tranqüilidade, possessões e honrarias, às quais não tem direito algum... Ela não tem dado testemunho da verdade de Deus... Pelo seu próprio silêncio, tornou-se culpada, por causa de sua má vontade de sofrer, como seria o certo".

John F. Kennedy, o 35o. Presidente americano, vítima dos Jesuítas, em 1961, dois anos antes de ser por eles assassinado (1963), declarou:

"Creio numa América, onde a separação da Igreja e do Estado seja absoluta'.

Edmond Paris (1965), historiador francês, em seus dois livros "The Secret History of the Jesuits" e "The Vatican Against Europe", fala claramente das características da Sociedade e não mede palavras para descrever suas más obras. Vejamos algumas de suas afirmações:

"O papa e os seus agentes jesuítas têm sido e continuam sendo os instigadores das guerras e, enquanto o mundo chora em grande dor, Roma está bebendo champanhe...

Pode-se afirmar, especificamente, que em 1914 a Igreja de Roma iniciou sua série de guerras infernais. Foi então que o tributo de sangue, que ela sempre tem exigido dos povos, começou a jorrar em caudalosa torrente...

O Fuehrer atingira o poder graças aos votos do Partido de Centro (Católico), apenas cinco anos antes. Porém, a maior parte dos planos revelados no livro "Mein Kampf" já havia sido verificada. Este livro... foi escrito pelo padre jesuíta Stampfle e assinado por Hitler. Ora, foi a Sociedade de Jesus que aperfeiçoou o famoso programa Pan-Germânico descrito neste livro, o qual foi endossado pelo Fuehrer...

... A derrota de Hitler não foi para acabar com a insidiosa obra do Vaticano na América livre. Não existem ainda 30 milhões cegamente devotados à Santa Sé? É mais do que os Jesuítas exigem para desenvolver uma operação em larga escala, do tipo necessário para garantir o domínio oculto do Estado, que é o objetivo principal da Sociedade. De fato, a política do Departamento de Estado está sob a influência do Cardeal Spellman. Pelo menos 50% do pessoal desse Departamento representa o ponto de vista ensinado na Universidade Georgetown, a escola diplomática dos Jesuítas. Esta escola é dirigia pelo famoso Jesuíta Pe. Walsh, um geopolítico do General Haushoffer, antigo autor da teoria hitlerista...

...O clero (jesuíta), no sentido de aumentar, ou conservar suas riquezas, tem sempre interferido na vida política e econômica da nação. As indústrias bélicas lhe renderam um investimento proveitoso. A ajuda anterior dada pelo Banco Morgan, o maior do mundo, tornou-se o maior impulso ao poder da Santa Sé, na América".

Emanuel M. Josephson falou, em 1968:

"...Em qualquer lugar onde irromper um movimento totalitário - comunista ou nazista (fascista) - pode-se encontrar um Jesuíta desempenhando o papel de conselheiro ou de líder. Em Cuba, o [conselheiro] de Castro foi o Pe. Armando Llhorente...

Avro Manhattan, pesquisador e historiador britânico, em seu livro "The Dollar and the Vatican", 1985, escreveu:

'Seu pontificado tem sido classificado como um enigma sempre imerso em denso mistério...

Nenhum evento ou circunstância pode ser avaliado sem o conhecimento do Vaticano neles participando. E nenhuma situação importante existe, na qual o Vaticano não desempenhe um papel explícito e importante'. (The Vatican in World Politics, 1949.)

J. E. C. Shepherd, historiador canadense, assim escreveu, em 1987:

"É impossível ler a história elizabetana, a não ser no contexto de um exército jesuíta, os mestres do engodo, da traição, da conspiração, da infiltração, da subversão, do assassinato, da insurreição, da guerra civil e da coerção, tudo engendrado para benefício do papado e derrota dos inimigos do papa, em qualquer parte do mundo".

Em outra obra (The Babington Plot), Shepherd comenta:

"Entre 1535 e 1931, a Sociedade de Jesus foi expulsa de pelo menos 83 países, cidades-estados e cidades, por se intrometer na intriga política e em complôs subversivos contra o bem estar do Estado (conforme registro do padre jesuíta Campbell, na obra "The Jesuits", 1931)... praticamente cada exemplo de expulsão foi por causa de intriga, infiltração política, subversão política e incitamento à insurreição política".

J. Wayne Laurens, em seu livro "The Crisis: or the Enemies of America Unmasked", assim se expressa, na pessoa de um Jesuíta falando a um americano:

"Ouça-me, por alguns momentos, e vou dizer-lhe o que sei. Seu presidente é eleito num conclave em Roma, o mesmo que elege o papa. Seu povo nomeia os candidatos. Nossos agentes secretos [os Jesuítas] selecionam entre eles aquele que imaginam venha a ser o mais favorável aos interesses da Igreja... Ele, é claro, sempre é eleito". [O show do resultado das eleições entre Al Gore e George Bush Jr. não passou de encenação, a fim de desmoralizar a democracia americana].

O Dr. Alberto Rivera, ex-padre jesuíta, falecido em 1997, nos conta:

"À medida em que eu avançava na Ordem Jesuíta, mais ia vendo a corrupção grassando lá dentro. Até que me convidaram para uma missa negra celebrada pelos Jesuítas, num mosteiro, ao norte da Espanha. Quando me ajoelhei para beijar o anel do Papa Negro, vi nesse anel um símbolo que me congelou o sangue. Era o símbolo maçônico, que eu odiava, segundo o ensinamento recebido no próprio Seminário, e contra o qual fora ensinado a lutar. Era um absurdo tal, que eu quase desmaiei e fiquei sabendo, então, que o Papa Negro, que controlava todas as coisas no Vaticano, por trás dos bastidores, também era um maçom do mais alto grau e, ainda por cima, era membro do Partido Comunista Espanhol. Era contradição demais para a Organização fundada por Inácio de Loyola, da qual saíra, também o fundador dos Iluminados".

J. T. Chick, editor americano, fundador e presidente da Chick Publications, Califórnia, USA, explica:

'Por causa de sua experiência em espionagem, a Ordem havia forçado o Dr. Rivera a juntar-se às forças ecumênicas, sob a direção do Papa João XXIII. Já não podiam chamar os Protestantes de hereges, mas de irmãos separados. E os comunistas já não eram seus inimigos. E assim ficaria constituída a Igreja Mundial: protestantes de todas as denominações, todas as demais igrejas ortodoxas, os muçulmanos, os budistas, os mórmons, as igrejas ocultistas, as igrejas do leste, a meditação transcendental, as testemunhas de Jeová, a ciência da mente, o judaísmo, etc. E assim ficaria constituído o Governo Mundial: Comunistas, todas as Lojas Maçônicas, Socialistas, Ateus, Anarquistas, Uniões Trabalhistas, Nova Era, enfim, gente de todo tipo, até que o Papa Negro desse o seu bote definitivo e exigisse conversão forçada de todos os membros da Igreja Mundial ao Catolicismo Romano, cujo nome já significa “Universal”. Sua maior força tem sido o Movimento Carismático, a ponte de união entre protestantes e católicos. Graças aos seus agentes secretos, a Igreja de Roma tem entrado, sorrateiramente, na televisão e na literatura cristãs e tem sido recebida como portadora de mestres evangelistas. Enfatiza sempre que é o amor que deve unir protestantes e católicos e este é o seu grande avivamento espiritual. Os primeiros grupos a cair nas malhas desse objetivo foram os adventistas, seguidos pelos membros da ADHONEP (Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno). Em seguida os Batistas, Metodistas, Luteranos, etc. Até que todos já estavam laçados, inclusive os Mórmons, Testemunhas de Jeová e muitos outros. Todos os Seminários e Colégios modernistas aderiram ao Ecumenismo. Os jesuítas passaram a dirigir as ações da Juventude Católica, Legião de Maria e Cavaleiros de Colombo, para destruir essas resistências. Agora, todos eles se calam diante de Roma, certos de que a Igreja Romana é cristã e a maioria dos pastores protestantes tem medo de falar mal de Roma. Mesmo porque se fizerem isso os espiões infiltrados em suas igrejas irão atacá-los sob as ordens de Roma. Isso é o que se chama de a Grande Apostasia, conforme diz a Palavra de Deus, na 2 Ts 2:3, a qual acontecerá antes da Segunda Vinda de Jesus. Parece que estamos nos aproximando dos últimos dias. O Sistema Católico Romano está bem descrito no capítulo 17 de Apocalipse. Ele é a super-igreja e a besta [União Européia?] fará com que ela suba ao poder, durante a grande tribulação. Depois, ela será destruída com fogo. Então, o Senhor Jesus voltará para destruir todo o sistema podre deste mundo, trazendo, afinal, justiça e paz para todos os que nele crêem e lhe são fiéis.

Para ganhar as almas dos Católicos para Jesus precisamos falar, com muita coragem, que a Bíblia é a única verdade que liberta da mentira e do fanatismo religioso, que os católicos romanos não são cristãos e que a Igreja Católica Romana não é uma Igreja cristã. Temos de levar esta mensagem pura e verdadeira a mais de um bilhão de católicos, que estão sendo ludibriados no mundo inteiro!"

Dave Hunt, escritor americano e pesquisador de Catolicismo, em seu livro de 600 páginas, “A Woman Rides The Beast”, por nós traduzido para o Português, em 1998, cujo vol. 1 já foi editado no Brasil, fala do fantástico poder do Vaticano:

"Os papas afirmam que podem abrir e fechar os portões do céu – ou do inferno. Para tanto, eles carregam consigo as pesadas chaves de S. Pedro. Mas, vez por outra, eles podem também abrir os portões aqui em baixo. E, sendo o mundo como é, isso é ainda mais importante. Particularmente, em ocasiões em que os portões da diplomacia internacional devem permanecer fechados".

Sobre a transferência do trono de Roma para Jerusalém Dave Hunt fala:

"Agora, o papa JP2 tem se intrometido nos assuntos de Israel com os palestinos, na certa visando a parte do leão, na hora de repartir o bolo. Roma tem quase certeza de que é a herdeira infalível e absoluta do Cristianismo primitivo e, por isso, deseja instalar-se em Jerusalém, a fim de `provar` a sua legitimidade como Igreja. Contudo, isso jamais acontecerá, porque o Anticristo vai dar um basta nos abusos dessa Igreja que vai colocá-lo no poder, usando toda a sua força religiosa, política e econômica. Quando o Anticristo se voltar contra os Judeus, já terá se voltado contra a “mulher” que o colocou no trono (exatamente como as prostitutas costumavam fazer no passado, colocando seus papas favoritos no “trono de Pedro”) e destruirá essa “mulher” vampira para realizar o cumprimento da profecia de Apocalipse 18. “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

Eric Jon Phelps, autor de uma das duas obras aqui usadas, isto é, "Vatican Assassins", publicada no ano 2000, tem a palavra:

"No "JFK, Director´s Cut" Oliver Stone emprega a música de Wolfgang Amadeus Mozart. Por que os Protestantes não empregam Bach e Mendelson? Porque Mozart era um maçom católico romano e compôs a "Flauta Mágica" para a irmandade. Ele também compôs uma ópera em Latim, como interlúdio da tragédia "Clementia Croese". Ela foi executada no Colégio Jesuíta, em Salzburgo, Áustria. Mozart foi a ferramenta mais fiel dos Jesuítas e, desse modo, o compositor que mais calhava com a obra de Oliver Stone".

Sobre o assassinato de Kennedy, o primeiro presidente católico dos Estados Unidos, ferido pelos seus próprios correligionários, Phelps usa um versículo bíblico:

"E se alguém lhe disser: que feridas são estas nas tuas mãos? Dirá ele: são feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos".

Zacarias 13:8.

Phelps incita o povo americano a não compactuar com as obras da Ordem Jesuíta, usando Efésios 5:11 que diz:

"E não vos comuniqueis com as obras infrutíferas das trevas, mas antes condenai-as".

"Fazendo isso, estaremos resistindo ao poder do Diabo e do seu General Jesuíta, controlador da Sociedade Jesuíta, soberano da Ordem Militar de Malta, da Maçonaria, dos Cavaleiros de Colombo e dos Illuminati de Rothschild. Se nossos antepassados o fizeram, temos o dever de fazer o mesmo. Como servo do Senhor Jesus Cristo, pergunte, ousadamente, ao Pai Celestial, o que deve fazer para resistir, aí, onde você está. Ele vai lhe mostrar. Possa o Filho de Deus estar com você, até que nos encontremos na eternidade, no dia do Julgamento no Tribunal de Cristo".

"... O pecado pessoal se transformou em nosso inimigo íntimo. À medida em que o povo foi perdendo [a fé em Deus e] a esperança, ele procurou preencher o vazio do seu "Deus morto" com o prazer. Perdeu a coragem de lutar contra a tirania, em favor das causas justa, como pessoas justas. Controlada pelos Jesuítas, a Corte Suprema Warren baniu do nosso sistema educacional público a Bíblia e a oração, as duas fortalezas protestantes que tornaram grande o povo americano, tão amaldiçoado pela Ordem. Durante anos a Ordem continuou a usar o não esclarecido assassinato do Presidente Kennedy para destruir a moral e o patriotismo dos americanos.

Nós, povo americano, tendo perdido a confiança no Deus de nossos pais, encontramo-nos à deriva, num mar tempestuoso, sem um porto seguro à vista".

Sobre a edição das Bíblias corrompidas pelos textos alexandrinos de Westcott e Hort, dois anglicanos apóstatas, a serviço dos jesuítas, desde o Século 19, Phelps cita as palavras de um dos provinciais da Ordem:

"Nós, os Jesuítas, iremos tomar conta de todos os colégios e universidades. Ganharemos o controle, por lei, da instrução, da medicina, da ciência, da educação e, então, excluiremos de todos os livros didáticos tudo que for injurioso ao Catolicismo Romano. Moldaremos os ideais da juventude. Vamos nos congregar como pregadores protestantes e professores de colégios, nas diversas denominações protestantes. Mais cedo ou mais tarde, conseguiremos minar a autoridade do Texto Grego de Erasmo e também as edições do Velho Testamento, que têm ousado erguer a cabeça contra a nossa tradição, destruindo, então, a Reforma Protestante". (Até aqui falou Eric Jon Phelps).

Como sempre, os Jesuítas conseguiram realizar mais esse objetivo, pois as novas edições da Bíblia, como a BLH, a Viva, a NVI e outras, em nosso país, já foram editadas conforme o desejo dessas raposas globais. Aqui no Brasil, os Jesuítas não tiveram tanto trabalho para controlar a educação, o sistema de saúde, as finanças, enfim, a vida do povo. Desde o início da colonização, eles já foram cuidando de seus interesses. O Estado do Piauí, por exemplo, era quase todo uma propriedade dos Jesuítas, até que estes foram expulsos, na época do Marquês de Pombal, que neles descobriu os maiores inimigos da Coroa Portuguesa e de suas colônias. E o que aprendemos na escola? Que Pombal foi um monstro, que prejudicou demais o nosso país, quando a verdade é bem outra!

Como estudante, durante toda a minha vida, sempre fui ensinada a crer que Lutero foi um frade dominicano tremendamente invejoso, que fez a Reforma Protestante por ganância e inveja de Tetzel, o vendedor de indulgências do Vaticano, quando a verdade histórica é totalmente outra. Lutero foi o maior homem que o mundo já possuiu, depois do apóstolo Paulo]. Paulo, depois de Cristo, foi o melhor. Loyola, depois do Diabo, foi o pior...

De Phelps traduzimos e adaptamos este poema, que apresenta um perfil interessante do fundador da Ordem Jesuíta, Inácio de Loyola:

O espanhol que seria/ de uma nobre ascendência,/ com sua Ordem queimaria/ de Adão a descendência./ A todos os que estavam/ sob o seu forte comando,/ seus gritos sempre ecoavam:/"Voltemos a Hildebrando!"/ Do papa as duas espadas/através dele atuavam/ e a Satanás consagradas/ contra Jesus se voltavam./ Seu nome as muitas nações/ precisam bem conhecer,/ pois todos os corações/ tem tentado perverter./ Em guerras e sofrimentos/ ouve-se o terrível nome./ Ele só nos traz lamentos/ e em muitas guerras consome./ É Inácio de Loyola./ Já o tinha antes ouvido?/ De Satanás na bitola/ ele sempre foi contido./ Como Judas com o seu bando/ foi pro seu próprio lugar/ e lá nas trevas gritando/ para sempre vai ficar.


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Capítulo 5

Quem afundou o “Titanic”?


"As operações desta poderosa Sociedade englobam cada parte do mundo e são executadas por meio da mais intricada máquina jamais concebida pelo homem. A Sociedade se divide em três classes:

1. Membros Professos (professi), aqueles que fazem o pacto de sangue.

2. Coadjutores Espirituais

3. Coadjutores Leigos ( ou temporais)

4. Discípulos aprovados

5. Noviços.

"Romanism: A Menace to the Nation", de Jeremiah J. Crowley (Aurora Missouri, The Menace Publishing Co., 1912, p. 195.)

"Não há registro em toda a história de uma associação, cuja organização tenha permanecido, por trezentos anos, imutável e inalterada diante de todos os assaltos dos homens e do tempo, e que tenha exercido uma influência tão imensa sobre os destinos da humanidade... ´Os fins justificam os meios´ é a sua máxima favorita. E como o seu único fim, conforme foi já demonstrado, é a Ordem, ao se juntar à mesma, o Jesuíta está pronto a cometer qualquer tipo de crime". G. B. Nicolini de Roma, patriota protestante exilado na Inglaterra, em seu livro "History of the Jesuits".

O escritor e pesquisador americano Eric Jon Phelps, não tem muita simpatia pelos jesuítas e os culpa, literalmente, de todos os mal feitos políticos e religiosos engendrados, a partir de 1540. Diz Phelps que a Ordem é responsável por todas as guerras do planeta. Afirma que os Jesuítas executaram a Guerra Schmalkadiana, a Guerra dos Trinta Anos, a Primeira Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas, a Segunda Revolução Francesa, a Guerra da Criméia, a Guerra de Secessão nos Estados Unidos, com o assassinato do Presidente Abraão Lincoln, As duas Guerras Mundiais, a Revolução Bolchevista, a Guerra do Vietnã, a Guerra da Coréia, as guerras civis da Irlanda, da Tchecoslováquia e da Iugoslávia, a Guerra do Golfo, a Guerra Fria e o assassinato de John F. Kennedy, que seria o sexto presidente americano assassinado a por obra da Ordem de Loyola. Os outros foram: Harrison, Taylor, Lincoln, Garfield e McKinley, tendo sido Lincoln e Kennedy os dois mais pranteados, entre os seis desafortunados presidentes americanos.

No capítulo 35, páginas 512-521 do seu livro "Vatican Assassins", Phelps nos deixou completamente abismados com a descrição de como e porque o TITANIC se partiu em duas metades, no Atlântico Norte, no Ano de 1912. Até hoje tem-se culpado somente aquele gigantesco iceberg que o navio encontrou em sua jornada fatal. Contudo, Phelps afirma que houve outra razão mais forte para essa tragédia e nos dá cada detalhe, embasado em confiável documentação.

Vamos dar a palavra ao corajoso escritor Eric Jon Phelps.

Pano de Fundo

No ano de 1909 havia começado a construção do TITANIC, em Belfast, capital da Irlanda do Norte. Belfast é o porto da Irlanda protestante, país tão odiado pelos Jesuítas. Em 1912, cerca de cinco mil Protestantes de Ulster iriam assinar o Convênio de Ulster, solicitando "a derrota da conspiração visando um Parlamento de governo nacional (que seria controlado a partir de Roma). A Irlanda ainda fazia parte do Império Britânico, embora a maior parte viesse a ser desmembrada em conseqüência da I Guerra Mundial. O Canal do Panamá estava sendo construído e seria completado a tempo de ser usado durante essa Grande Guerra. A planejada destruição do Império Protestante da Inglaterra, visada pela Ordem jesuíta, já estava em andamento e seria concluída (80 anos depois) após o término da "Guerra Fria" criada pelos Jesuítas.

A destruição do Império Protestante da Alemanha, que havia corajosamente expulsado os batinas pretas, filhos de Loyola, no governo do Marechal de Ferro - Bismarck - já estava, também, em pleno andamento, através do Tratado Secreto entre os agentes da Ordem, na França e na Rússia.

A destruição do Império Ortodoxo Russo também já havia começado, tendo os Jesuítas provocado a guerra com o Japão, em 1905. A destruição do Império do Japonês entrara em ação como retribuição do "shogun" do Imperador, que havia expulsado os "missionários" jesuítas do seu país, tendo estes ficado 250 anos longe do mesmo.

As atrocidades da Revolução Bolchevista e a subseqüente inquisição realizada pelo Jesuíta treinado Joseph Stalin, seriam atribuídas aos Judeus, transformando os europeus em ferramenta ignorante do III Reich (Romano). O Holocausto seria usado para justificar a criação do Estado Sionista de Israel, a fim de ser pavimentado o caminho para a "oferta queimada" mais violenta ainda, de Judeus, visto como a maioria dos descendentes de Jacó, por causa da fúria mundial anti-judaica, serão expulsos de todas as nações para a localidade planejada para eles. Sendo a terra da Palestina necessária para a obtenção desse objetivo, o General Allemby da Inglaterra tomaria Jerusalém dos Turcos, em 1917, possibilitando, desse modo, a reconstrução do Templo de Salomão para o "infalível" papa dos Jesuítas.

Para financiar esse grande objetivo os Jesuítas deveriam apropriar-se do Federal Reserve Bank (USA), antes do início da Guerra. Esse Banco deveria estar estabelecido na maior nação produtora de riquezas da terra, composta na maioria de Protestantes e Batistas anglo-saxões brancos - os Estados Unidos da América do Norte.

Relembrando que a Ordem fora expulsa da Europa e se refugiado nas nações protestantes (americana e inglesa), suas ferramentas maçônicas estavam prontas a executar obedientemente esse plano.

Contudo, existiam, dentro dos dois impérios, homens de bem que não concordaram em participar desse esquema. Seu poder e suas fortunas não seriam usados para tal fim. Portanto, esses homens precisavam desaparecer do mundo, da maneira mais terrível. Foi então que aconteceu a morte por afogamento, acompanhada de gemidos, gritos lamentações, protestos de dor e pranto de homens, mulheres e crianças em desespero, afundando no Atlântico Norte, com inocentes mergulhando a dez pés de profundidade, em direção à sua tenebrosa condenação.

A Tragédia

A White Star Line fora criada para trazer imigrantes católicos irlandeses, franceses e italianos para os Estados Unidos, seguindo o plano de Roma de construir na América um país predominantemente católico. Mas o navio da morte - o TITANIC, foi construído, na odiada Belfast, para afundar, quando 325 das mais ricas e influentes personalidades do mundo entraram a bordo daquele monstro de fabricação humana, que "jamais afundaria", carregando 900 "animais" protestantes e católicos. Com uma "primeira classe" ao custo diário de 550 notas do Federal Reserve Bank, ao câmbio de hoje, os multimilionários embarcaram no TITANIC, três deles sendo os Judeus: Benjamim Guggenheim, Isidor Straus - Presidente das Lojas de Departamento "Macy" - e John Jacob Astor - passageiro constante da White Star Line, que era o homem mais rico do mundo, naquela época [Bill Gates que se cuide, hem?], com exceção, é claro, do papa de Roma.

O capitão do TITANIC, Edward Smith, era o maior piloto naval do mundo e dominava as águas do Atlântico Norte, com 26 anos de experiência em alto mar. Esse capitão era um "coadjutor" temporal dos Jesuítas. Isso quer dizer que ele era um "padre jesuíta sem batina", como lhe chamariam os franceses, servindo a Ordem de Loyola em sua profissão. Sem desejo próprio e inteligência, ele cometeria esse crime - a mais vergonhosa e impiedosa atrocidade - para satisfazer a ordem do chefe que o comandava "como um pequeno crucifixo", usando "o traje que melhor lhe conviesse". Edward Smith fora, desse modo, escalado para o "martírio".

Partindo do Sul da Inglaterra, do Porto de Southampton, ao meio dia de 10/04/1912, o superior do capitão embarcou no navio. Esse homem era o Jesuíta mais poderoso da Irlanda e prestava contas do seu trabalho diretamente ao General dos Jesuítas, que era o Pe. Francisco Xavier Warnz. O mestre do capitão era o Superior Provincial da Sociedade de Jesus na Irlanda, Francis M. Browne. A presença desse homem tão poderoso a bordo do navio foi publicamente comprovada através do Vídeo "Secrets of the Titanic", em seus reconhecimentos, liberado em 1986.

O Provincial Jesuíta (dos quais existem apenas dez no Império Americano) permaneceu por um dia dentro do navio da morte, tirando fotos dos passageiros - sabendo muito bem o destino que os aguardava. Depois de parar no porto francês, no qual Astor iria embarcar, narra o vídeo:

"Um padre em férias, o Pe. Fancis Browne, bateu esses emocionantes instantâneos de seus companheiros de viagem, muitos dos quais estavam embarcando para a eternidade. No dia seguinte, o TITANIC fez sua última parada na costa de Queenstown, Irlanda. Aí pretendia embarcar os últimos passageiros, na maioria imigrantes irlandeses, que se destinavam ao novo lar na América. Foi ali que desembarcou o afortunado Pe. Browne... O Pe. Brown se despediu do capitão Smith, descendo a ponte do cais, e o TITANIC rumou para o seu destino fatal..." segundo o vídeo da National Geographic Society, 1986.

O último contato visual entre o capitão do navio e o Jesuíta, em meio aos condenados católicos irlandeses, a bordo do vapor foi, de fato, um "momento Kodak" . Lembrando que, de acordo com o Jesuíta Molina "os padres podem matar leigos, a fim de preservar o seus bens", esses dois criminosos estavam totalmente persuadidos, em suas mentes condicionadas, de que agiam corretamente em sua violência. Esta cena retratada com o pincel de Rembrandt ou de Thomas Kinkade serviria de esmagadora condenação aos filhos de Loyola, afastando-os das fronteiras de todas as nações.

Aqui se pode ver a traição jesuíta ao máximo. O provincial entra a bordo do TITANIC, fotografa as vítimas, enquanto lembra ao capitão o seu pacto como um Jesuíta, e na manhã seguinte, lhe diz adeus. Tira instantâneos do sombrio capitão descendo o cais com dois tripulantes, provavelmente também envolvidos na conspiração, enquanto o afortunado Provincial desembarca, no dia 11/04/1912, ao som da alegre algazarra dos irlandeses que haviam embarcado, a qual lhe chega aos ouvidos, mas não ao coração....Quem sabe alguns até o cumprimentaram abençoando sua vida e agradecendo o bem que esse padre deveria ter-lhes feito...

Se esse Pe. Fancis Browne fosse humano o seu coração teria se partido. Mas ele era igual a Rodin, aquele padre jesuíta do livro "O Judeu Errante", inspirado pelo "espírito santo de Roma". Ele era apenas um robô humano, um perfeitoCandidato da Manchúria, um dos comandantes da "Corporação dos Engenheiros do Inferno". Ele seria capaz de trair a própria mãe, a fim de ampliar o poder político mundial de um tirano pecador que se auto-intitula "o Vigário de Cristo". Desse modo, ele anda conforme a religião que vai levando. À medida em que ele vê desaparecer o TITANIC no horizonte, não lamenta coisa alguma. Ele conhece bem a "Lei da Igreja" e não "teme a ofensa", estando convicto de que o seu crime será "para a maior glória de Deus" - daquele "deus" que se assenta no trono de São Pedro.

A bordo do navio, o capitão sabia qual era o seu dever. Estava preso ao pacto. Não havia como desistir. O navio fora construído pelos inimigos da Ordem. Depois de três dias no mar, a apenas uma olhada de binóculo da ponte, ele prossegue a todo vapor - vinte e dois nós - numa noite escura, sem luar, rumo a um gigantesco iceberg de, aproximadamente, 80 milhas quadradas de tamanho, a despeito dos 8 telegramas de admoestação e de muitas outras admoestações de cautela. Ele recusou-se a ouvir. Infernalmente ligado à destruição, ao se aproximar do iceberg, o primeiro oficial Murdock - outro conspirador - recebeu instruções do capitão de como proceder. Ele ordenou que as máquinas fossem jogadas ao reverso, enquanto o navio balançava perigosamente para o seu porto, do lado esquerdo. Se o capitão não tivesse revertido suas máquinas, o TITANIC poderia ter se voltado mais rapidamente, em movimento maior. Esse erro foi uma violação das regras fundamentais da segurança, as quais ordenam que jamais se volte um navio para o lado do perigo. (Devemos crer que o capitão Smith, mestre na profissão, faria uma tolice dessas, além de rumar com toda rapidez contra os icebergs, movimento contra os quais fora tão prevenido? Claro que ele queria, de fato, partir o navio ao meio. Essa foi simplesmente uma repetição da performance de Napoleão, na Batalha de Waterloo, sacrificando deliberadamente o seu exército, e também uma repetição da prevista violação dos meios básicos das regras de segurança, em Dallas, Texas, 1963, a qual resultaria no assassinato do Presidente Kennedy).

O TITANIC chocou-se com o iceberg às 11,40 hs. da noite de 14/04/1912. Conhecendo muito bem o reduzido número de botes salva-vidas, e não tendo a tripulação direito algum aos mesmos, em caso de emergência, o capitão Smith, como Jesuíta Coadjutor, conseguiu realizar o seu propósito de obediência ao chefe jesuíta Francis Browne, conforme o pacto da Ordem.

Em meio à inocência dos seus passageiros, a brutal tripulação começou a evacuar o navio. Contudo, os multimilionários judeus, Astor, Guggenheim e Straus, foram proibidos de entrar nos botes. Alguns momentos, depois, em meio ao horror e ao pânico, enquanto os músicos toavam "Mais Perto de Ti, Meu Deus", o TITANIC se partiu ao meio, lançando para o fundo do Oceano 1.500 almas. A segunda jovem esposa de Astor sobreviveu, enquanto os Jesuítas, provavelmente, entrariam na posse de sua fortuna, através do "Money Trust",, conforme as "Instruções Secretas". (Os Jesuítas não se beneficiaram quando a Harward Widener Library foi construída em doação da sobrevivente do TITANIC, Eleanor Widener? Seu filho e seu marido haviam perecido no desastre, deixando-a no encargo da maior fortuna católica romana da Filadélfia. Não se beneficiaram, também os Jesuítas com a eliminação de Astor, Guggenheim e Straus, visto como, estavam eles, de acordo com o Juiz da Suprema Corte Judaica de Justiça, Louis Brandi, em oposição ao Ato da Ordem da Reserva Federal? Não era J. P. Morgan o agente financeiro do "infalível" papa, dentro do Império Americano, e o homem que enganaria esses Judeus para que entrassem no TITANIC - o verdadeiro patrocinador do Ato da Reserva Federal, com a sua "Comissão Aldrich"? Não era o Presidente dos Jesuítas - Pro-Thaft - um escravo do Arcebispo de Nova York, bem como o traidor do Adido Militar, o Major Archibald Butt, que foi sacrificado no TITANIC - um ávido apoiador do Ato da Reserva Federal?, apressando o seu país a "assumir seriamente o problema do estabelecimento de um banco central", conforme Jean Strouse em sua obra prima "Morgan, o Financista Americano")

Isto conduz este autor a crer que havia mais dois Jesuítas entre os oficiais da tripulação do navio, os quais eram "professos" e estavam sob "o pacto extremo". Havia, provavelmente, alguns "Cavaleiros de Colombo", sob o quarto voto, além de alguns maçons leais à sua marca "IHS" - emblema dos Jesuítas. Isso explicaria porque o Provincial Jesuíta teria entrado pessoalmente no navio. Ele deve ter ido checar calmamente o plano, tendo os seus soldados a cargo desse seleto grupo de homens eficientes do navio, comprometidos no instante final com uma greve contida na Inglaterra, os quais, sob as ordens do capitão, abandonaram rapidamente o navio, a fim de diminuir o número de botes salva-vidas, com menos de metade destes contendo mulheres e crianças entrando na água, ao mesmo tempo em que proibia os visados ricos a entrar nos botes. Enquanto isso, os passageiros mais pobres, nos níveis mais baixo, foram trancados no porão, para evitar que as vítimas ricas escapassem das vistas atentas da Ordem, embarcando nos botes, em meio à confusão e histeria reinantes no convés. Para evitar que os carregadores atendessem os pedidos de ajuda, as bandeiras a serem vistas eram brancas (parte do tempo), quando deveriam ser vermelhas.

Foi por essa razão que apenas um bote retornou para salvar a vida dos que estavam boiando na gelada escuridão com a água a 28 graus. Como nas "seleções" de Auschwitz, apenas os "selecionados" que puderam entrar nos botes salva-vidas deveriam sair com vida. Os outros, que havia ficado no navio ou estavam flutuando na água, deveriam morrer, inclusive vários Jesuítas, maçons e Cavaleiros de Colombo [Queima de arquivo?]

Isso nos conduz a outra pergunta. Quem era o proprietário da White Star Line? Pois o seu gerenciamento, no final, foi responsável pela escolha dos homens que iriam manobrar o navio. E possuir o dinheiro necessário para financiar essas linhas de luxo (Titanic, Britânico e Olímpico), somente os Cavaleiros de Malta e os modernos Cavaleiro Templários, os seletos maçons do santuário, seriam capazes. Apocalipse 18:13, 26 diz: "Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias... E luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias".

... Na época do TITANIC, o grande compositor Gustav Mahler, dirigia a Ópera na corte de Viena, e ali acabara de compor sua grande Sinfonia No. 5 - "Adagietto" . Depois da tragédia, Mahler abandonou a Igreja Católica na Áustria e veio se fixar em Nova York, a fim de gozar a liberdade protestante, enquanto dirigia a Orquestra Sinfônica de Nova York, como um Judeu. De fato, a Bíblia tem razão ao declarar às nações, em resposta ao tratamento dispensado aos descendentes físicos de Abraão: "E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem... Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Depois da glória ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Gênesis 12:3 e Zacarias 2:8.

Como diz R. W. Thompson, em seu livro "The Footprints of the Jesuits", p. 54, citando Andrew Steinmetz (Philadelphia, Pennsylvania: Lea and Blanchard, 1948) 2 Volumes:

"... é o deus da Sociedade e nada, exceto o seu toque elétrico, pode galvanizar os cadáveres à vida e à ação. Até que ele fale, eles são como serpentes enroscadas em seus gélidos túmulos, sem vida e inativos. Mas no instante em que ele dá a palavra de comando, cada membro põe-se, apressadamente, de pé, interrompendo qualquer obra em que esteja engajado, pronto para assaltar quem quer que ele possa exigir, para agir contra quem quer que seja, onde quer que seja, com o seu sopro de execução". Até aqui falou Eric Jon Phelps.

Agora fala a tradutora:

Os pastores protestantes jamais se preocuparam em pesquisar realmente o Catolicismo Romano e do que se vale esta religião para matar, roubar e destruir, conforme Jesus falou do "príncipe deste mundo", em João 10:10. E o pior é que quando alguém se dispõe, com risco da própria vida, a cuidar dessa ingrata tarefa, não recebe apoio algum dos pastores, os quais preferem enterrar a cabeça na areia, como avestruzes medrosas. O Dr. Aníbal Pereira dos Reis foi um dos incompreendidos, quando escreveu 35 livros mostrando os perigos do Ecumenismo e das "boas relações" do Protestantismo com o Vaticano. O Ecumenismo foi a maior invenção dos Jesuítas para perverter os protestantes, fazendo-os crer que, como irmãos separados (para morrer), agora podiam ser amados pelos católicos. Mas o caso é exatamente o contrário.

Quando Roma, já no controle mundial (através da União Européia e do Federal Reserve Bank), der o sinal mortífero para o holocausto desses "irmãos separados", todos os católicos, fiéis à sua dupla nacionalidade, optarão pela nacionalidade romana, arremessando-se contra os patrícios protestantes, a fim de trucidá-los, sob o comando dos filhos de Loyola. Aí, então, será tarde demais...

"Vatican Assassins", Eric Jon Phelps, 2000. Tradutora: Mary Schultze


Capítulo 5

Quem Assassinou o Presidente Kennedy?

Eric Jon Phelps, em seu livro "Vatican Assassins" fala detalhadamente sobre o assassinato do Presidente Kennedy, e aqui está um resumo do assunto.

Sobre o assassinato do primeiro presidente católico americano, em 1963, desejamos citar as palavras do Jesuíta Suarez no livro “Defensio Didey”, volume IV, Capítulo 4, parágrafos 13 e 14:

“... O papa tem o direito de depor os reis hereges e rebeldes. Esses monarcas depostos pelo papa converteram-se em notórios tiranos e podem ser mortos pelo primeiro homem que os alcançar. Mesmo que a causa pública não concorde com a sua defesa na morte de um tirano, é lícito que o primeiro que lhe chegar perto o assassine. (grifo do autor).

O Advogado - Juiz Especial, John A. Bingham, citado no livro “The Trial of the Conspirator”, Washington - 1865 - diz o seguinte:

“Uma conspiração raramente pode ser provada por um testemunho positivo. Quando um crime de grande proporção vai ser cometido por uma turma de indivíduos, eles não agem publicamente, mas oculta e secretamente. O objetivo em vista é conhecido apenas pelos que fazem parte da conspiração. A não ser que um dos conspiradores originais traia os companheiros, fornecendo uma evidência contra eles, sua culpa só poderá ser comprovada através da circunstância evidente... e esta não pode mentir”.

Vamos examinar a floresta e não as árvores. As centenas de obras escritas sobre o assassinato do Presidente Kennedy podem ser reduzidas a simples fatos. Esses fatos examinados à luz dos capítulos anteriores deste livro (Vatican Assassins) conduzem-nos ao “leão” e ao seu “covil de iniqüidades”, que tiveram o poder de executar o Presidente Kennedy e, em seguida, esconder esse crime, com sucesso (grifo da tradutora). Esse “leão” era o Cardeal Spellman, Arcebispo de Nova Iorque, e o seu “covil de iniqüidade” era a Catedral de São Patrício, conhecida como “o pequeno Vaticano”, base nacional dos Cavaleiros de Malta. Desde a morte do Cardeal (1967), até hoje (1999), os “leões” que o sucederam têm conservado o assassinato de Kennedy em oculto, através do Cardeal Cooke (Cavaleiro de Malta) e do cardeal O´Connor ex-capelão naval na guerra do Vietnã e do atual Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal Edward Egan.

Sabendo que o Presidente Kennedy já não iria mais financiar a Guerra do Vietnã a comunidade da "Inteligência Americana" começou a engendrar o seu assassinato. O católico romano - Lee Oswald - foi escolhido para a tarefa. Como agente da CIA ele fora enviado à Rússia Soviética por Allen Dulles, em 1959, supostamente como desertor. Sabendo que a CIA (OSS) e a KGB (NKVD) trabalhavam juntas [ver “The Vatican-Moscou-Washington Alliance”, de Avro Manhattan], Oswald, ao que parece, tirou dois anos de férias. Durante esse tempo, ele se casou com uma russa, cujo tio era um coronel da KGB.

Quando regressou aos Estados Unidos em 1962, ele se associou aos agentes da CIA – Howard Hunt, Frank Sturgis, David Ferrie, Guy Banister, Conde George De Mohrenschildt e Clay Shaw. Oswald fora membro da CIA e se relacionara com um Jesuíta. Emannuel Josephson nos conta, em seu livro “The Federal Reserve Conspiracy and Rockfellers”:

Um ângulo interessante se apresenta com esse envolvimento de Lee Oswald. Seu primo era um padre jesuíta. Merece registro o fato de que Oswald fora convidado para dirigir o Colégio Jesuíta de Springhill, Alabama, a fim de assumir o seu posto, apenas duas semanas antes do assassinato de Kennedy. O envolvimento jesuíta no assassinato de Kennedy é idêntico ao do assassinato do Presidente Lincoln.

Jim Garrison, em seu livro “On the Trial of the Assassins” - 1991, prova cabalmente que a CIA esteve envolvida no assassinato de Kennedy, através de Clay Shaw:

“...descobrimos a atuação internacional de Shaw como funcionário da CIA. A vida anônima de Shaw, como agente secreto em Roma, tentando restaurar o Fascismo na Itália, foi exposta em artigos da imprensa italiana... para mim, entre as significativas revelações estavam... a confirmação, tanto da parte de Victor Marchetti, como de Richard Helms, de que Clay Shaw fora um agente da CIA na Agência Central de Inteligência”. Quem era o diretor da CIA em 1963? Era John McCone, um Cavaleiro de Malta.

Antes disso, McCone havia sido um colaborador da Defesa, e havia liderado a Comissão de Energia Atômica. Mais tarde, em 1970, ele se tornou membro da direção da ITT, enquanto continuava como consultor da CIA.

Marchetti nos conta em seu livro “The CIA and de Cult of Intelligence”, 1975:

“O membro da diretoria da ITT, mais tarde admitido no Comitê de Investigação do Senado, no qual desempenhou o papel chave em manter os oficiais da CIA e os da ITT unidos, foi John McCone, Diretor da CIA, durante a administração Kennedy e, em 1970, ele era consultor da CIA”.

O soldado do Cardeal Spellman, John McCone, Diretor da CIA, participou do assassinato de Kennedy. Jim Garrison, no seu livro supra mencionado, além de outros pesquisadores, já forneceram provas de que o FBI também estava envolvido no assassinato:

“Cheguei à conclusão de que partes do reforço do estabelecimento da lei local de Dallas estavam implicadas no assassinato e no empenho de ocultar o mesmo. Mas agora vi que o altamente respeitado FBI também estava implicado”.

O Cardeal Spellman tinha dois agentes dentro do FBI. O primeiro era o devoto maçom partidário da Guerra Fria, J. Edgar Hoover. Conforme John Loftus, Hoover havia cooperado com as Linhas de Fuga do Vaticano, que resgataram os criminosos de guerra nazistas, após a II Guerra Mundial. Por que, então, não iria ele cooperar agora com Spellman? Será que poderia recusar-se? O mais importante é que o homem chave de Spellman no FBI era o Cavaleiro de Malta, Cartha DeLoach. Como terceiro homem no comando do FBI, DeLoach estava em posição de supervisionar o assassinato de Kennedy e suprimir as evidências. Realmente Garrison conseguiu provar que DeLoach havia suprimido essas evidências. Após o assassinato, vemos uma estreita relação entre Johnson e DeLoach. Deloach era conhecido como o homem de Johnson no FBI e o Presidente podia convocá-lo a qualquer hora do dia. Kurt Gentry em, seu livro “J. Edgar Hoover: The Man and Secrets”, 1991, diz o seguinte:
“Lyndon Johnson não conseguira dormir. Tarde da noite, ele fez seu assistente, Marvin Watson, telefonar para o quarto de DeLoach. O Presidente Johnson ficara, repentinamente, convencido de que o assassinato do seu antecessor havia sido uma conspiração e desejava obter mais informações do FBI”.

Esse Cartha DeLoach assinou um contrato de cinco anos com a Lee Iacocca´s Ford Mercury, em conexão com a série “ O FBI”. Tanto DeLoach como Iacocca eram Cavaleiros de Malta, subordinados ao Cardeal Spellman, na época do assassinato de Kennedy. Mais tarde, DeLoach foi eleito Diretor da Pepsi-Cola. E, segundo o Coronel Prouty, em seu livro “J.F.K: The CIA, Vietnam and The Plot to Assassinate J.F.Kennedy”, 1992, essa companhia também participou do assassinato de Kennedy. Leiamos:

"Nixon estava em Dallas com um alto executivo da Companhia Pepsi-Cola, Mr. Harvey Russel, conselheiro geral. Nixon era um conselheiro legal nessa corporação. O filho daquele alto executivo havia dito isso, na presença de Nixon, na época do assassinato, e Russel confirmou a veracidade da narrativa do filho. Mais tarde, algum tempo depois do atentado, Nixon foi conduzido ao aeroporto de Dallas por Mr. De Luca, o qual também era um funcionário da Pepsi-Cola e confirmou a história. Além disso, o filho de outro executivo da Pepsi-Cola, em Dallas, havia jantado com Jack Ruby, o assassino de Oswald, uma noite antes de Kennedy ser assassinado".

DeLoach, Iaccoca e os Cavaleiros da Pepsi, agora transformada em Pepsi Co., trabalharam em conjunto. Depois do atentado, foi chamado o Padre Oscar Schubert, da Holy Trinity Catholic Church, em Dallas, para ministrar os “Últimos Ritos” (Extrema Unção). O superior do Padre Schubert era o Bispo de Dallas, Reverendíssimo Thomas Kiely Gorman, Cavaleiro de Malta, conforme o artigo de Martin Lee, intitulado: “Quem são os Cavaleiros de Malta?” na edição de 14/10/1983, do National Catholic Reporter. Como irmão na Ordem dos Cavaleiros de Malta, depressa ele fez todo o registro ao Cardeal Spellman, deixando-o informado sobre o que estava acontecendo em Dallas.

No dia do assassinato, lá pelas 12:30 p.m, todos os telefones de Washington, de repente, ficaram mudos, durante quase trinta minutos. Como poderia ter acontecido isso? Algum responsável pela ITT, que servia na área de Washington, havia feito o serviço. Em 1963, um dos VIPs da ITT era Francis D. Flanagan, um Cavaleiro de Malta. Mais tarde, McCone passou a coordenar todo o negócio da CIA com a ITT, junto com os seus irmãos "Cavaleiros", para melhor trabalharem em conjunto.

[Phelps afirma que houve também vários Cavaleiros de Colombo envolvidos no assassinato de Kennedy. Contudo, diz ele, o único Cavaleiro importante envolvido no assunto foi o senador Edward Kennedy, o qual, através do seu silêncio, concordou tacitamente no assassinato do próprio irmão]... Talvez tenha sido o remorso que levou este senador perpétuo de Massachusetts a se tornar um dependente alcoólico, fato que arruinou sua vida. Seria bom que empregássemos alguns minutos do nosso tempo, a fim de orar pela conversão do Senador Ted Kennedy, pois tudo que ele fez foi forçado, visto como ele também estava sujeito ao poder do Cardeal Spellman. A Bíblia diz que “...onde o pecado abundou, superabundou a graça (Romanos 5:20 ACF).

Finalmente, ficamos sabendo que a Máfia também esteve envolvida no assassinato de Kennedy, e que a Máfia, a CIA, o FBI e a direção da "Inteligência Naval" haviam estado trabalhando em conjunto, no mundo inteiro, durante a II Guerra Mundial. Jack Ruby era um mafioso e David E. Scheim deixa perfeitamente claro, em seu “Contrato Sobre a América”, que essa turma tinha pelo menos dois motivos para assassinar Kennedy: 1. O fato dos irmãos Kennedy terem investido contra o crime organizado. 2. A perda do paraíso do jogo, em Cuba, sofrida por esse grupo. E não houve apenas esses dois motivos. Aos “senhores” da Máfia fora prometido que iriam ganhar muito mais dinheiro do que jamais haviam ganhado em Havana, através do tráfico internacional de drogas. Um excelente mercado fora aberto com a explosão da Guerra do Vietnã. Se eles ajudassem a eliminar Kennedy, Johnson iria continuar com a guerra e, portanto, com o negócio da droga. A CIA traria a droga para o país, através do Triângulo de Ouro, a qual seria distribuída entre as famílias da Máfia, e todos sairiam lucrando.

Mais importante ainda é que a Comissão da Máfia devia-lhes um favor. O Cardeal Spellman, através do Ministério do Exterior, havia arranjado para que “Lucky” Luciano fosse posto em liberdade por causa da “Operação Submundo” mencionada no capítulo anterior. Agora o Cardeal Spellman precisava de um favor. Se o negassem, Spellman poderia usar toda a comunidade da Inteligência, que ele já havia ajudado a organizar, para eliminar qualquer um dos chefões da turma. Se concordassem com ele, centros de jogo seriam abertos, principalmente em Atlantic City... Claro que se o Presidente fosse eliminado todos poderiam conseguir mais poder e riqueza, e a comunidade da Inteligência seria fortalecida ainda mais diante dos altos escalões de Roma.

Mais tarde, em 1964, pela primeira vez na história, o papa de Roma colocou os pés na América da “Décima Quarta Emenda” [O autor quer dizer, a colônia americana do Vaticano]. O Cardeal Spellman havia trabalhado bem e fora recompensado com a visita do seu amo, antigo companheiro de luta na Guerra Fria, e manipulador das Linhas de Fuga do Vaticano, o Cardeal Montini, que agora havia se tornado o Papa Paulo VI [O que mais me impressiona é a "santidade" desses papas católicos!]

Em setembro de 1962, Kennedy havia decidido suprir Israel com mísseis defensivos de terra e mar, com capacidade de deter aeronaves, porém não os mísseis defensivos do Egito. Era a primeira venda de armas do governo americano a Israel... Kennedy prometeu aos israelenses que, tão logo terminasse a Guerra do Vietnã, ele fragmentaria a CIA “em mil pedaços e os atiraria ao vento”. Com o assassinato de Kennedy, em novembro de 1963, os israelenses perderam o melhor amigo que tinham na Casa Branca, desde da saída de Truman (The Secret Against the Jews”, John Loftus, 1994).

E por que os Jesuítas do Vaticano não queriam que se vendessem armas a Israel, nesse tempo? Por que o Presidente Johnson, controlado pelos jesuítas, havia dado as costas à nação de Israel, quando o exército egípcio se movia através do Sinai a fim de preparar o assalto contra a mesma, em 1967? Porque o ataque contra Israel teria de ser provocado. O ataque foi provocado pela comunidade da "Inteligência Internacional Jesuíta", que, erroneamente, acreditava na fraqueza militar de Israel e também que esta nação havia sido abandonada pelos poderes do Império [Jesuíta] Americano.

A Guerra dos Seis Dias, engendrada pelo Cavaleiro de Malta - James Angleton - tinha como principal objetivo a tomada de Jerusalém, bem como o Monte do Templo.

O fator que provocou o ataque do Egito contra Israel foi a aparente falta de aparato bélico da parte de Israel e quando Israel venceu essa guerra, contra todas as expectativas mundiais, a Cidade Santa foi tomada dos árabes para ficar nas mãos do governo sionista de Roma.

Se Kennedy tivesse armado o exército de Israel, como pretendia, os egípcios jamais teriam ousado fazer essa guerra. Sem uma provocação, os sionistas que controlam o Mossad jamais poderiam ter se apossado de Jerusalém. Com Jerusalém nas mãos dos árabes, os sionistas jamais poderiam reconstruir o Templo de Salomão para o objetivo por eles ignorado – o reinado do papa dos Jesuítas, “o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2 Tessalonicenses 2:4 ACF).

Para encerrar este resumo do brutal assassinato do presidente americano mais amado e admirado pelo seu povo, Phelps diz que este ato de brutalidade jesuíta se constitui no “calcanhar de Aquiles” da Ordem Jesuíta e explica:

Se algum dia for conhecido que os Jesuítas mataram o nosso primeiro presidente católico, se os católicos romanos da América descobrirem a verdadeira história e nela acreditarem, terminará o reinado dos Jesuítas, neste país. Nosso país é a pedra fundamental do poder temporal do papa em todo o mundo. Se os Jesuítas fossem expulsos do território americano, nosso país poderia reconquistar sua soberania nacional e nós poderíamos nos governar, novamente. Recuperaríamos a nossa liberdade, os Jesuítas estariam longe daqui e, então, poderíamos experimentar uma prosperidade verdadeira e uma vida bem melhor... Os culpados da morte de Kennedy deveriam ter contado a verdade sobre quem os empurrara a tal crime, pois esse monstro que opera por trás dos bastidores do Vaticano não é invencível. Ele opera através do medo. Quando um homem se adianta e diz a verdade, contando o que sabe, sem medo das conseqüências, essa organização criminosa treme nas bases e até pode desmoronar. A Bíblia, nossa única regra de fé e prática, assim diz: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”

(2 Timóteo 13:8- ACF).

Tradução e adaptação de Mary Schultze


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Capítulo 7

A Teologia Moral dos Jesuítas

Em 1825 os líderes da Ordem de Loyola reuniram-se, no Colégio Jesuíta Chieri, na cidade de Turim, Itália, a fim de decidir o aniquilamento definitivo dos “inimigos” do Catolicismo Romano, acertando que num prazo máximo de 200 anos, eles seriam definitivamente liquidados. O objetivo dessa reunião era triplo:

4. Destruir as três grandes religiões que não obedecem ao papa, isto é, a Ortodoxa, o Islamismo e, principalmente, o Protestantismo.

5. Criar uma Nova Ordem Mundial, através da dissolução de todos os governos democráticos e liberais, a fim de estabelecer um governo absolutista único, sob a égide do papa de Roma, como na Era das Trevas.

6. Construir (com ajuda dos judeus apóstatas) o Templo de Salomão em Jerusalém, de onde o papa de Roma poderá governar o mundo, econômica, política e espiritualmente, através do Papa Negro (que será o Anticristo dirigido pelo falso profeta).

Esses objetivos foram minuciosamente calculados e nos anos 1960, com a criação do Movimento Carismático na Universidade Notre Dame (dirigida pelos jesuítas da “Santa Cruz”), a Ordem de Loyola conseguiu fisgar facilmente os pentecostais, imitando suas esquisitices, universidade essa que, segundo a ex-freira e escritora Mary Ann Collins (The Spirit of Roman Catholicism), é hoje o maior centro de hedonismo e ocultismo entre as freiras e padres católicos (Seria possível imaginar o Espírito Santo se manifestando a um grupo de católicos nessa universidade?)

A Ordem Jesuíta foi criada especialmente para liquidar a Reforma Protestante, tornando-se a SS do Vaticano. Vamos mostrar adiante algumas doutrinas jesuítas elaboradas pelos seus padres maiores.

No site do Dr. Ian Paisley colhemos as informações que mostram um resumo dos ensinos dos padres jesuítas.

O Papa Gregório XVI (1831-1846) declarou o seguinte: “Não é possível suportar tanta liberdade horrorosa de opinião e de imprensa, principalmente essa máxima de que todo homem deve ter direito à liberdade de consciência... Quanto ao homem que fala ou escreve, de modo a anular um dogma nacional, este deveria ser enforcado como um ladrão comum. Por causa de tão grande imprudência, que é permitir a liberdade de expressão a todos, é que temos sido tão prejudicados.”

Ultimamente, o jornal “The Rambler” (O Andarilho) declarou, com autoridade papal, o seguinte: “A liberdade religiosa, no sentido de uma liberdade possuída por todo homem, a fim de escolher a sua religião, é uma das mais funestas ilusões já permitidas nesta era pelo pai da mentira. O exato nome de ´liberdade´, exceto no sentido de uma permissão de se praticarem determinados atos, deveria ser banida do domínio da religião. Isso é nada mais, nada menos, do que uma falsidade. Ninguém tem o direito de escolher a sua religião. Ninguém, a não ser um ateu, pode abraçar o princípio da liberdade religiosa. Deveríamos inventar a abominável doutrina de que o Calvinismo, o Anglicanismo e o Judaísmo não são pecados mortais, do mesmo modo como o assassinato e o adultério? Deveria eu dar esperança aos errados “irmãos” protestantes de que hei de me entrosar com os seus credos, caso estes não se entrosem com o meu? Será que devo tentar fazê-los esquecer que eles não têm mais direito à sua visão religiosa do que têm à minha carteira, à minha casa ou ao meu sangue vital? Não! O Catolicismo é o mais intolerante dos credos. Ele é em si mesmo intolerante, visto como é a própria verdade”.

Ainda o mesmo órgão de Roma (The Rambler) diz o seguinte: “Vocês indagam se o papa fosse o Senhor da terra, estando vocês em minoria, senão em número, mas em poder, o que deveria ele fazer com vocês? Ora, isso depende inteiramente das circunstâncias. Se fosse benéfico ao Catolicismo, ele iria tolerar isso. Mas se não o fosse, ele mandaria prendê-los, bani-los, multá-los e talvez até enforcá-los. Ele jamais iria tolerar vocês por amor aos princípios da liberdade civil e religiosa.”

Conforme a doutrina romana, a maior autoridade e exata perfeição do “Cristianismo” consiste na cabal disposição de aceitar, sem questionar, que o preto é branco. No livro “Exercícios Espirituais” de Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (Ordem Jesuíta), traduzida da versão latina autorizada por Charles Zegar M.A., e prefaciada pelo Reverendo Reitor Nicolas Wiseman, B.D., podemos ler: “Devemos em todas as coisas atingir a verdade, sem o direito de errar em coisa alguma. Devemos sempre manter isso como um princípio fixo, vendo o banco no que acreditamos ser preto, caso a Igreja de Roma assim o exija”.

A palavra “jesuíta” tem a mesma conotação universal de subterfúgio, engodo e prevaricação.

1. Vejam Le Mercure Jesuitique, Vol. 3 - Não temos obrigação alguma de amar a Deus.

2. Padres Valentia, Merat, Penthereau, Faber, De Brielle, Sirmond, Suarez, Leseau e Duchesne - Não temos obrigação alguma de amar ao próximo.

3. Tambourin, L´Amy, Bauni, Alphonsus - Fica isenta de culpa a mãe que deseja a morte de suas filhas.

4. Bonacina - É legal que um homem se alegre com o assassinato por ele cometido contra o próprio pai.

5. Fagundes, Reginald, Alrult - O assassinato é legal.

6. - Mariana - O regicídio (matar um rei) - não é assassinato.

7. Gretser - é legal matar uma pessoa inocente.

8. Fillucius, Tamborin, Valentia, Sanches - As promessas confirmadas pelo Pacto não estão aqui anexadas.

9. Tollet e Fillucius - Jurar falso não é perjúrio.

10. Ibid - A mentira e a verdade são a mesma coisa.

11. Tollet - A desonestidade nos negócios é legal.

12. Reginald, Emanuel e Sá - Roubar não é pecado.

13. Doutrinas da Probabilidade e do Pecado Filosófico - Os homens devem ter prazer nas vantagens do crime, mesmo não sendo criminosos.

14. Imago Primi Saeculli, 1, VIII, p. 8 - Os crimes agora devem ser expiados com muito maior alacridade do que quando foram cometidos, pois os pecados são perdoados tão depressa como foram cometidos.

15 - Sanchez - Moral Opera - A mentira e o perjúrio tornam-se muito corretos, quando forem convenientes.

16. L´Amy cf. Riembauer - Os jesuítas são obrigados pela lei da caridade a matar os seus oponentes.

17. Casnedi - No Dia do Julgamento Deus vai dizer a muitos: “Vinde, benditos, que matastes e blasfemastes, visto como imagináveis estar certos ao fazer isso”.

18. Richer - Havendo Deus, nestes dias, falado muitas vezes, através do Seu filho, Inácio de Loyola, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também os mundos...

19. Imago Primi Saeculi Societatis, Livro 5, p. 649 - Deus concedeu a cada membro da Sociedade o privilégio de escapar da condenação, sendo que qualquer um que morrer em comunhão com a mesma obterá a felicidade eterna.

20. Constituição, Cap. 4, p. 4 - O General da Sociedade ocupa o lugar de Deus.

21. Memorial ao Papa Clemente VIII, 1593 - Ele é o Senhor dos senhores, faz o que quer, sem restrição da lei. Ele tem o poder da vida e da morte. Eleva e abate quem ele bem quer, como se fora o próprio Deus, sendo isento de qualquer paixão e sendo incapaz de errar.

22. Serape (em Arnauld, 1692) - As artes de roubar e blasfemar são virtudes divinas.

Até aqui falou a extrema inteligência, a cultura e a esperteza filhos de Loyola!!! Vocês estão estarrecidos? Eu, também! Contudo, leiam o livro “Vatican Assassins” de Eric Jon Phelps, o qual foi cortado da Internet, e constatarão que isso não corresponde sequer a um milésimo do que os filhos de Loyola têm aprontado durante os seus 464 anos de existência.



Ian Paisley/Mary Schultze (www.ianpaisley.org), “The Unacceptable Face of Rome”, 21/07/2004.

(O Dr. Ian Paisley é a maior autoridade em Protestantismo no Reino Unido. Foi o membro mais votado do Parlamento Britânico em 2003, e é o fundador da Igreja Presbiteriana Livre da Irlanda.)


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Capítulo 8

Os Jesuítas, os Maçons e os Illuminati

Vamos transcrever a tradução literal que fizemos de grande parte do trabalho do cristão Edward Hendrie sobre o assunto acima:

Sem dúvida alguma veremos o retorno da perseguição inquisitorial contra os cristãos, a qual será realizada pela Igreja Católica Romana (ICR). Uma de suas principais ordens sacerdotais, a qual está trabalhando ativamente no sentido de instituir uma grande inquisição, é a Ordem Jesuíta....

Inácio de Loyola foi o líder de uma organização secreta e ocultista conhecida como os “Alumbrados” (nome espanhol para os Illuminati). No dia 15/08/1534, Loyola fundou uma organização irmã dos Alumbrados, a qual ele chamouSociedade de Jesus, e passou a ser conhecida como Ordem Jesuíta. Loyola foi preso pelos inquisidores da Ordem Dominicana, conhecida em toda a Europa pela sua crescente influência e grande poder. Por causa dos influentes aliados entre os príncipes da Europa, a Loyola foi conseguida uma audiência com o papa [nesse tempo, Paulo III], a quem Loyola prometeu lealdade, concordando em fazer a adesão do mundo inteiro ao papado. Paulo III aprovou oficialmente os jesuítas como uma ordem católica, em 1540, através da bula papal Regimini Militantis Ecclesiae (1).

Os jesuítas são a milícia secreta da ICR, sendo geralmente mencionados como “a milícia do papa”, tanto que o seu líder é chamado “General Jesuíta”. Ela difere de todas as outras ordens católicas por ser independente dos bispos e cardeais, respondendo exclusivamente ao papa. Em razão do poder e da influência, o seu general é conhecido como o “Papa Negro”. Ele tem a suposta autoridade para absolver as pessoas dos pecados de bigamia, assassinato e qualquer outro dano causado aos outros, contanto que o assunto não se torne público, ou motivo de escândalo. (2) O papa Gregório XII concedeu aos jesuítas a liberdade de trabalhar no comércio, nos bancos, o que tornou essa ordem imensamente rica (3). Os papas têm ameaçado com excomunhão os príncipes, reis e qualquer pessoa que interfira com os jesuítas (Latae Sententiae) (4).

Uma das obras mais confiáveis sobre os jesuítas, de J. Huber, professor de Teologia Católica, diz o seguinte: “Aqui temos um fato comprovado. A constituição [dos jesuítas] repete 500 vezes que o General [jesuíta] deve ser visto como o Cristo” (5).

Os jesuítas têm uma longa e sórdida história no tocante à distorção das obrigações morais e práticas, advogando a ética situacional. Por exemplo, Deus nos ordena, sem exceção, em Êxodo 2:16, a não dar falso testemunho contra o próximo. Os jesuítas, por sua vez, permitem o uso de termos ambíguos, a fim de enganar o juiz ou perverter o direito, sob juramento, caso a testemunha use de reserva mental (6). Eles ensinam que se uma jovem engravidar, ela pode conseguir permissão para fazer um aborto, caso essa gravidez traga desonra a ela ou a um membro do clero (7). Mas não é só isso. Outra máxima da Ordem diz: “Se um padre, caindo em tentação, abusar de uma mulher e ela divulgar esse fato e por causa disso ele sofrer desonra, esse padre pode matá-la, a fim de evitar uma desgraça” (8).

Não é apenas neste caso que um assassinato é justificado. Os jesuítas também ensinam, que “a um frade ou padre é permitido matar aqueles que se disponham a difamá-lo em sua comunidade” (9).

Os jesuítas são ardorosos perseguidores dos cristãos e de qualquer pessoa que eles considerem inimiga do Vaticano [Valha-me Deus!!!]. Eles fazem um pacto solene para destruir os cristãos protestantes e qualquer governo que dê proteção aos mesmos (10). São os inimigos mortais da liberdade, possuindo um sistema completamente embasado na desconsideração, na impiedade e na cega obediência aos seus líderes. O próprio Inácio, escrevendo aos seus jesuítas em Portugal disse: “Devemos ver o preto como branco, se a Igreja assim o disser” (11). Eles são os embaixadores da subversão na ICR, levando o caos e a ruína às nações onde se infiltram. Eles acreditam que “a ICR tem o direito de matar os hereges porque é pelo fogo e pela espada que a heresia deve ser extirpada... Não lhes deve ser permitido o arrependimento, do mesmo modo como não é permitido aos criminosos civis; pois o bem maior da Igreja é a unidade da fé, e esta não pode ser preservada, a não ser que os hereges sejam levados à morte” (12).

Alberto Rivera, um ex-padre jesuíta, foi salvo pela graça de Deus e abandonou o sacerdócio jesuíta. Os jesuítas fizeram inúmeros atentados contra a sua vida, para que ele não revelasse os segredos da Ordem. Ele sobreviveu aos atentados e denunciou muito sobre os sinistros métodos e motivos dos jesuítas. Leiamos o excerto seguinte do Pacto Extremo dos Jesuítas, o qual é exigido de um padre, quando este é elevado a uma posição de liderança. Alberto Rivera fez esse pacto, quando era jesuíta. Ele é precedido de um preâmbulo, aparentemente recitado por um confrade jesuíta de superior autoridade:

”A você foi ensinado o dever de espionar, de coletar estatísticas, fatos e informações ao seu alcance, de qualquer fonte; a tornar-se confidente das famílias nos círculos protestantes e hereges de toda classe e caráter, bem como de todo comerciante, banqueiro, advogado, entre as escolas e universidades, nos parlamentos e legislativos, no poder judiciário e nos conselhos de estado, sendo ‘tudo para todos os homens’, pela causa do papa, cujos servos o servirão até a morte... Você deve servir no devido tempo como instrumento e executor, conforme ordenado pelos seus superiores, pois ninguém pode aqui comandar se não tiver consagrado os seus serviços com o sangue do herege, pois ‘sem derramamento de sangue não há remissão de pecados”’

Eu... Agora na presença de Deus Todo Poderoso, da Bendita Virgem Maria, do Bendito Arcanjo Miguel, do Bendito São João Batista, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os santos, de todas as terríveis hostes celestes e de vós, meu pai espiritual, o Super-General da Sociedade de Jesus, fundada por Santo Inácio de Loyola, no pontificado de Paulo III e prosseguindo até o presente, pelo ventre da Virgem Maria, a Mãe de Deus, e pelo governo de Jesus Cristo, declaro e juro que Sua Santidade o Papa, é o Vigário de Cristo e o verdadeiro e único cabeça da Igreja Católica e Universal em toda a terra; e que pelo poder das chaves de abrir e fechar que foi dado a Sua Santidade pelo meu Salvador Jesus Cristo, ele tem o poder de destronar os reis, os príncipes, as repúblicas e os governos hereges, sendo ilegal tudo que não tiver a sua sagrada confirmação, e que todos esses devem ser certamente destruídos. Desse modo, através do máximo do meu poder, devo e quero defender essas doutrinas e todos os direitos e costumes de Sua Santidade contra todos os usurpadores, da autoridade herética dos protestantes, especialmente da Igreja Luterana da Alemanha, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega e da agora pretensa autoridade da Igreja da Inglaterra e da Escócia e dos ramos destas, em qualquer tempo (grifo nosso). Agora, renuncio e desisto de qualquer lealdade a qualquer rei, príncipe ou estado herege, como os protestantes ou liberais, ou de qualquer obediência a qualquer de suas leis, magistrados e oficiais. Prometo e declaro ainda, sem levar em conta que eu seja levado a assumir qualquer religião herética, para a propagação dos interesses da Santa Madre Igreja, a guardar os segredos e esconder todos os segredos e conselhos dos seus agentes, de tempos em tempos, conforme ela possa me instruir; a não divulgar, direta ou indiretamente, por palavra, escrita ou circunstâncias, ou o que quer que seja; mas executar tudo que me seja proposto, encarregado ou descoberto sobre mim, por vós, meu pai espiritual.

Prometo também e declaro que não terei qualquer opinião ou vontade própria, ou qualquer reserva mental que seja, agindo até mesmo como um defunto ou um cadáver (perinde ac cadaver), mas sem hesitação obedecer a cada e a todo comando que possa receber dos meus superiores na milícia do papa e de Jesus Cristo.

Que irei a qualquer parte do mundo, qualquer que seja ela, sem murmuração, sendo submisso em todas as coisas que porventura me foram ordenadas.

Ainda prometo e declaro, quando se apresentar oportunidade, a fazer e proceder uma guerra ininterrupta, secreta ou publicamente, contra todos os hereges, protestantes e liberais, conforme dirigido a fazer, para os extirpar e exterminar de toda a face da terra, não poupando sexo, idade, condição, e que enforcarei, expurgarei, queimarei, estriparei, estrangularei e sepultarei vivos esses infames hereges; arrancarei seus estômagos e os ventres de suas mulheres e esmagarei as cabeças de seus infantes contra a parede, a fim de aniquilar, para sempre, essa raça execrável.

Quando isso não puder ser feito publicamente, usarei secretamente a taça de veneno, a corda para enforcar, o aço do punhal ou a bala de aço, sem levar em conta a honra, a classe, a dignidade ou autoridade da pessoa ou pessoas, qualquer que seja a sua condição de vida, quer pública ou privada, e a qualquer hora, se assim for destinado por qualquer agente do papa ou supervisor da irmandade da sagrada fé da Sociedade de Jesus.” (13).

Franz Wernz, o General Jesuíta - de 1906 a 1915 - declarou: “A Igreja pode condenar os hereges à morte, pois quaisquer direitos que eles tenham são apenas pela nossa tolerância, não sendo aparentemente reais” (14).

Os padres jesuítas são obrigados a fazer certos “exercícios espirituais”, os quais foram criados por Inácio de Loyola. Durante esses exercícios eles são controlados e possuídos por um demônio e ficam imbuídos de forças espirituais difíceis de serem eliminadas mais tarde, forças mais duradouras do que os bons princípios e doutrinas; essas forças podem, algumas vezes, anos depois, mesmo não sendo mencionadas, tornar-se tão imperativas que a vontade é incapaz de controlar, sendo eles obrigados a seguir os seus irresistíveis impulsos. (15).

Entre 1569 e 1605, os jesuítas orquestraram nada menos de onze conspirações contra a Inglaterra Protestante, incluindo invasão, rebelião e assassinato. Cada uma dessas é conhecida pelos líderes da traição: Ridolfi, Sanders, Gregório XIII, Champion, Parsons, Duke of Guise, Allen, Throgmorten, Parry, Babington, Sixtus V, Felipe II da Espanha, Yorke, Walpole, Southwell e Guy Fawkes (16).

Na “Conspiração de Babington”, de 1586, os jesuítas, com a ajuda dos católicos, planejaram assassinar a Rainha Elizabeth I, a fim de colocar no trono da Inglaterra a católica Mary Stuart, rainha da Escócia, com o objetivo de levar a Inglaterra de volta à sujeição papal. Essa conspiração foi descoberta e Mary Stuart foi executada pelos problemas causados (17). Após o fracasso da “Conspiração de Babington” o papa, com a ajuda do Rei Felipe II da Espanha, resolveu invadir a Inglaterra com o mesmo objetivo. Em 1558, a Espanha enviou 136 navios da Armada Espanhola contra a Inglaterra. O Deus Soberano do Universo desencadeou uma forte tempestade, a qual devastou a Armada, permitindo que a Inglaterra, com apenas 30 navios, derrotasse a Espanha, depois de apenas oito horas de batalha naval (18).

No dia 05/11/1605, os jesuítas lideraram conspiradores católicos romanos no planejamento e morte do Rei Tiago I, no sentido de liquidar todo o Parlamento Britânico, explodindo a Casa dos Lords. Colocaram 36 barris de pólvora sob aCasa dos Lords, mas a conspiração foi descoberta e os conspiradores capturados. Esse evento é referido simplesmente como “Gunpowder Plot” (Conspiração da Pólvora) (19). O dia 05 de novembro é um feriado nacional na Inglaterra, em memória da católica “Conspiração da Pólvora”. É conhecido também como o “Dia de Guy Fawkes”, um dos conspiradores. (20).

A subversão jesuíta nas nações fez com que 56 países os banissem, tendo muitos desses anulado os banimentos. Em 1759 os jesuítas foram banidos de todo o império português (21). Em 06/04/1762, o Parlamento Francês emitiria a seguinte “Declaração de Prisão” (Acusação): “A dita Instituição [jesuíta] é inadmissível em qualquer estado civilizado, visto como sua natureza é hostil a toda autoridade espiritual e temporal; ela busca introduzir na Igreja e nos Estados, sob o plausível disfarce de “instituição religiosa”, não uma Ordem realmente desejosa de expandir a perfeição evangélica, mas antes um corpo político que trabalha incansavelmente no sentido de usurpar a autoridade, por todos os meios indiretos, secretos e espúrios... [A doutrina dos jesuítas é] perversa, uma destruidora de todos os princípios religiosos honestos, insultando a moral cristã, sendo perniciosa à sociedade civil, hostil aos direitos da nação, ao poder real e, até mesmo, à segurança dos soberanos e à obediência dos seus súditos; ela se encarrega de provocar os maiores distúrbios nos Estados e de conceber e manter a pior espécie de corrupção nos corações humanos” (22). [E como Roma ‘semper eadem’, os jesuítas mudaram apenas na superfície, porém os seus objetivos continuam os mesmos, isto é, conduzir toda a humanidade aos pés de "Sua Santidade”, para quem eles trabalham há 464 anos]. Em 1764, os jesuítas foram marginalizados na França e em 1767 foram expulsos da Espanha (23).

Essa enorme pressão militar e política imposta pelas nações européias, que eram os alvos da subversão jesuíta, foi tal que o Papa Clemente XIV também ficou sob tremenda pressão no sentido de dissolver a Ordem Jesuíta, tendo relutado por três anos e, finalmente, tendo cedido à mesma. O Papa Clemente XIII decidiu, no dia 03/02/1769, dissolver os jesuítas. Contudo, na véspera de executar a dissolução, Clemente adoeceu e faleceu, repentinamente. Antes de morrer, ele gritou: “Estou morrendo... É muito perigoso atacar os jesuítas” (24).

Seu sucessor, Clemente XIV, também foi colocado sob pressão política, e emitiu uma breve carta de dissolução “Dominus Redemptor”, no dia 16/08/1773 (25). Ele bem sabia a significação daquela atitude para o papado, tanto que havia dito: “Cortei minha mão direita” (26). Logo após ter ele assinado essa carta de dissolução, apareceram nos muros do palácio, no Vaticano, as letras: I.S.S.S.V (27). Ele sabia o seu significado, que era: “In Settembre, Sara Sede Vacante” (Em setembro a Sé estará vaga), isto é, “o papa estará morto”. (28). Ele foi envenenado e morreu no dia 22/09/1774 (29).

Interessante é que, menos de três anos após a supressão dos jesuítas pelo Papa Clemente XIV, a organização subversiva “Illuminati” teria sido fundada pelo jesuíta treinado Adam Weisshaupt, em 1776 (30). Weisshaupt era professor de Lei Canônica na Universidade Ingolstadt, uma universidade jesuíta, que era o centro da Contra-Reforma (31).

Alberto Rivera, um ex-padre jesuíta, declarou que a organização ocultista “Illuminati” não foi fundada por Weisshaupt, como muitos crêem, mas fora estabelecida muito antes dele. Esses “Illuminati” são de fato os mesmos “Alumbrados”, organização da qual Inácio de Loyola foi o líder (32). O propósito inicial de Weisshaupt era vingar a supressão papal dos jesuítas, erradicando toda a religião e subvertendo os governos do mundo, a fim de conduzi-los a um governo mundial, controlado, é claro, pelos “Illuminati”, sob a autoridade do seu deus. Esse governo mundial é comumente chamado de “Nova Ordem Mundial” pelos “Illuminati” e o seu deus é Satanás. (33). Foi essa organização secreta que liderou secretamente a brutal Revolução Francesa, na qual 300 mil pessoas foram massacradas, numa impiedosa orgia de violência. (34). [Alguns pesquisadores americanos atribuem aos Illuminati o atentado terrorista de 11/09/2001]

Moses Mordecai Marx Levi, conhecido como Karl Marx, era um satanista, membro da “Liga do Justo”, um ramo dos “Illuminati”. (35). Em 1847, Marx foi comissionado pelos “Illuminati” a escrever o “Manifesto Comunista”, um esboço do plano destes para o domínio mundial. (36). Nada havia de novo no tal “Manifesto Comunista”, o qual era tão somente um plágio dos planos antes formulados por Weisshaupt e o seu discípulo Clinton Roosevelt (um parente afastado de Franklin Delano Roosevelt) (37). No dia 20/12/1871, houve um encontro de Weisshaupt com a hierarquia da Franco-Maçonaria, no Congresso de Wilhelmsbad (38). Em julho de 1872, foi realizado um acordo para combinar os “Illuminati” com os maçons (39). A Maçonaria proveu o terreno perfeito de recrutamento para os “Illuminati”.

Como acontece com os “Illuminati”, a Maçonaria provê estágios de iniciação, os quais vão, gradualmente, insensibilizando a pessoa iniciada, permitindo que a hierarquia tenha acesso à adaptação da mesma, para alcançar graus superiores. A iniciação no Royal Arch (Arco Real), que é o sétimo grau no Rito York, equivale ao grau 13 do Rito Escocês, quando é exigido que o membro iniciado beba vinho na metade de uma caveira, e faça um pacto de sangue de não revelar qualquer segredo da Maçonaria, de mentir e de fazer qualquer coisa necessária para ajudar o confrade maçom, livrando-o das conseqüências de um crime por ele cometido, inclusive assassinato e traição. O Manual da Maçonaria declara que um maçom “deve ocultar todos os crimes do seu confrade maçom... para que no caso de ser arrolado como testemunha contra o irmão maçom, ele poder sempre escudá-lo... Isso pode ser um perjúrio, é verdade, mas é sua obrigação” (40).

A fim de garantir que os maçons não sejam processados pelos crimes cometidos, as Lojas Maçônicas recrutam ativamente membros das comunidades legais e da legislatura. Por causa disso, as comunidades não devem permitir que pessoa alguma da Maçonaria pertença a ofícios como delegado, juiz, promotor, investigador policial. Quando se sabe de um caso inexplicável da parte da polícia, de um juiz, de um promotor ou de qualquer político permitindo a liberdade de um criminoso, não se deve subestimar o fato de que a Maçonaria está por trás desse caso. Por exemplo, Albert Pike, o “Supremo Grande Comandante do Antigo e Aceito Rito Escocês da Franco-Maçonaria da Jurisdição Sul dos USA”, foi acusado de traição. Contudo, em 22/04/1866, ele foi totalmente inocentado pelo Presidente Andrew Johnson. No dia seguinte, Pike visitou o presidente na Casa Branca. Pike novamente visitou o presidente em 1867, após o procedimento do impeachment ter sido iniciado contra o presidente Johnson. O General Gordon Granger estava presente ao enconro e foi convocado pelo Congresso Americano a testemunhar o encontro. Ele contou que Johnson e Pike discutiram sobre a Maçonaria e que, pela conversa, ele entendeu que Pike era o superior de Johnson na Maçonaria. Logo depois, uma delegação de maçons concedeu a Johnson a escalada ao grau 32 da Maçonaria, em seus aposentos, na Casa Branca. (41).

Millard Fillmore, o 13º. Presidente dos USA, um ex-maçom, contou que “a fraternidade maçônica ultrapassa os nossos direitos, derrota a administração da justiça e desafia qualquer governo que ela não possa controlar.” (42). Um comitê conjunto da legislatura de Massachusets investigou a Franco-Maçonaria em 1834, tendo chegado à conclusão de que a maçonaria era “um governo independente dentro do governo e além do controle das leis da terra, através do seu sigilo”. (43).

Albert Pike, o pontífice teológico da Maçonaria, escreveu que “é certo que o seu legítimo pronunciamento não é representado pela palavra Jeová, e, portanto, não é esse o nome da divindade, nem a Palavra Infalível” (44). Contudo, a Palavra de Deus declara claramente que Jeová (o Senhor) é o nome de Deus: “Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra”. (Salmos 83:18). Se os maçons não reconhecem o Senhor (Jeová) como Deus, então quem é o seu deus? O seu deus é Lúcifer,o nome de Satanás, antes da sua rebelião contra Deus, quando ele foi expulso dos céus.

Albert Pike disse que “A doutrina do satanismo é heresia e a legítima e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual a Adonai; mas Lúcifer, o Deus da Luz e Deus do bem, está lutando contra Adonai, o Deus das Trevas e do Mal”. (45) [Não é admirar que haja tantos pastores evangélicos ligados à maçonaria?].

Pike escreveu o Manual Teológico da Maçonaria intitulado “Moral e Dogma do Antigo e Aceito Rito Escocês”. Nesse livro, Pike blasfema contra Deus, chamando o Criador de Adão de “Príncipe das Trevas” (46). A Bíblia Sagrada, em Gênesis 2:7, é clara ao dizer que Deus criou Adão, enquanto Pike blasfema contra Deus, dizendo que Ele é o “Príncipe das Trevas”. Em Gênesis 2:17, a Bíblia declara que Deus proibiu Adão de comer do fruto do conhecimento do bem e do mal. A Bíblia diz ainda que Deus criou Eva. (47). Novamente, Pike blasfema contra Deus, referindo-se a Ele como “o demônio que criou Eva” (48). Pike retrata a serpente (Satanás) como um “anjo de luz”, o qual induziu Adão a transgredir contra o demônio, dando-lhe, assim, um meio de vitória. (49). Ele chamou o pecado de Adão e Eva de um “meio de vitória contra Deus”. Enquanto isso, Deus vê a desobediência de Adão contra Ele como o motivo de queda do homem, a qual exigiu que Deus descesse à terra e o redimisse. (Romanos 5:12-21). Jesus Cristo obteve a vitória contra Satanás, por todos os que Nele crêem (1 Coríntios 15:54-58; 1 João 5:4 e Apocalipse 15:2). Mesmo sendo verdade que Satanás se transforma em “anjo de luz” (2 Coríntios 11:14), , o objetivo de Pike ao chamá-lo “Anjo de Luz” era o de distingui-lo de Deus, o qual é por ele chamado de “Príncipe das Trevas”. As doutrinas da Franco-Maçonaria são influenciadas em grande escala pelas doutrinas e história da ICR. Por exemplo, existe uma série da graus na hierarquia do Rito York conhecida como Ordem dos Cavaleiros Templários. Esta organização foi fundada em 1118 d. C. Os Templários receberam a unção papal como ordem católica (Ordem dos Cavaleiros Pobres de Cristo), em 1128, tendo sido reconhecidos como os primeiros cruzados católicos. Eles eram conhecidos como a “milícia católica”. Pike declarou que os Templários, como todas as sociedades secretas, têm duas doutrinas: uma para o público e outra oculta ao público, a qual é revelada somente aos iniciados nas sociedades secretas. (50). Pike disse ainda que “assim eles enganam os adversários, os quais procuram suplantar” (51). Essa mesma estratégia é seguida nas atividades de assistência social da ICR e da Ordem Maçônica, embora estejam ambas trabalhando secretamente em direção a um satânico controle mundial. Enquanto, aparentemente, os Templários pareciam engajar-se num serviço altruísta, eles eram iniciados numa cerimônia que lhes exigia rejeitar Cristo, cuspindo sobre o crucifixo. Eram, então, comandados a adorar Satanás, o qual era retratado na forma de um ídolo barbudo (52). Embora o papa Clemente V tenha sido pessoalmente informado sobre a conduta dos Templários, ele não tomou qualquer iniciativa, até que a sua atividade viesse ao conhecimento público. Foi, então, que houve pressão política forçando-o a suprimir os Templários (53).

Segundo Albert Pike, Jacques de Molay, o grão mestre dos Templários, foi preso e, enquanto estava na prisão, ele fundou as primeiras lojas da Franco-Maçonaria em Nápoles, Edimburgo, Estocolmo e Paris (54). De Molay foi queimado na estaca, em 1314, pelo Rei Felipe IV da França e o Papa Clemente V (55). Pike declara que tanto Felipe IV como Clemente V foram assassinados, logo depois, como vingança pela supressão dos Cavaleiros Templários (56). O ramo jovem da Franco-Maçonaria recebeu o nome de Jacques De Molay.

A maioria das sociedades secretas é fundada de modo que os membros dos escalões inferiores da organização sejam conservados ignorantes dos amplos planos e estratégias da mesma. Em 1860, Giuseppe Mazzini, diretor mundial dos Illuminati, e Albert Pike, o Supremo Grão Comandante do Supremo Conselho do Sul, decidiram formar um único Conselho Supremo da Ordem Maçônica. (57). A Pike foi dada a autoridade dogmática com o título de Soberano Pontífice da Franco-Maçonaria Universal, enquanto a Mazzini foi dada a autoridade executiva com o título de Chefe Soberano da Ação Política. Eles chamaram esse novo nível da Franco-Maçonaria de Rito Paladino Novo e Reformado. Este plano era para conservar desconhecido aos membros gerais da Franco-Maçonaria esse novo rito supremo dentro da Maçonaria. Dos graus 33 da Maçonaria seriam escolhidos os membros do Rito Paladino, os quais juravam guardar segredo absoluto até mesmo sobre a existência desse Rito Paladino. O propósito desse novo Rito era governar toda a Maçonaria no mundo inteiro, através de uma organização internacional. Contudo, a membresia geral da Maçonaria não deveria estar informada dessa estratégia mais ampla. Os centros de operação do Rito Paladino ficavam localizados em Charleston, Roma e Berlim.

Talvez por causa das atividades italianas revolucionárias de Mazzini, em oposição à ICR, que esta Igreja, em certa época, considerou a membresia da Franco-Maçonaria como pecado passível de ex-comunhão. (58). As sociedades secretas da ICR periodicamente entram em choque e em cismas, para em seguida se reconciliarem. Isso porque o Vaticano sempre exige o controle da sociedade em questão. Quando ele percebe que uma sociedade secreta esta alcançando poder político, econômico e religioso, logo a considera rival e promove guerra contra a mesma.

Mas, como vimos, no caso dos jesuítas, quando a sociedade se submete à autoridade de Roma, o Vaticano se agrada e logo dá as boas vindas a essa meretriz que se agrega ao seu rebanho. Foi isso que deve ter acontecido à Franco-Maçonaria. A Lei Canônica da ICR foi revisada e as sanções contra os membros da Franco-Maçonaria foram suspensas. Essa revisão foi feita pelo Papa João XXIII (59).

O ex-padre jesuíta Alberto Rivera revelou que antes dele abandonar a Ordem Jesuíta, descobriu que o General jesuíta (conhecido como o Papa Negro) era, não apenas membro do partido Comunista, mas também um maçom. (60). Muitos membros da ICR têm ficado alarmados durante anos ao saber das conexões maçônicas de Angelo Giuseppe Roncali (João XXIII) e de Karol Wojtyla (JP2). (61). Essas conexões deram fruto a uma aliança entre a Franco-Maçonaria e o Vaticano. Essa união entre poderosas sociedades é como uma dança de serpentes, jamais ficando clara aos observadores de fora quem está governado quem. As informações conseguidas no coração sagrado do Vaticano pelo ex-jesuíta Alberto Rivera indicam que [por enquanto] Roma está no controle...

George Lanz von Liebenfels foi um ocultista austríaco, fundador da versão alemã dos Cavaleiros Templários em Viena, em 1907, sob o nome de “A Ordem dos Novos Templários” [Segundo Phelps, em seu livro ‘Vatican Assassins” essa ordem agora se chama ‘Cavaleiros de Malta’.] (62). Liebenfels escolheu a suástica como emblema da nova organização. (63). Um dos seus discípulos foi o católico romano Adolfo Hitler. (63). Em 1932, Liebenfels escreveu a um dos seus iniciados que Hitler, um dia, iria desenvolver uma organização que faria o mundo inteiro tremer.

O reino de Satanás se alimenta de conflito e rebelião, daí por que, de tempos em tempos, suas organizações entram em conflito. Por exemplo, os objetivos dos Illuminati são a destruição de todo governo constituído e de todas as religiões, inclusive o Catolicismo Romano. Contudo vemos os Illuminati e suas organizações subordinadas trabalhando de mãos dadas com o Vaticano em muitas áreas. Inácio de Loyola foi preso várias vezes pelos oficiais da Inquisição, até que jurou lealdade ao papa, quando, então, os jesuítas foram transformados numa ordem católica. Os Cavaleiros templários, reconhecidos como a “Milícia de Cristo” (o exército do papa), foram mais tarde suprimidos pelo Rei Felipe IV da França e pelo papa Clemente V, os quais mandaram queimar na estaca o seu grão mestre (Jacques De Molay) e outros líderes dos Templários.

A II Guerra Mundial é um bom exemplo da caótica e fluida natureza do reino de Satanás.

Stalin e Hitler começaram essa guerra como aliados, porém mais tarde os comunistas e os nazistas se enfrentaram nessa guerra terrível. Novamente aqui e após a chamada “guerra fria”, os nazistas e os comunistas passaram a cooperar entre si, na derrocada do governo dos USA. Muitos dos membros das organizações nazistas são também comunistas.

O Reino de Deus é alicerçado no amor que se manifesta em serviço altruísta. O reino de Satanás é alicerçado no ódio e na ambição cega, manifestando-se em conflito com e dentro de sas organizações. O governo e as organizações que estão trabalhando em prol de uma satânica religião e de um governo mundial alimentam-se de incrustado ódio a Cristo e aos cristãos. Satanás deseja quebrar as estruturas das Leis de Deus, conforme o Salmo 2:1-4: “POR que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles”.

No dia 07/08/1814, os jesuítas foram restaurados como ordem católica pelo papa Pio VII. John Adams escreveu a Thomas Jefferson, em 1816: “Não estou feliz com o renascimento dos jesuítas... Enxames deles se apresentarão sob os muitos disfarces, até mesmo como chefes dos boêmios, com impressores, escritores, publicitários, professores de escolas, etc. Se algum dia uma associação de pessoas mereceu condenação eterna, nesta terra e no inferno, essa é a Sociedade de Loyola. Contudo, com o nosso sistema de liberdade religiosa, não podemos fazer outra coisa a não ser oferecer-lhe refúgio”. (66). Thomas Jefferson respondeu a Adams: “Como você, faço objeção ao estabelecimento dos jesuítas, os quais transformaram a luz em trevas” (64).

Em 1835, Samuel Morse, o genial inventor do telégrafo, concordou com a preocupação de Jefferson e Adams, descrevendo as ameaças dos jesuítas aos USA, como segue:

“E os americanos precisam ficar a par do que os jesuítas são? Se alguns são ignorantes, que se informem da história deles, sem demora. Não se pode perdem tempo.. Suas obras estão diante de nós, nos eventos de cada dia. Eles formam uma sociedade secreta, um tipo de ordem maçônica, com superadição de facetas da mais revoltante odiosidade e mil vezes mais perigosos. Não estão confinados a uma só classe da sociedade; não são apenas padres ou sacerdotes de um credo religioso, eles são mercadores, advogados, editores e homens de qualquer profissão e de nenhuma profissão, não tendo qualquer emblema de identificação (neste país), pelo qual possam ser reconhecidos, tendo se instaurado em toda a nossa sociedade. Eles podem assumir qualquer papel, de anjos de luz ou de ministros das trevas, a fim de conseguirem seus grandes objetivos, devendo o serviço, pelo qual fizeram um juramento, começar a qualquer momento e em qualquer direção e fazendo qualquer serviço ordenado pelo seu General, por isso não se ligam a qualquer família, comunidade ou país, pelos laços comuns que ligam os homens, entregando suas vidas ao serviço do pontífice romano”(68).

As preocupações de Morse, Adams e Jefferson eram justificadas. Uma vez estabelecidos como uma ordem católica, os jesuítas não falharam nem um pouco, durante o século 19, tendo fomentado revoluções através do mundo, tentando colocar no poder déspotas opressores e passando, logo em seguida, a controlar todos eles. Os jesuítas eram, vez por outra, expulsos da Bélgica, Rússia e Portugal (1834); dos Estados Italianos (1859); da Espanha (3 vezes, 1820, 1835 e 1868); da Alemanha (1872); da Guatemala (1872); do México (1873); do Brasil (1874); do Equador (1875); da Colômbia (1875); da Costa Rica (1874); e da França (2 vezes: 1880 e 2901). (69). Eles fizeram a guerra civil na Suíça, em 1948, e por isso foram dali banidos em 1848. (70). O artigo 51 da Constituição Suíça proíbe a presença dos jesuítas em qualquer parte do país. (71).

A subversão jesuíta tem prosseguido através dos tempos modernos, fazendo com que tenham sido expulsos do Haiti em 1964 e de Burma, em 1966 (72). Até hoje eles continuam instigando as revoluções comunistas na América do Sul. A nova marca do comunismo na América do Sul é conhecida como Teologia da Libertação.

Conspiração do Vaticano contra as liberdades dos USA

Logo após o seu restabelecimento, os jesuítas voltaram seus esforços conspiratórios contra os USA. Para entender os seus motivos é preciso entender a exclusividade dos USA e a ameaça que esse país representa a todos os déspotas mundiais, a começar do papa. A fundação dos USA iniciou uma nova era na história. Destronamos o nosso rei terreno e entronizamos o Senhor como nosso Rei. Fizemos o contrário dos judeus. Estes tentaram transformar Gideão em seu rei, mas ele recusou, dizendo-lhes que o Senhor é quem iria governar sobre eles: “Então os homens de Israel disseram a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu, como teu filho e o filho de teu filho; porquanto nos livraste da mão dos midianitas. Porém Gideão lhes disse: Sobre vós eu não dominarei, nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o SENHOR sobre vós dominará”. (Juizes 8:22-23).

Anos mais tarde, os judeus apelaram a Samuel, que nesse tempo era o juiz de Israel. Disseram que desejavam ser governados por um rei, em vez de um juiz. Um dos métodos de Satanás usado contra os judeus antigos, e hoje contra os USA, é corromper a liderança do país, a fim de que o povo se revolte e exija mudança na forma de governo. Os judeus pediram um rei porque os filhos de Samuel, que haviam sido feitos juizes de Israel pelo pai, eram corruptos e recebiam subornos. Samuel achou que havia sido rejeitado, porém o Senhor lhe disse que os judeus não o haviam rejeitado, mas a Ele, Deus. Deus advertiu os judeus de que um rei terreno lhes traria grandes calamidades, mas o povo insistiu. Então Deus satisfez-lhe o desejo e grandes calamidades vieram sobre o povo, conforme o Senhor havia predito: "E sucedeu que, tendo Samuel envelhecido, constituiu a seus filhos por juízes sobre Israel. E o nome do seu filho primogênito era Joel, e o nome do seu segundo, Abia; e foram juízes em Berseba. Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele, antes se inclinaram à avareza, e aceitaram suborno, e perverteram o direito. Então todos os anciãos de Israel se congregaram, e vieram a Samuel, a Ramá, e disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações. Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E Samuel orou ao SENHOR. E disse o SENHOR a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles. Conforme a todas as obras que fizeram desde o dia em que os tirei do Egito até ao dia de hoje, a mim me deixaram, e a outros deuses serviram, assim também fazem a ti. Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar sobre eles. E falou Samuel todas as palavras do SENHOR ao povo, que lhe pedia um rei. E disse: Este será o costume do rei que houver de reinar sobre vós; ele tomará os vossos filhos, e os empregará nos seus carros, e como seus cavaleiros, para que corram adiante dos seus carros. E os porá por chefes de mil, e de cinqüenta; e para que lavrem a sua lavoura, e façam a sua sega, e fabriquem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros. E tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. E tomará o melhor das vossas terras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos. E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais, e aos seus servos. Também os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores moços, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe servireis de servos. Então naquele dia clamareis por causa do vosso rei, que vós houverdes escolhido; mas o SENHOR não vos ouvirá naquele dia. Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram: Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará, e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras. Ouvindo, pois, Samuel todas as palavras do povo, as repetiu aos ouvidos do SENHOR. Então o SENHOR disse a Samuel: Dá ouvidos à sua voz, e constitui-lhes rei. Então Samuel disse aos homens de Israel: Volte cada um à sua cidade” (1 Samuel 8:1-22).

Quando os USA declararam sua independência do rei terreno (George IV da Inglaterra), fomos levados de volta ao governo de Deus. Após a vitória da guerra revolucionária, alguns quiseram fazer George Washington rei, mas, como Gideão, ele recusou-se até mesmo a pensar no assunto. O papa não pode tolerar um país sem um rei que se submeta à sua autoridade, pois deseja governar o mundo inteiro e nisto se incluem os USA.

Samuel Morse revelou a existência de uma conspiração política católica contra os USA (sob o disfarce de missão religiosa, em sua obra de 1835 - “Foreign Conspiracy Against the Liberties of the United States” - Conspiração Estrangeira Contra as Liberdades dos Estados Unidos) (73), os quais, por sua forma republicana de governo, são vistos como uma ameaça direta aos governos despóticos do mundo, inclusive do Vaticano.

Qual a ameaça representada pelos USA aos tiranos mundiais? Samuel Morse responde: “Indaga-se porque deveria a Santa Aliança estar interessada na liberdade transatlântica? Respondo: A silenciosa, mas crescente influência de nossas instituições sobre a Europa é razão de sobra. O exemplo único de prosperidade que exibimos, em tão forte contraste com o Velho Mundo escravizado e governado pelos padres, sobrecarregado de impostos e de despotismo, é suficiente para manter esses países em perpétua agitação. Como poderia ser de outro modo? Irá um doente, há muito desesperado da cura, saber da existência de um remédio para ele e não correr à sua procura? Iria alguém nascido num calabouço, pensando que aquele era o seu lar natural, ao saber que fora daquelas grades fortes um homem poderia ser livre, deixar de lutar pela sua liberdade? E o que tem visto o povo europeu neste país? Ele tem testemunhado a experiência bem sucedida de um governo livre; um governo para o povo, sem governantes ‘de jure divino’, sem classes hereditárias privilegiadas, um governo exibindo boa ordem e obediência à lei, sem uma polícia armada, nem tribunais secretos, um governo sem dívidas, um país industrioso, se estabelecendo e se esforçando em todos os seus interesses, sem monopólio; um povo religioso sem uma religião estabelecida; um povo moral e honesto, sem os terrores do confessionário e da Inquisição; um povo que não sofre o controle da liberdade de imprensa, com liberdade de pensamento; um povo que lê o que lhe agrada, que pensa, age e julga por si mesmo; um povo que goza da mais ampla segurança pessoal e de propriedade; um povo entre o qual as conspirações domésticas são desconhecidas, onde o pobre e o rico gozam da mesma justiça; povo social e hospitaleiro, empregando todas as suas energias num esquema de beneplácito público e particular, sem controle algum, exceto a tolerância mútua. Um governo tão em contraste em todos os pontos com os governos absolutistas, no que se refere ao dever, engajado em intensa solicitude, tanto aos governantes como ao povo do Velho Mundo.

Cada revolução que tem acontecido na Europa, na última metade do século [19] tem sido em maior ou menor escala uma conseqüência de nossa gloriosa revolução. As grandes verdades políticas ali promulgadas para o mundo são fruto de desordens e conspirações, e das revoluções da Europa, desde a Revolução Francesa, até o momento atual.

Elas são espasmos da vida interna, quebrando as amarras das trevas com as quais a superstição e o despotismo têm, até hoje, acorrentado as nações que lutam pela luz de uma nova era. Pode o despotismo saber tudo isso e não achar necessário fazer qualquer coisa para contra-atacar o mal?” (74).

Notem que as declarações supra citadas foram escritas em 1835. Desde então, os jesuítas e seus confrades, os conspiradores papais, têm corrompido, gradualmente, o governo dos USA, no sentido de fazê-lo agir mais de acordo com as tiranias mundiais.

O papa exige o domínio sobre todos os reis e reinos. Ele deseja governar o mundo. Contudo, não consegue governar um país como os USA e para realizar esse objetivo ele precisa destruir este país, conforme todos sabemos.

O papa e seus camaradas déspotas não puderam nos conquistar pela força das armas, por isso estabeleceram a nossa gradual destruição, através dos artifícios de uma missão religiosa. Como o proverbial Cavalo de Tróia, a imigração jesuíta nos USA foi na realidade uma invasão executada pelo exército secreto do papa. Em meados dos anos 1800, o poder mais interessado na destruição dos USA era a Áustria, a qual financiou a invasão deste país pelos jesuítas, cuja missão era minar secretamente a nossa república. Sobre essa conspiração, vejamos o que diz Morse: “Sim esses déspotas estrangeiros são repentinamente acirrados para combinar e promover a maior atividade do papismo neste país; e isso, também, após terem se convencido da verdade, ou mais propriamente falando, de terem tido suas memórias ativadas sobre o fato de que ‘o papismo é o absoluto oposto à liberdade republicana’”. (75).

Os pronunciamentos oficiais da ICR nos USA, quando voltamos mais de 100 anos no tempo, confirmam o fato de que ela é antagonista à liberdade: “Se os católicos algum dia atingissem a maioria numérica neste país, a liberdade religiosa chegaria ao fim. Então dizem nossos inimigos: nisso nós cremos” (The Shepherd of Valey, jornal oficial do bispado de St. Louis, edição de 23/11/1851) (76) “Homem nenhum tem o direito de escolher a sua religião” (New York Freeman, jornal oficial do bispado de Hughes, edição de 26/01/1852) (77). ”A Igreja... não outorga, nem aceita, nem favorece em grau algum, a liberdade no sentido protestante de liberdade” (Catholic World, abril 1870) (78). O Papa Pio IX publicou, em 1864, uma encíclica intitulada “Syllabus Errorum”, na qual condenava a liberdade de consciência como uma “tolice insana” e a liberdade de imprensa como “um erro pestífero, que não pode ser suficientemente detestado.” (79).O Papa Gregório XVI (1831-1846) viu a liberdade de consciência e de imprensa como conceitos absurdos e loucos, não só dentro da Igreja, como na sociedade, como um todo. (80).

Como poderia funcionar com êxito uma conspiração para subverter as liberdades dos USA? A ICR não é apenas uma religião? Samuel Morse responde: “O papismo é um sistema político, despótico em sua organização, antidemocrático e anti-republicano, e não pode co-existir com o republicanismo americano. A razão do aumento do papismo está na razão direta do declínio da liberdade civil. O domínio do papismo nos USA significa a destruição de nossas instituições livres.

O papismo, por sua organização, está sob o controle de um soberano déspota estrangeiro. (81).

A base da ICR é a obediência cega; o fundamento dos USA é a liberdade! Com declarou Richard Thompson, ex-Secretário da Marinha, em seu livro “The Papacy and the Civil Power” (O Papado e o Poder Civil), “Nada é mais claro do que isto: Se os princípios da Igreja de Roma aqui prevalecessem, nossa Constituição iria cair, sem dúvida. Ambas não podem co-existir; estão em claro e total antagonismo com a teoria fundamental do nosso governo e de todo governo do povo, em qualquer lugar.” (82). O papado precisa destruir a Constituição dos USA, a fim de impor a sua vontade e reclamar a propriedade das Américas.

A primeira emenda da Constituição dos USA provê que “O Congresso não faça qualquer lei com respeito ao estabelecimento de uma religião ou da proibição do livre exercício da mesma.” Este simples princípio já fez dos USA um letal inimigo do Vaticano. A ICR jamais vai tolerar a liberdade religiosa, pois sua história demonstra a sua intolerância às demais religiões e o futuro, infelizmente, vai confirmar essa intolerância.

Nos USA o povo é livre e supremo, sujeito exclusivamente a Deus, e os oficiais do governo são servos do povo. Por sua vez, na ICR, o papa exige o “direito divino” de governar sobre todos os mortais e reis, enquanto o povo é o escravo que obedece às leis desse “infalível Vigário de Cristo”. Os dois sistemas não podem co-existir, pois são pólos opostos. Para poder governar o mundo, Roma precisa destruir os USA.

O Marquês de Lafayette estava convencido da conspiração de Roma. Ele disse: “Se as liberdades do povo americano forem destruídas, elas cairão nas mãos do clero romano” (83). A mais chocante manifestação dessa conspiração romana veio quando foi deflagrada a Guerra Civil nos USA. Abraão Lincoln usou uma insuperável rede de inteligência, nesse período bélico, pois sabia qual era a causa dessa guerra: “O papa de Roma e seus letais servos, os jesuítas... Essa guerra jamais teria sido possível sem a influência sinistra dos jesuítas. Devemos ao papismo ver a nossa terra agora ensopada com o sangue dos nossos filhos mais nobres. Embora havendo grandes divergências de opinião entre o Sul e o Norte, na questão da escravidão, nem Jeff Davis, nem qualquer um dos líderes da Confederação ter-se-ia atrevido a atacar o Norte, se não tivessem confiado nas promessas dos jesuítas, os quais, sob a desculpa de democracia, prometeram-lhes que o dinheiro e as armas dos católicos romanos, e até mesmo as armas da França, estariam ao seu inteiro dispor, caso nos atacassem”. (Abraão Lincoln, 10/06/1864). (84).

“A partir do início da nossa guerra civil, houve uma aliança, não mais secreta, mas pública, entre o papa de Roma e Jeff Davis. O papa e seus jesuítas aconselharam, apoiaram e lideraram Jeff Davis, por terra, desde o primeiro disparo efetuado pelo católico devoto, Beaurregard, no Forte Santer. Eles o ajudaram no mar, dirigindo e apoiando o pirata e fanático católico Semmes, no oceano” (Abraão Lincoln, 10/06/1864 (85). “O verdadeiro motivo [desta guerra] não é visto. Ele é silencioso e está escondido por trás dos seus muros de ferro. O motivo real e bem oculto está nas porções de água aquecidas a vapor, as quais são diretamente dirigidas pelas silenciosas mãos dos engenheiros. O povo comum vê e escuta o grande barulho dos trilhos dos carros da Confederação e o chama de Jeff Davis, Lee, Thombs, Beauregard, Demmes, etc., achando, honestamente, que eles são o poder motriz, a causa principal de nossos problemas. Mas aí está o erro. O verdadeiro poder motriz é secreto está por trás dos muros do Vaticano, dos colégios e das escolas dos jesuítas, dos conventos das freiras a dos confessionários de Roma.” (Abraão Lincoln, 10/06/1864 (86).

Lincoln escondeu do público a descoberta da conspiração de Roma, na preocupação de que, revelando-a, isso poderia levar o país a uma sangrenta guerra religiosa. “Temo pelos padres, bispos e monges de Roma nos USA, quando o povo descobrir que eles são, na maioria, os responsáveis pelas lágrimas e pelo sangue derramados nesta guerra. Escondo o que sei, pois se o povo descobrir toda a verdade, vai transformar imediatamente esta guerra numa guerra religiosa, com um caráter dez vezes mais selvagem e sangrento. Seria uma guerra impiedosa, como todas as guerras religiosas o são. Uma guerra de extermínio para ambos os lados. Os protestantes, tanto do Norte como do Sul, iriam, na certa, se unir para exterminar os padres e os jesuítas, se pudessem saber o que o professor Morse tem-me dito sobre as conspirações feitas na própria cidade de Roma, a fim de destruir esta república, e se pudessem saber como os padres e freiras (que diariamente desembarcam em nossas praias, sob o pretexto de pregar a sua religião, e de instruir o povo em suas escolas, em cuidar dos enfermos nos hospitais) não passam de emissários do papa, de Napoleão e dos déspotas europeus, para minar nossas instituições, alienar os corações do nosso povo de nossa Constituição, de nossas leis, de destruir nossas escolas, e preparar um reinado de anarquia, como o têm feito na Irlanda, no México, na Espanha e em toda parte onde existem pessoas ansiosas de liberdade” (Abraão Lincoln, 10/06/1864) (87). Abraão Lincoln sabia que a ICR é uma inimiga figadal dos USA.

“Os mórmons e os padres jesuítas são igualmente inimigos figadais de nossas leis. Contudo, os mais perigosos são os jesuítas - os padres romanos que sabem melhor esconder o seu ódio sob o disfarce de amizade e de bem público. Eles são os mais bem treinados para cometer os crimes mais cruéis e diabólicos, ‘para a glória de Deus’’” (Abraão Lincoln, 10/06/1864). (88) “Agora fica bem claro para mim que, com raras exceções, todo padre e todo católico romano é um inimigo decisivo da liberdade” (Abraão Lincoln) (89).

A Igreja de Roma não apenas foi responsável pela Guerra Civil, mas os jesuítas inspiraram e planejaram o assassinato de Lincoln. Este sabia que fora marcado para morrer e que isso era apenas uma questão de tempo, antes que acontecesse. “Tantos complôs já foram feitos contra a minha vida que é um milagre que até hoje tenham falhado, quando se considera que a grande maioria deles foi programada pelas hábeis mãos dos assassinos católicos romanos, evidentemente treinados pelos jesuítas”. (Abraão Lincoln) (90).

As transcrições do julgamento do assassinato de Lincoln, publicadas por Ben Pitman, contêm prova evidente de que a conspiração para assassinar Lincoln partiu de Roma e foi alimentada na casa de Mary Surrat, na 561 H. Street, Washington, DC. Houve um contínuo fluxo de padres católicos, que se encontravam na casa, quando o assassinato estava sendo planejado. Esses padres eram amigos pessoais e confessores de John Wilkes Booth, John Surrat, da Sra. e da Srta. Surrat. Sem exceção, todos os envolvidos no complô do assassinato e na fuga de John Booth eram católicos romanos. (91).

Passos cuidadosos foram dados pela ICR no sentido de dar cobertura a John Surrat em sua fuga. Ele esteve em Washington no dia 14/04/1865, ajudando Booth na preparação do assassinato, que o executou naquele mesmo dia. O padre católico Charles Boucher declarou sob juramento que, apenas alguns dias antes do assassinato, John Surrat lhe fora encaminhado por outro padre católico, o Padre Lapierre. Boucher o escondeu até o final de julho. De julho a setembro ele ficou escondido por Lapierre em Montreal. Quando viajava no Vapor “Montreal’ para Quebec, Lapierre escondeu Surrat trancado em sua cabina. No dia 15/09/1865, Lapierre e Surrat tomaram o Vapor “Peruvian”. L. I. A. McMillan declarou, sob juramento, que o padre católico Lapierre havia lhe apresentado Surrat sob o nome de “McCArthy”, tendo-o trancado em seu aposento no navio, até que este partiu para a Europa. Lapierre era o “canon” do Bispo Bourget de Montreal. Como “canon”, ele era o seu confidente, dando-lhe conselhos e dele recebendo orientação para a sua vida. Segundo as leis da ICR, esses “canones” são o braço direito dos bispos. (92). [A ICR sempre abençoa os assassinos que cometem crimes em favor de sua organização].

Tendo despachado Surrat do Canadá para a Europa, onde imaginam vocês que Surrat foi encontrado? Pois ele o foi sob o nome de “Watson”, na 9ª. Companhia de Infantaria Zouave, os guardas pessoais do papa. Quando os USA encontraram Surrat, o papa foi forçado a retirar-lhe a proteção e Surrat foi levado aos USA, para ali ser julgado. A evidência de sua culpa era notória, mas o júri ficou indeciso, com três jurados católicos, a quem os padres confessores haviam dito que o Santíssimo Padre, Gregório VII, havia solene e infalivelmente declarado que “matar um herege não era assassinato”. (93).

O governo dos USA foi obrigado a libertar Surrat. O Vaticano é uma nação independente e soberana, tendo sua própria moeda, Secretário de Estado e embaixadores. Depois de ser batizada na ICR a pessoa torna-se membro dessa Igreja. Quando é crismada, ela “se torna uma cidadã da ICR, apta para assumir a responsabilidade dessa cidadania e defender a sua fé contra os inimigos” [da Igreja] (94). Após a “Confirmação”, o cidadão deve estar “preparado, quando for convocado, a lutar pela fé em Cristo” (95). Os cidadãos da ICR devem ter “força e capacidade que o possibilitem, no teste espiritual, a lutar o humanamente possível para resistir aos malignos inimigos’” [do papa] (96). Ele se transforma, então, “num bravo combatente e deve estar preparado para lutar, com espírito invicto, contra todos os adversários, pelo nome de Cristo” (97). Em contraste, Jesus deixou claro que o Seu reino não é deste mundo e que o Reino de Deus é espiritual: “Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (João 18:36).

O reino de Satanás é deste mundo (1 João 5:19). Ele tem os seus cidadãos espalhados pelo mundo inteiro. Quando um destes deve escolher entre obedecer ao seu país ou obedecer ao papa, conforme a doutrina católica ele tem de obedecer ao papa. A Lei Canônica e os dogmas católicos têm superioridade sobre a Constituição de qualquer país. Todos os oficiais do governo federal e estadual são obrigados a afirmar e a jurar que mantêm a Constituição dos USA (98).Porém no que se refere à ICR, a lealdade de um católico deve ser prestada em primeiro lugar ao papa [Todo católico devoto é um apátrida]. De fato, em 1199, o Papa Inocêncio III publicou a bula papal Vergentis in Senium, na qual ele equiparou a heresia da violação dos editos e doutrinas papais e católicas romanas à traição (99). Em 1231, o papa Gregório IX publicou a bula papal Excomunicamus, na qual ele fixou oficialmente a pena de morte por qualquer “heresia” contra a ICR. (100). “Durante a Guerra Civil, o Vaticano foi a única nação a reconhecer a soberania dos Estados Confederados do Sul. Como isso afetou os estados da União Católica, sabendo que estavam lutando pelo seu líder espiritual, numa causa à qual se opunham, líder que eles achavam ter autoridade para fechar-lhes as portas do céu. Muitos lutaram com bravura e distinção, enquanto outros abandonaram a causa, tornando-se traidores. Certamente temos alguns oficiais e soldados católicos bravos e confiáveis em nosso exército, mas estes formam uma insignificante minoria, quando comparados aos traidores católicos romanos, contra os quais devemos nos precaver dia e noite. O fato é que a imensa maioria dos bispos, padres e leigos católicos é rebelde de coração e não consegue ser reta, sendo, com raras exceções, publicamente a favor da escravidão.” (Abraão Lincoln) (101).

Ao contrário do general católico Sheridan, que Lincoln descreveu como “merecedor de todo um exército, pela sua habilidade, patriotismo e coragem heróica” (102), o general católico Meade escolheu a lealdade a Roma e não aos USA. Lincoln nos conta um episódio: “Meade permaneceu conosco e ganhou a sangrenta batalha de Gettysburg. Mas, como poderia ele perdê-la, quando estava cercado de heróis como Howard, Reynolds, Buford, Wadsworth, Cutler, Solocum, Sickle, Hancock, Barnes e outros? Mesmo assim, o seu romanismo suplantou o seu patriotismo, após a batalha. Abandonando o exército de Lee, quando poderia, facilmente, ter feito uma retirada e forçado Lee a render-se, depois de perder quase a metade dos seus soldados, nos últimos três dias de carnificina. Quando Meade estava em vias de ordenar a perseguição após a batalha, um estranho veio depressa até o quartel general, e esse estranho era um jesuíta disfarçado. Após ter conversado com ele durante 10 minutos, Meade fez tais preparativos para a perseguição ao inimigo fugitivo que este escapou quase incólume, com uma perda de apenas dois fuzis”. (Lincoln) (103).

O papel do Vaticano no início da I Guerra Mundial - O papa que se auto-intitula um homem de paz, é, de fato, um homem de guerra, o qual instigou a I Guerra Mundial. A ICR sempre teve um ódio letal contra a Igreja Ortodoxa Oriental. A Sérvia é predominantemente um país ortodoxo. O papa Pio X, através de seus diplomatas, tentou persuadir a nação austro-húngara a castigar a Sérvia. (104). Quando o Arquiduque Franz Ferdinand, [Que agora é homenageado por um conjunto austríaco de Rock] da Áustria-Hungria, o provável herdeiro da coroa, foi assassinado em Sarajevo, pelo estudante macedônio, Gavrillo Princip, no dia 28/06/1914, o papa se valeu da oportunidade para induzir o imperador católico Francisco José, da Áustria-Hungria, a declarar guerra à Sérvia. O Barão Ritter, encarregado dos Assuntos do Vaticano na Bavária, escreveu o seguinte ao governo: “O papa concorda que a Áustria trate severamente a Sérvia. Ele não considera muito os exércitos da Rússia e da França, achando que estes possam levar vantagem numa guerra contra a Alemanha. O Cardeal Secretário de Estado não pode ver como a Áustria-Hungria possa fazer guerra, se não tomar agora essa iniciativa” (105). Em 28/07/1914, a Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia, o que levou toda a Europa à I Guerra Mundial. Por causa do papel desempenhado pelo Vaticano no início dessa guerra, os Aliados não lhe permitiram tomar parte na mesa da Conferência, quando foi assinado o Tratado de Versailles. (106).

Interessante é que foi a Itália, o país mais católico da Europa, o que mais insistiu na exclusão do Vaticano. Através do artigo XV do Pacto de Londres, de 26/04/1915, o qual definiu a participação da Itália na guerra, o Barão Sonino exigiu que os Aliados se opusessem a qualquer intervenção do Vaticano nos arranjos de paz. (107).

O Comunismo Católico - O Vaticano não apenas instigou a I Guerra Mundial, como foi o instrumento da Revolução Bolchevista. Enquanto a ICR se opunha publicamente ao Comunismo, o Vaticano, secretamente, financiava ajuda e apostava na Revolução Bolchevista, por todos os meios. (108).

Em abril de 1917, Lenin e alguns dos seus líderes revolucionários foram transportados através da Alemanha, no infame trem lacrado. (109). Diego Bergen, um católico alemão treinado pelos jesuítas, foi o principal responsável pelos arranjos da viagem de Lenin através da Alemanha, rumo à Rússia. (110). Ele se tornou mais tarde o Embaixador do Vaticano na República Weimer e na Alemanha Nazista. (111). Entre 1917 e 1924, o Vaticano fez acordos secretos com Lenin, assegurando apoio aos comunistas, contanto que estes liquidassem a Igreja Ortodoxa, tornando a Igreja Católica a religião oficial da Rússia (112). A imensa riqueza e as possessões da Igreja Ortodoxa deveriam ser integralmente transferidas à Igreja Católica (113). Contudo, no final da Revolução, Lenin e seus sucessores [conhecendo a mau caráter do papismo] enganaram o Vaticano, tendo usado o dinheiro deste, porém dando preferência à Igreja Ortodoxa(114). Isso levou o Vaticano a considerar os comunistas como seus inimigos. O Vaticano iria se vingar, anos depois, usando os nazistas para lutar contra os comunistas, na II Guerra Mundial. [O Vaticano é um vampiro que se alimenta de sangue]

O Vaticano fracassou na II Guerra Mundial, [através da qual ele pensava que iria implantar um governo mundial encabeçado pelo déspota Adolfo Hitler]. Contudo, o que ele deixou de conseguir nessa guerra, foi conseguido através da diplomacia. [Passados os anos da chamada “Guera Fria”, quando os USA e a Rússia se defrontavam ostensivamente através do aumento do seu poderio atômico, com objetivo bélico, o Comunismo foi desarraigado da Rússia, que se tornou uma democracia). Agora o Vaticano e os comunistas trabalham novamente, de mãos dadas, em direção ao seu objetivo final, ou seja, o domínio mundial. (115). O ex-padre jesuíta Alberto Rivera descobriu que o General Jesuíta era um maçom e também um comunista (116). O Papa JP2 é um comunista marxista, tendo continuado o programa iniciado por João XXIII e Paulo VI para a implantação de um Catolicismo inspirado no Marxismo. (117). [O Vaticano costuma jogar em dois times, ao mesmo tempo, e isso lhe tem proporcionado vitória em qualquer guerra ou disputa mundial, quando ele sempre sai vencedor]. Enquanto Paulo VI cultivou estreitas relações com Moscou, o Papa JP2 preferiu escolher um Catolicismo independente de Moscou, [tendo, com a ajuda da CIA americana e dos jesuítas, derrubado o regime comunista na Rússia]. Foi o rompimento de JP2 com Moscou que motivou a tentativa de assassinato contra ele, em 13/05/1981.

Os jesuítas inspiraram os nazistas - A ICR é uma “Quinta Coluna” em todo país onde se estabelece. Este termo é usado para definir um grupo enviado de antemão para amaciar um país, antes que ele seja invadido. Por exemplo, na França, durante a II Guerra Mundial, a “Quinta Coluna” católica, sob o nome de “Ação Católica”, trabalhou em favor dos nazistas, antes e durante a invasão da França pelos soldados alemães. A “Ação Católica” agia fazendo propaganda para que o povo aceitasse o Nazi-Fascismo e não resistisse à invasão alemã. Seus membros foram tão eficientes, que a França se rendeu em apenas 30 dias. Pierre Laval, que trabalhava para o papa no Governo Vichi, falou o seguinte, na Rádio Nacional Francesa, no dia 02/01/1943: “Espero que a Alemanha seja vitoriosa. Parece estranho achar que alguns derrotados possam desejar a vitória dos vencedores. Isso acontece porque esta guerra não é igual às anteriores. Ela é uma autêntica guerra religiosa? Sim, uma guerra pela religião!” (118). [A tradutora se lembra de uma francesa que conheceu, nos anos 1960/1970, casada com um ex-nazista alemão, a qual trabalhou na Ação Católica, em favor dos alemães, durante a invasão do seu país]. A Ação Católica teve tanto sucesso em convencer os belgas católicos que o Fascismo era bom, que oito entre dez belgas que colaboraram com os alemães eram católicos romanos. (119).

O católico romano Otto Strasser foi o fundador do Partido Nazista. Ele revelou em seu livro - Hitler e Eu – que o infame livro de propaganda nazista - “Mein Kampf” - supostamente escrito por Hitler, na verdade foi escrito pelo padre jesuítas Bernhardt Stampfle (120). É claro que o Vaticano esperava uma compensação pela sua ajuda financeira e logística a Hitler e seus nazistas, trabalhando juntos com estes, através dos jesuítas. Franz von Pappen, o representante de Hitler na assinatura da Concordata com o Vaticano, declarou que “Os termos gerais da Concordata eram mais favoráveis do que todos os acordos semelhantes assinados pelo Vaticano. O Chanceler Hitler pediu para garantir ao Secretário de Estado do Vaticano (Cardeal Pacelli, mais tarde Papa Pio XII) que ele depressa iria calar os anticlericais" (121). Nessa época existiam 45 campos de concentração na Alemanha, mantendo 40 mil prisioneiros. (122). Aparentemente, parte do acordo era que Hitler liquidasse todas as forças hostis ao Vaticano, a fim de ser apoiado por Roma. Seria uma espécie de Inquisição moderna. Após ter assinado a Concordata, o Papa Pio XI arrependeu-se. Vislumbrou a guerra no horizonte e decidiu fazer uma denúncia pública contra Hitler e Mussolini, em 12/02/1939 (123), às vésperas da II Guerra Mundial (124). Isso acarretaria um efeito devastador nos planos alemães e italianos no tocante à conquista da Europa, uma vez que 1/3 da população alemã era constituída de católicos romanos devotos, sem falar nos milhões de católicos romanos espalhados por toda a Europa.

Foi então que Pio XI adoeceu repentinamente e faleceu no dia 10/02/1939, menos de 48 horas antes de oficializar o seu discurso, denunciando o Nazi-Fascismo. (135). Muitos acreditam que ele foi envenenado [Porque “ele não convinha aos interesses do Vaticano”, segundo poderia ter dito um bispo italiano, que me disse esta frase, quando se referiu ao provável assassinato de João Paulo I, em 1978). Todo o conteúdo do proposto discurso de Pio XI foi destruído, minutos antes de sua morte, inclusive o manuscrito do mesmo, o qual desapareceu misteriosamente de sua escrivaninha (126).

O Secretário de Estado de Pio XI, Cardeal Pacelli, era uma das pessoas que tinham livre acesso ao estúdio do papa (127). Pacelli negociou a Concordata com a Alemanha Nazista e tornou-se Pio XII [O Papa de Hitler], tendo dado um ardoroso apoio aos nazistas.

Hitler modelou a organização do seu partido conforme a ICR. Ele declarou: “Aprendi muito com a Ordem Jesuíta... Até agora não existe algo mais grandioso na terra do que a organização hierárquica da ICR. Transmiti muito desta organização para o meu partido. Vou contar um segredo: Estou fundando uma Ordem.... Nos “burgos” dessa Ordem, iremos levantar uma juventude que irá fazer tremer o mundo!” (128). Hitler fez uma pausa e disse que não podia dizer mais. Não revelou, naquela hora, a identidade dessa tremenda organização. Mas é claro que ele se referia à sua “Schutzstaffel” [Schutz= Técnico; Staffel = Esquadrão], que ficou conhecida como ‘SS’. Walter Schlemberg, ex-chefe da contra espionagem alemã, explicou, depois da guerra, que ”a organização ‘SS’ havia sido constituída por Hitler, segundo os princípios da Ordem Jesuíta. Seus regulamentos e exercícios espirituais prescritos por Inácio de Loyola foram os modelos que Hitler tentou copiar exatamente” (129). Hitler falou: “Posso ver Himmler como o nosso Inácio de Loyola” (130). Notem que Himmler era o “Reischsfuehrer SS” (Chefe Supremo da SS, título que equivalia ao de General dos Jesuítas. (131). Himmler era também o encarregado da polícia secreta alemã conhecida como GESTAPO. O General Jesuíta, Conde Halk von Ledochovski, conseguiu uma conexão especial dentro do serviço de segurança da ‘SS’, no qual a maioria dos postos principais era ocupada por padres católicos romanos, os quais usavam os uniformes da ‘SS’. O líder dessa central especial era o tio de Himmler, um padre jesuíta. [Segundo alguns pesquisadores, Himmler seria o tio-avô de Yasser Arafat, o grão mestre do terrorismo árabe, o qual, talvez por causa dessa ascendência muito "piedosa", era tão festejado pelo papa atual] (132). Himmler também era encarregado da polícia secreta da ‘SS’, a qual liderava a inquisição contra os judeus e os inimigos da ICR, na Alemanha, supervisionando o bárbaro extermínio de milhões de almas.

Hitler, Goebels, Himmler e a maior parte dos membros do Partido Nazista da velha guarda eram todos católicos romanos. Franz von Papen, o camareiro secreto do papa, o maior fomentador da Concordata, disse: “O III Reich é o primeiro poder mundial, que não apenas reconhece como coloca em prática os princípios do papado” (133).

O que os apóstolos da cega obediência - os jesuítas - escreveram sobre o movimento nazista? Eles apontaram, em cada oportunidade, a realidade de que o movimento nazista e a ICR eram a mesma coisa. Por exemplo, o teólogo jesuíta Michael Schamus em sua obra “Empire and the Church” (Império e a Igreja), uma série de estudos de 1933, sobre o assunto, diz: “'Empire and the Church' é uma série de escritos para ajudar na construção do III Reich, visto como ele une um Estado Nacional-Socialista ao Cristianismo Católico... O movimento Nacional-Socialista é o mais vigoroso e massivo protesto contra o espírito dos séculos 19 e 20... Um compromisso entre a fé católica e o pensamento liberal é impossível... Nada é mais contrário ao Catolicismo do que a democracia... O despertar de uma ‘estrita autoridade’ abre novamente o caminho à real interpretação da autoridade eclesiástica... O ceticismo da liberdade é fundamentado sobre a doutrina católica do pecado original... Os mandamentos do Nacional-Socialismo e os da ICR têm o mesmo objetivo” (134). Kurt Gernstein, um membro convertido à oposição evangélica contra Hitler, tornou-se oficial da ‘SS’, a fim de descobrir o segredo dos campos de extermínio, para depois contar ao mundo. Ele levou os seus registros ao representante do papa em Berlim. Quando, porém, o adido papal descobriu por que Bernstein queria vê-lo, recusou-se a recebê-lo. Era importante que o Vaticano escondesse o seu envolvimento. Ele não podia, de modo algum, permitir que alguém rondasse por ali, contando ao mundo que o papa sabia do genocídio e, mesmo assim, permanecia em silêncio. Aliás, o papa não precisava de Bernstein para lhe contar o que estava acontecendo na Alemanha. Havia dezenas de milhares de padres católicos em toda a Europa. Eles viram casas sendo evacuadas e vilas inteiras sendo deportadas. Eles ouviam as confissões dos católicos da ‘SS’ e enviavam informações confiáveis ao Vaticano, através dos seus próprios diplomatas. (135).

Os padres católicos, sob as ordens do Vaticano, tomavam parte ativa no extermínio dos judeus. Em sua obra de 1937 - “Grande Apologética - o católico Abe Jean Vieujan declarou que “Para aceitar o princípio da Inquisição, é preciso ter uma mentalidade cristã e isso é o que falta a muitos cristãos... A Igreja não tem essa timidez.” (136).

A Igreja Católica Romana contra os Sérvios - Na Iugoslávia, durante a II Guerra Mundial, o corolário fascista aos nazistas alemães era a Ustashi, composta quase exclusivamente de católicos. Quando a Alemanha ocupou a Iugoslávia, em 1941, Hitler colocou Ante Pavelic no governo do Estado da Croácia. Pavelic foi o brutal fundador da Ustashi. Logo que ele subiu ao poder, começou o genocídio contra os sérvios na Croácia. Os ustashis liquidaram um número incontável de judeus e 750.000 sérvios, durante um período de quatro anos. (137). A muitos sérvios foi dada a oportunidade de se converterem ao Catolicismo Romano, a fim de evitarem a execução. Aos judeus, contudo, não era dada essa oportunidade... O arcebispo católico da Croácia - Aloysio Stepinac - assinou e publicou uma circular oficial do governo croata (#11.530, agosto 1941) explicando a política contra a conversão dos judeus (138).

Os sérvios, na maioria, eram e ainda são ortodoxos e a Igreja ortodoxa era considerada inimiga da ICR, devendo, segundo a hierarquia romana, ser destruída. O massacre dos sérvios foi outra inquisição orquestrada pela Igreja de Roma. Um padre católico, Dr. Ivo Guberina, líder da Ação Católica, era o guarda pessoal de Pavelic. No dia 07/07/1941, ele declarou: “A Croácia deveria expurgar, de qualquer maneira, do seu sistema todo o veneno (sérvios ortodoxos)(139). O genocídio dos sérvios e judeus era simplesmente o cumprimento da estratégia do Vaticano. O papa Pio XII concedeu a Anton Pavelic o título de “Fuehrer da Croácia”, numa audiência particular no Vaticano, em 1941. (140). Seu representante especial foi enviado à Croácia e ali testemunhou as torturas e os massacres contra os sérvios (141). Pio XII ficou tão satisfeito com o progresso da inquisição croata que concedeu nova audiência a Pavelic, em 1943 (142). A política da Ustashi era extirpar a Igreja Ortodoxa Sérvia. Quando um sérvio não se convertia ao Catolicismo, sua propriedade era confiscada, ele era sumariamente executado, ou então enviado a um campo de prisioneiros, onde a morte era certa. Em 21/05/1941, o padre franciscano Simic, elevado à autoridade civil em Kinin, contou a um general italiano que ali estava para executar a política do governo ustashi, a qual era “matar todos os sérvios, no menor espaço de tempo possível” (143). Os padres católicos romanos encorajavam o genocídio. Branko Ustro, prefeito de Gujojno, compareceu diante de Silvija Francovic para confessar o assassinato de 14 sérvios. Francovic lhe respondeu: “Quando você tiver liquidado 40, venha ao confessionário e eu lhe darei absolvição de tudo” (144). O abade Deonis Head, do Departamento de Religião, anunciou, num comício político em Sataza: “Já não é mais considerado crime matar uma criança de sete anos, se ela interferir em nosso governo ustashi” (145).

Em 22/07/1941, o católico praticante, Dr. Mile Budak, Ministro da Educação na Croácia, disse: “O movimento ustashi é baseado na religião. Para as minorias - sérvios e judeus e ciganos - temos três milhões de balas. Mataremos uma parte dos sérvios, transportaremos a outra metade e o restante será forçado a abraçar o Catolicismo Romano. Então, a Nova Croácia ficará livre dos sérvios e se tornará católica, dentro de 10 anos” (146). O monge Franciscano Miroslav Filipovic, de um mosteiro próximo a Banja Luka, foi o comandante do campo de prisioneiros de Jasenovic durante 4 meses, no outono de 1941. Durante esse período, 40.000 prisioneiros foram liquidados, alguns executados pelo próprio Filipovic. Seu apelido era “Fra Sotona” (Irmão Satanás). Ele não era o único franciscano agindo no campo de prisioneiros. Era assistido por Brkljanic, Matkovic, Matijevic, Brekalo, Celina e Lipovac (147). Os padres católicos tinham toda a cobertura das autoridades civis para decidir a sorte dos sérvios. Por exemplo, Ljubica Zivanovic, de Borovo, suplicou ao chefe de polícia pela vida de suas filhas, que haviam sido enviadas ao campo de prisioneiros. Sabendo o chefe que o governo estava apenas cumprindo ordens do Vaticano, enviou-a ao padre católico Adjelko Grogic. Este lhe disse que, por não terem suas filhas aceitado a conversão ao Catolicismo, nada poderia ser feito em favor delas e que Zivanovic poderia ter a mesma sorte das filhas, caso não se convertesse à religião católica (148). Além de forçarem os sérvios a se converterem ao Catolicismo Romano, os padres ainda exigiam de cada convertido o pagamento de 170 Kunas (149).Através dessa taxa de conversão os padres ganharam muito dinheiro. Em 30/03/1998, o “US News and World Report” identificou alguns membros do clero católico que tomaram parte na inquisição católica na Croácia: “É um caso de registro histórico que a Igreja Católica da Croácia esteve estreitamente ligada à Ustashi. Nos passados anos da II Guerra Mundial, os padres católicos supervisionaram as conversões forçadas dos sérvios ortodoxos, sob a égide do Estado Ustashi. Os frades franciscanos distribuíam propaganda. Muitos dos altos funcionários na Iugoslávia foram mais tarde acusados de crimes de guerra. Entre esses se incluía o Padre Dragutin Kamber, o qual ordenou a matança de 300 sérvios ortodoxos; o Bispo Ivan Saria, de Sarajevo, conhecido como o “algoz de sérvios”, e o Bispo Gregório Rozman, de Slovênia, um colaborador nazista procurado. Um tribunal mantido pela Comissão Iugoslava dos Crimes de Guerra, em 1946, resultou na acusação de meia dúzia de padres ustahis, dentre eles, Miroslav Filipovic, comandante do campo de concentração de Jasenovac, onde os ustashis torturaram e mataram centenas de milhares de prisioneiros, com uma brutalidade que chocava até mesmo os nazistas.

Em toda a Croácia foram registrados apenas dois homens da hierarquia católica, que protestaram contra o genocídio. Um deles, Misic, em 30/06/1941, numa carta pastoral. Em 23/08/1941, o padre católico de Zagrev, J. Loncar, denunciou num sermão os crimes de homicídio praticados pelo governo ustashi, tendo sido sentenciado à morte. A sentença foi posteriormente comutada em prisão perpétua com trabalhos forçados (150). Não se sabe o que aconteceu a Misic. Que a história possa honrar os seus atos de protesto. Avro Manhattan, ex-comentarista da BBC, erudito em assuntos do Vaticano, resume a lição da Croácia, na II Guerra Mundial: “[Na Croácia] a Igreja Católica [exigia] um estado em completo acordo com os seus objetivos. O resultado foi um monstro alicerçado na força bruta de dois totalitarismos gêmeos: o totalitarismo do impiedoso estado fascista e o totalitarismo do Catolicismo... A exclusividade do Estado Independente da Croácia repousa exatamente nisto: que ele forneceu um modelo, em miniatura, do que a ICR, quando estiver no poder, será capaz de fazer no Ocidente, e, de fato, em toda parte. Como tal deveria ela ser cuidadosamente escrutinada. Pois sua significação... é da maior importância para todos os povos amantes da liberdade”. (151).

O Vaticano esconde os criminosos de guerra nazistas ustashis - O maior evidência de que o Holocausto da II Guerra Mundial foi, de fato, uma inquisição católica romana é a sua conduta após a Guerra, escondendo e orquestrando a fuga dos criminosos de guerra - nazistas e ustashis - da justiça. Em seu livro “Unholy Trinity” (Trindade Profana), Mark Aaron e Jonh Loftus revelaram o conteúdo dos documentos secretos que denunciavam a cumplicidade do Vaticano na fuga dos criminosos de guerra nazistas. Alguns desses documentos foram conseguidos numa ousada invasão aos escritórios do padre Krunolav Draganovic. O Padre Draganovic obteve do Bispo Alois Hudal a descrição do programa do Vaticano para a fuga dos criminosos da II Guerra Mundial. Aaron e Loftus concluíram que “Sob a direção do Papa Pio XII, oficiais do Vaticano, tais como o Monsenhor Giovanni Montini (mais tarde Papa Paulo VI), supervisionaram uma das maiores obstruções à justiça na história moderna... facilitando a fuga de dezenas de milhares de nazistas (criminosos de guerra) para o Ocidente” (152). O Vaticano criou uma linha de fuga para os criminosos nazistas e ustashis. A muitos deles foi dado refúgio dentro do próprio Vaticano. A eles foram entregues documentos forjados e muitos deles foram escondidos em mosteiros e conventos. Muitos chegaram à Argentina sob a proteção do ditador católico, Juan Perón (153).

O agente, Robert Moda, do Corpo do Exército da Contra-Inteligência dos USA (CIC) registrou que os criminosos de guerra croatas entravam e saiam do Vaticano, várias vezes durante a semana, viajando em carros emplacados com “CD” (Corpo Diplomático), os quais, possuindo imunidade diplomática, não eram detidos. (154). Ante Pavelic, o fuehrer croata, responsável pela morte de incontáveis judeus e sérvios ortodoxos, foi “contrabandeado” pelo Vaticano. Ele se escondeu dentro do Vaticano disfarçado de padre. Tornou-se grande amigo de Giovanni Batista Montini (coroado como Papa Paulo VI, em 1963), quando este era Secretário de Estado. Em novembro de 1947, o Vaticano contrabandeou Pavelic para Buenos Aires (155), onde ele foi recebido pela elite da hierarquia católica (156). Quando Pavelic faleceu, em 1959, o Papa João XXIII pronunciou uma bênção especial sobre ele (157).

O Vaticano promoveu a fuga de criminosos de guerra como Adolfo Eichmann, um dos maiores assassinos de massa da história. Eichmann era o líder do Departamento da SS para Assuntos Judaicos e esteve encarregado de todo o Holocausto contra os judeus. O Vaticano preparou ainda fuga de Joseph Mengele, o sádico “anjo da morte” de Auschwitz, e de Klaus Barbie, o encarregado da Gestapo francesa, conhecido como o “Açougueiro de Lyon” (158).

O Vaticano preparou a fuga de Franz Stangl, comandante do infame campo de extermínio de Treblinka. Ele supervisionou o assassinato de 900.000 internos, na maioria judeus. Através dos seus agentes, o Vaticano conseguiu a fuga de Stangl, de um campo de prisioneiros na Áustria. Ele foi contrabandeado para o Vaticano, onde se encontrou com o Bispo Hudal, encarregado de organizar as linhas de fuga (159). Hudal era assistido por Walter Rauff, ex-chefe da Inteligência da ‘SS’, ele próprio um criminoso de guerra. (160). O ex-capitão da ‘SS’, Erich Priebke, foi acusado da morte de 335 civis em Roma, em março de 1944, inclusive 75 judeus. Somente em 22/07/1957, ele foi condenado a cinco anos de prisão pelo Tribunal Militar de Roma. Interessante é que Priebke admitiu ter sido ajudado pelo Vaticano, em sua fuga do campo britânico de prisioneiros de guerra, tendo o Vaticano preparado e realizado a sua fuga para a Argentina.(161).

O Papa Pio XII fez pressão política, a fim de conseguir que os seus representantes pessoais visitassem os prisioneiros, a fim de “dar-lhes assistência espiritual”. Contudo o objetivo real era contrabandeá-los para longe da justiça (162).Apocalipse 17:5 nos diz sobre a meretriz de Roma: “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. A ICR é a mãe que deseja proteger seus filhos, os quais são as “abominações da terra”. O Bispo Hudal, chefe das linhas de fuga e íntimo conselheiro do Papa Pio XII falou: “Agradeço a Deus porque Ele [me permitiu] visitar ... prisões e campos de concentração [e ajudar os prisioneiros] a escapar com falsos papéis de identificação... Senti que era o meu dever, após 1945, devotar-me inteiramente a esse completo e cuidadoso trabalho, principalmente aos ex-nacional-socialistas e aos fascistas, especialmente aos assim chamados ‘criminosos de guerra”’ (163). [Aqui vemos Deus supostamente compactuando com a fuga de criminosos, com a emissão de falsos documentos e outras aberrações praticadas pela ICR... Não é demais?] Aaron e Loftus, após terem pesquisado os documentos do Vaticano e outras evidências, concluíram: “Em vez de contrabandear os judeus expatriados para a Argentina, as linhas de fuga contrabandearam Eichmann, Pavelic e Stangl, dentre muitos outros. Em vez de denunciar o Bispo Hudal, o Vaticano o substituiu pelo menos conspícuo, porém mais eficiente operador, o Padre Draganovic.

O que o Vaticano fez após a II Guerra Mundial foi um crime... A evidência é inequívoca: A Santa Sé ajudou a fuga de criminosos da justiça internacional. As linhas de fuga foram criadas intencionalmente para ajudar na fuga de 38 criminosos de guerra nazistas. Não encontramos qualquer desculpa de ignorância; Pio XII estava totalmente a par dos crimes de Ante Pavelic. Ele não foi o único caso. As linhas de fuga operavam despreocupadamente, amparando esses fugitivos de crimes contra a humanidade. As mensagens diplomáticas do papa revelam um modelo de proteção e intercessão em favor dos criminosos de guerra... O Vaticano sabia que elas estavam escondendo os nazistas.

Não encontramos desculpa alguma para essa conduta não autorizada; as linhas de fuga são uma extensão oficial da hipócrita diplomacia do Vaticano. Houve, virtualmente, um acordo unânime entre os sobreviventes que testemunharam as operações de Draganovic, que ele operava com a mais alta sanção oficial... Os arquivos da Inteligência de varias nações confirmam que os altos líderes do Vaticano autorizaram e lideraram o contrabando dos fugitivos criminosos de guerra”. (164).

Espólio nazista enviado ao Vaticano - A ICR não é somente a “Mãe das Abominações”, mas é também uma prostituta. Como se dá com todas as meretrizes, ela sempre exige pagamento pela sua fornicação e foi generosamente paga pelos serviços prestados aos nazistas. No dia da capitulação alemã, 07/05/1945, 288 Kg de ouro, a maior parte espoliada dos judeus e sérvios, foram transferidos para o Vaticano, do Banco Nacional da Croácia e do Tesouro do Estado. O Padre Draganovic, que liderava as linhas de fuga, admitiu que parte desse ouro havia caído em suas mãos. Ele disse à Comissão Iugoslava de Crimes de Guerra que havia entregue parte desse dinheiro aos soldados da Ustashi. (165).Num memorando de 21/10/1946, do Escritório de Serviços Estratégicos da CIA, recentemente descoberto, o agente Emerson Bigelow registrou que “um carregamento de dinheiro da Croácia para o Vaticano foi parcialmente interceptado pelos britânicos, mas que 200 milhões de Francos Suíços (170 milhões de dólares ao câmbio atual), que, aparentemente, estavam seguindo para o Vaticano, estavam guardados ali por questão de segurança. O registro declara que esse dinheiro estava sendo usado para financiar os criminosos de guerra nazistas que estavam no exílio” (166). Num memorando de outubro, 1945, Bigelow registrou que “um carregamento de 80 milhões em moedas de ouro, extorquidas dos judeus, sérvios e ciganos, foi contrabandeado para fora do regime fantoche da Croácia para o Vaticano. Ele declarou que provavelmente muito desse dinheiro foi retirado do Vaticano, através dos seus canais financeiros na Espanha e na Argentina. Bigelow achava que uma ostensiva transferência de fundos para fora do Vaticano poderia ser uma cortina de fumaça para despistar que o dinheiro ainda se encontra no Vaticano” (167).

Outro registro da Inteligência mostra o transporte de dinheiro do Reichbank de Berlim para o Vaticano, através do Banco Suíço (168). Esse dinheiro representava apenas parte de algumas centenas de milhões de dólares da riqueza extorquida dos judeus pelos nazistas. Alguns estimam que a parte do Vaticano foi de 600 milhões de dólares, mas o montante poderia ser de vários bilhões... (169). Muito do espólio nazista teve de ser transformado - de ouro, jóias e moedas estrangeiras - em Lira italiana. Conforme um memorando da diplomacia britânica, de 17/10/1947, o padre Mandic, do Instituto San Girolamo, era o intermediário [para enviar os criminosos e os espólios] para fora do Vaticano. San Girolamo é um seminário católico na Via Tomacelli, que fica a uma milha do Vaticano (170). Ali funcionavam as operações das linhas de fuga do Vaticano. (171).

O Governo Mundial do Vaticano - Alguns podem achar que o Concílio Vaticano II mudou os rumos da ICR, a qual já não é mais a meretriz das abominações na terra, sedenta de sangue, como era antigamente. Na realidade, porém, o Vaticano II é um engodo letal. No Vaticano II os cristãos protestantes, que antes eram chamados de “hereges”, passaram a ser chamados de “irmãos separados”. Contudo o Vaticano II não anulou uma só bula ou anátema emitidos contra os cristãos pelos papas do passado e pelos seus concílios. Na realidade, o Vaticano II reafirma os cânones e decretos dos concílios anteriores, inclusive do II Concílio de Nicéia, do Concílio de Florença e do Concílio de Trento. (172). Somente o Concílio de Trento emitiu mais de 100 anátemas contra os cristãos e suas crenças. Os cristãos continuam sob incontáveis condenações da ICR e do “Santo Ofício”, o qual executou todas as inquisições, e continua em plena atividade [através do seu chefe, o cardeal alemão, Joseph Ratzinger. Em cada país o papa nomeou um “inquisidor”, sendo o Cardeal Arcebispo de SP, Claudio Hume, o inquisidor brasileiro, segundo nos conta o Dr. Ian Paisley].

Assim como um leopardo não pode mudar as suas manchas, também o Vaticano não pode mudar os seus maus caminhos: “Porventura pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então podereis vós fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal?” (Jeremias 13:23). O que nos reserva o futuro? A Alemanha e a Croácia foram apenas ensaios da futura inquisição mundial contra os cristãos que não aderirem à Besta de Roma. (Leiam Apocalipse 13). [Quem não for arrebatado vai ver a crueldade romana, durante o governo do Anticristo. ‘Ach, Du, Mein Gott’, como diria Lutero!]

O ex-padre jesuíta Malachi Martin, intimamente ligado ao Cardeal Augustin Bea e ao Papa João XXIII, declarou que “O papa está cercado de homens usando vestes clericais, mas que não possuem a fé católica. Eles trabalham para fundações, ONGS, governos, academias e outras agências, a fim de organizar uma Nova Ordem Mundial”. [Estão preparando um 'gran finale' para a ICR!!!]

A ICR possui o seu próprio corpo diplomático de embaixadores colocados nas nações mais industrializadas do mundo. Existem 180 nações que enviaram seus próprios embaixadores ao Vaticano. Nenhuma outra Igreja comanda tanta atenção. Os que estão trabalhando em prol de uma Nova Ordem Mundial vão colocar essa exclusiva organização sob o seu controle. Esse processo começou com a fundação, pelas Conferências Nacionais dos Bispos, do programa de combate à pobreza... Muitas organizações foram fundadas nesse sentido, todas elas trabalhando com o mesmo objetivo... [Que não é combater a pobreza, mas diminuir o número de viventes no planeta]. Agora precisamos, mais do que nunca, entregar aos católicos as palavras de Jesus, pronunciadas em Apocalipse 18:4-8: “E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto. Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga”.



Bibliografia deste trabalho:



1.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, vol. 13, p. 550 (1992).

2.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 29 (1975).

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5.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 26 (1975).

6.Id. at p. 64. // 7.Id. at p. 65. // 8.Id. at p. 65. // 9.Id. at p. 65.

10.J. E. C. SHEPHERD, THE BABINGTON PLOT, Wittenburg Publications, p.14, 1987.

11.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 26 (1975).

12.J. E. C. SHEPHERD, THE BABINGTON PLOT, Wittenburg Publications, p.16, 1987

(quoting Marianus de Luce, S.J., Professor Canon Law, Gregorian University of Rome, Institutes

of Public Ecclesiastical Law, with personal commendation from Pope Leo XIII, 1901).

13.ALBERTO RIVERA, DOUBLE CROSS, Chick Publications, p. 12, 1981. See also, EDWIN

A. SHERMAN, THE ENGINEER CORPS OF HELL, Library of Congress catalog card # 66-

43354, p. 118 (1883); Congressional Record, House Bill 1523, contested election case of Eugene

C. Bonniwell against Thos. S. Butler, February 15, 1913, at pp. 3215-16; BURKE MCCARTY,

THE SUPPRESSED TRUTH ABOUT THE ASSASSINATION OF ABRAHAM LINCOLN, at

pp. 14-16.

14.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p. 166-

167, 1975.

Endnotes

15.Id. at p. 21 (quoting H. Boehmer, professor at the University of Bonn, Les Jesuits (1910)).

16.J. E. C. SHEPHERD, THE BABINGTON PLOT, Wittenburg Publications, p.118, 1987.

17.J. E. C. SHEPHERD, THE BABINGTON PLOT, Wittenburg Publications, 1987.

18.Id. at p. 104-117. See also COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 9, p. 97 (1991). See

also, LES GARRETT, WHICH BIBLE CAN WE TRUST?, p. 60 (1982).

19.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 11, p. 536 (1991).

20.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 12, p. 192 (1991).

21.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 13, p. 550 (1991).

22.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 69 (1975).

23.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 13, p. 550 (1991).

24.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 70 (1975).

25.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 13, p. 550 (1991); see also, EDMOND PARIS, THE

SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 70 (1975).

26.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 73 (1975).

27.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 70 (1975).

28.Id. at 70-71. // 29.Id. at 71.

30.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 12, p. 516 (1991).

31.SIDNEY HUNTER, IS ALBERTO FOR REAL?, p. 21 (1991); see also, EDMOND PARIS,

THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 35 (1975).

32.SIDNEY HUNTER, IS ALBERTO FOR REAL?, Chick Publications, p. 21-23 (1988).

33.WILLIAM STILL, NEW WORLD ORDER, The Ancient Plan of Secret Societies, p. 79

(1990).

34.WILLIAM STILL, NEW WORLD ORDER, The Ancient Plan of Secret Societies, pp. 81-91

(1990).

35.DES GRIFFIN, FOURTH REICH OF THE RICH, p. 62 (1976).

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37.Id. at p. 59-62.

38.WILLIAM STILL, NEW WORLD ORDER, p. 82 (1990).

37

39.Id.

40.JIM SHAW (33rd Degree Mason, Knight Commander of the Court of Honor, Past Worshipful

Master of the Blue Lodge, Past Master of All Scottish Rite Bodies) and TOM MCKENNEY,

THE DEADLY DECEPTION, Freemasonry Exposed by One of Its Top Leaders, p. 137 (1988).

41.WILLIAM STILL, NEW WORLD ORDER, The Ancient Plan of Secret Societies, p. 123

(1990).

42.Id. at p. 108. // 43.Id.

44.ALBERT PIKE, MORALS AND DOGMA OF THE ANCIENT AND ACCEPTED

SCOTTISH RITE OF FREEMEAONRY, p. 205 (1871).

45.DES GRIFFIN, THE FOURTH REICH OF THE RICH, p. 70 (1993).

46.ALBERT PIKE, MORALS AND DOGMA OF THE ANCIENT AND ACCEPTED

SCOTTISH RITE OF FREEMASONRY, p. 566 (1871).

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52.GARY H. KAH, EN ROUTE TO GLOBAL OCCUPATION

(http://www.biblebelievers.org.au/masonic.htm).

53.GARY H. KAH, EN ROUTE TO GLOBAL OCCUPATION

(http://www.biblebelievers.org.au/masonic.htm).

54.ALBERT PIKE, MORALS AND DOGMA OF THE ANCIENT AND ACCEPTED

SCOTTISH RITE OF FREEMASONRY, p. 820 (1871).

55.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, vol. 14, p. 122 (1992).

56.ALBERT PIKE, MORALS AND DOGMA OF THE ANCIENT AND ACCEPTED

SCOTTISH RITE OF FREEMASONRY, p. 821 (1871).

38

57.GARY H. KAH, EN ROUTE TO GLOBAL OCCUPATION

(http://www.biblebelievers.org.au/masonic.htm).

58.Sodalitium, "The Pope of the Council" - Part 19: John XXIII and Masonry, October -

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60.ALBERTO RIVERA, ALBERTO, p. 28 (1979).

61.Sodalitium, "The Pope of the Council" - Part 19: John XXIII and Masonry, October -

November 1996 (http://watch.pair.com/pope-mason.html).

62.WILLIAM STILL, NEW WORLD ORDER, THE ANCIENT PLAN OF SECRET

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65.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 13, p. 550 (1991).

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71.Id. See also, EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, p. 39 (1975).

72.COLLIER’S ENCYCLOPEDIA, volume 13, p. 550 (1991).

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74.SAMUEL FINLEY BREESE MORSE, FOREIGN CONSPIRACY AGAINST THE

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75.SAMUEL FINLEY BREESE MORSE, IMMINENT DANGERS TO THE FREE

INSTITUTIONS OF THE UNITED STATES THROUGH FOREIGN IMMIGRATION AND

39

THE PRESENT STATE OF THE NATURALIZATION LAWS, p. 8-9 (1835).

76.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick Publications,

p. 285 (1985) republished from the 1886 edition.

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79.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, p. 55 (1994), quoting J.H. IGNAZ VON

DOLLINGER, THE POPE AND THE COUNCIL, p. 21 (London 1869).

80.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, p. 123 (1994).

81.SAMUEL FINLEY BREESE MORSE, FOREIGN CONSPIRACY AGAINST THE

LIBERTIES OF THE UNITED STATES: THE NUMBERS OF BRUTUS, p. 118-119 (1835).

82.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick Publications,

p. 285 (1985) republished from the 1886 edition.

83.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick Publications,

p. 288 (1985) republished from the 1886 edition.

84.Id. at p. 296. // 85.Id. at p. 299.// 86.Id. at p. 305.// 87.Id. at p. 297.

88.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick Publications,

p. 300 (1985) republished from the 1886 edition.

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94.ALBERTO RIVERA, THE FOUR HORSEMEN, Chick publications, p. 7, 1985 (quoting

JESSIE CORRIGAN PEGIS, A PRACTICAL CATHOLIC DICTIONARY, p. 67 (1957)). 40

95.CATECHISM OF THE COUNCIL OF TRENT, ORDERED BY THE COUNCIL OF

TRENT, EDITED UNDER ST. CHARLES BORROMEO, PUBLISHED BY DECREE OF

POPE ST. PIUS V, 1566, TAN Books, 1982 at p. 208.

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99.EDWARD PETERS, INQUISITION, p. 48, 1989.

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101.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick

Publications, p. 295 (1985) republished from the 1886 edition.

102.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME, Chick

Publications, p. 298 (1985) republished from the 1886 edition.

103.CHARLES CHINIQUY, FIFTY YEARS IN THE CHURCH OF ROME , Chick

Publications, p. 298 (1985), republished from the 1886 edition.

104.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

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108.AVRO MANHATTAN, THE VATICAN BILLIONS, p. 124-125 (1983).

109.ALBERTO RIVERA, THE GODFATHERS, p. 13 (1982) (citing SALISBURY, BLACK

NIGHT WHITE SNOW, p. 405-407 (1977).

110.ALBERTO RIVERA, THE GODFATHERS, p. 13 (1982) (citing R. PAYNE, LIFE AND

DEATH OF LENIN, p. 285-300 (1964)).

111.ALBERTO RIVERA, THE GODFATHERS, p. 13 (1982) (citing GERMANY AND THE

REVOLUTION IN RUSSIA 1915-1918; DOCUMENTS FROM THE GERMAN FOREIGN

MINISTRY, edited by Z.A.B. ZEMAN, p. IX (1958)).

112.AVRO MANHATTAN, THE VATICAN BILLIONS, p. 124-125 (1983). 41

113.Id. // 114.Id.

115.AVRO MANHATTAN, THE VATICAN MOSCOW WASHINGTON ALLIANCE, p. 281-

82 (1986).

116.ALBERTO RIVERA, ALBERTO, Chick Publications, p. 28 (1979).

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118.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

158, 1975. // 119.Id. at 135.

120.SIDNEY HUNTER, IS ALBERTO FOR REAL?, p. 36 (1988) (citing ANDREW

SINCLAIR, THE GREAT CONSPIRACY, p. 9 and EDMOND PARIS, THE SECRET

HISTORY OF THE JESUITS, p. 138).

121.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

130, 1975.

122.Id.

123.THE VATICAN MOSCOW WASHINGTON ALLIANCE, p. 88-99 (1986).

124.Id. // 125.Id.

126.Id. // 127.Id. at p. 97.

128.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

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129.Id. See also, EDMOND PARIS, CONVERT OR DIE!, Chick Publications.

130.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

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133.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

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135.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 283 (1994).

136.EDMOND PARIS, THE SECRET HISTORY OF THE JESUITS, Chick Publications, p.

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141.EDMOND PARIS, CONVERT OR DIE!, Chick Publications, p. 115.

142.U.S. News and World Report, A Vow of Silence, at p. 37, March 30, 1998.

143.EDMOND PARIS, CONVERT OR DIE!, Chick Publications, p. 109.

144.Id. at p. 110. // 145.Id. at p. 112. // 146.Id. at p. 240. // 147.Id. at p. 137.

148.Id. at p. 156. // 149.Id. at p. 161. // 150.Id. at p. 109.

151.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 301-302

(1994) (quoting, AVRO MANHATTAN, THE VATICAN’S HOLOCAUST, Ozark Books, p. 9,

1986)

152.Id. at p. 310 (quoting MARK AARONS AND JOHN LOFTUS, UNHOLY TRINITY: HOW

THE VATICAN’S NAZI NETWORKS BETRAYED WESTERN INTELLIGENCE TO THE

SOVIETS, p. xii-xiii, 1991). 43

153.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 322 (1994).

154.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 319 (1994)

(quoting MARK AARONS AND JOHN LOFTUS, UNHOLY TRINITY: HOW THE

VATICAN’S NAZI NETWORKS BETRAYED WESTERN INTELLIGENCE TO THE

SOVIETS, p. 104, 1991).

155.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 311, 319

(1994) (quoting in part SCOTT ANDERSON, JOHN LEE ANDERSON, INSIDE THE

LEAGUE, Dodd, Meade & Company, p. 39, 1986).

156.U.S. News and World Report, A Vow of Silence, at p. 36, March 30, 1998.

157.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 323 (1994).

158.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 315, 321,

324 (1994).

159.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 312 (1994)

(quoting GITA SERENY, INTO THAT DARKNESS . . . THE MIND OF A MASS

MURDERER, Picador, London, p.289 (1977)).

160.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 314 (1994).

161.The Irish Times, July 23, 1997.

162.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 313 (1994).

163.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 313 (1994)

(quoting HUDAL, ROMISCHE TAGEBUCHER, p. 21, as cited in UNHOLY TRINITY, at p.

37).

164.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 325-326

(1994) (quoting MARK AARONS AND JOHN LOFTUS, UNHOLY TRINITY: HOW THE

VATICAN’S NAZI NETWORKS BETRAYED WESTERN INTELLIGENCE TO THE

SOVIETS, p. 282-283, 1991).

165.U.S. News and World Report, A Vow of Silence, at p. 36, March 30, 1998.

166.Id. at p. 36.

167.The Guardian (London), p. 19, February 12, 1998.

168.U.S. News and World Report, A Vow of Silence, at p. 34, March 30, 1998.

169.See The Herald (Glasgow), Vatican on Spot Over Nazi Gold, p. 2, December 5, 1997.

44

170.U.S. News and World Report, A Vow of Silence, at p. 37, March 30, 1998.

171.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 318-19

(1994) (quoting MARK AARONS AND JOHN LOFTUS, UNHOLY TRINITY: HOW THE

VATICAN’S NAZI NETWORKS BETRAYED WESTERN INTELLIGENCE TO THE

SOVIETS, p. 102-103, 1991).

172.DAVE HUNT, A WOMAN RIDES THE BEAST, Harvest House Publishers, p. 89 (1994)

(quoting Austin Flannery, O.P., gen. ed., Vatican II, The Conciliar and Post Conciliar

Documents, rev. ed. (Costello Publishing 1988), vol. 1, p. 412).



Edward Hendrie/Mary Schultze, dezembro 2004.



Autores desta apostila: Eric Jon Phelps,

Dr. William Grady,

Barão Avro Manhattan, Dr. Ian Paisley,

Edward Hendrie e Mary Schultze





***************



Dados Biográficos:



Mary Schultze nasceu em Crato, Ceará, num claro domingo de sol, chorando muito, como se não desejasse aterrizar no planeta Terra. Mas Deus, eternamente sábio, estava enviando a garotinha de cabelos claros para um propósito específico, permitindo que ela fosse feliz e cumpridora de sua tarefa - alegrar as pessoas com os seus livros de contos e poesias. Foi uma menina extrovertida e aos sete anos de idade, após ter sido alfabetizada pelo pai, começou a ler muitos livros de histórias e logo estava escrevendo contos e poesias, com um estilo muito pessoal. Estudou com afinco e aos 20 anos de idade foi trabalhar numa companhia aérea, pois falava Inglês fluentemente, desde os 17 anos, e logo se firmou como uma eficiente secretária bilíngüe.

Começou a trabalhar aos vinte anos e aos vinte e quatro, veio residir e trabalhar no Rio de Janeiro, na firma inglesa, Mappin & Webb, como Secretária do Diretor. Aos vinte e seis anos conheceu um Químico Industrial alemão de Berlim, com quem se casou. Converteu-se ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo aos quarenta e oito anos de idade. Seu casamento durou 26 anos, até que Deus chamou Hans para Ele e Mary ficou com duas filhas, Margarete e Rosemary, dirigindo os negócios do casal. Hoje Margarete, mãe de 3 filhos, reside na Alemanha (lado oriental) e Rosemary, mãe de duas filhas, em Teresópolis, RJ.

Seis meses antes de perder o marido, Mary havia ingressado no Seminário Teológico Betel (RJ), onde se esforçou tanto que tirou as melhores notas da turma. O resultado foi o seu 7º livrinho - Amigos em Cristo - para o qual aproveitou muitos trabalhos do Seminário. Este e os seis livros anteriores foram todos distribuídos entre os clientes de sua linha de cosméticos. Como resultado, ganhou algumas almas para Cristo. A Jesus Cristo, nosso Deus e grande Salvador, seja dada toda a glória, hoje e eternamente!

Mary publicou dez livros: Cubos de Gelo, Meu Cristo é Poesia, Meu Cristo é a Verdade, Jardim Primavera, Colar de Pérolas, Sou Livre, Amigos em Cristo, A Deusa do Terceiro Milênio, Viajando com Martinho Lutero e Conspiração Mundial em Nome de Deus (os três últimos publicados pela Editora Universal).

Foi micro-empresária durante 36 anos, com a linha de cosméticos Mary Schultze, distribuída em todo o Brasil. Em 1994, depois de vender a micro-empresa, aposentou-se e passou a trabalhar, em Teresópolis, somente na obra do Senhor Jesus Cristo.

É membro correspondente de seis Academias de Letras, no Brasil, e da International Academy of Letters of England. Como sete é o número perfeito na Bíblia, ela jamais aceitará tornar-se membro (correspondente ou ativo) de qualquer outra academia.

Para muita gente, quando alguém se converte no último estágio da vida é um pouco tarde. Mas para Deus a idade cronológica não importa. Nestes 24 anos de vida cristã Mary tem se dedicado à obra do Rei Jesus. Escreveu mais de 1.000 artigos evangélicos e algumas poesias. Traduziu mais de 6.000 páginas, dentre as quais se destacam: “O Próximo Passo”, de Jack Chick, “Por Amor aos Católicos Romanos”, “Escada para o Inferno”, ambos de Rick John, “Os Fatos Sobre a Vida Após a Morte”, de John Anckerberg & John Weldon, “Respostas aos Amigos Católicos”, de Thomas F. Heinz, o “Comentário do Novo Testamento”, de John Wesley; “A Mulher Montada na Besta”, de Dave Hunt; “Fato ou Fraude?” (Protocolos de Sião), de Goran Larsson, e O Holocausto do Vaticano, “The Vatican Billions”, “The Vatican in World Politics”, de Avro Manhattan, O Livro das Respostas, do Dr. Samuel C. Gipp, “Final Authority” (Autoridade Final), do Dr. William P. Grady, etc. Leu e traduziu parte do livro "Vatican Assassins" de Eric Jon Phelps, do qual tirou algum material para o seu novo livro "O Vaticano e a União Européia", ainda inédito, e “Os Doze Profetas Menores”, de George L. Robinson. Traduziu seis livros do Dr. Peter Ruckman, ardoroso defensor da Bíblia King James.

Lecionou Teologia Sistemática e Inglês no Seminário Teológico Serrano, em Teresópolis RJ. Durante dois anos e meio, Mary trabalhou como secretária, pesquisadora e tradutora de Inglês no Centro de Pesquisas Religiosas, em Teresópolis RJ, sob a direção do Pr. Paulo Pimentel. E a partir daí vem se dedicando, especialmente, à pesquisa sobre o Catolicismo Romano, tema de seus últimos livros. Tem recebido alguns comentários de elogio sobre o seu trabalho, inclusive do Diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas de Jerusalém (que veio a Teresópolis para conhecê-la) e do Presidente da Editora Trinitariana no Brasil, SP.

Colaborando em 3 jornais (Desafio das Seitas, Folha Universal e O Diário de Teresópolis), Mary não tem tempo de adoecer e nem de envelhecer, porque sua mente continua ativa e o corpo ágil, com o mesmo peso (50 Kg) dos 18 anos. Seu expediente é de 16 horas diárias, num trabalho muito gratificante. Seus maiores objetivos são: ganhar almas para o Senhor Jesus Cristo e ser uma boa avó para os cinco netos.

Na parábola dos trabalhadores na vinha (Mateus 20:1-16), Jesus nos mostra que os que iniciaram o serviço às 17 horas ganharam o mesmo salário daqueles que o haviam iniciado às 6 horas da manhã. Isso quer dizer que a idade cronológica não importa para Deus, mas a qualidade da vida do cristão. Os versículos bíblicos que comandam a vida de Mary são: Romanos 8:28, Filipenses 4:19 e Efésios 3:19-21, que sempre têm funcionado maravilhosamente. Louvado seja o nome do Senhor!

Seus últimos livros, ainda inéditos, são: “Compartilhando a Palavra Fiel”; “O Vaticano e a União Européia”; “O Big Brother de Roma”; “Dr. Paisley Contra a Falsidade”; “Os Doze Profetas Menores” (tradução); “Cartas Bereanas” (The Berean Call News Letters - Tradução); “D. Mariquinha em Prosa e Verso” (autobiográfico); (Seu livro predileto - “Colar de Pérolas”, de Amenidades Evangélicas, publicado em duas edições, em 1981, foi transformado em apostila; “Colar de Lazulitas” (Amenidades Evangélicas), “Movimentos Kakangélicos” e o mais recente, “Os Filhos de Loyola”.

Seu grande desejo é que esses trabalhos escritos contribuam para alegrar e edificar espiritualmente o povo de Deus, glorificando o nome do nosso Deus e grande Salvador Jesus Cristo, diante de quem todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é o Senhor! (Filipenses 2:10-11.) - Dezembro 2004.


Extraído de: http://www.desafiodasseitas.org.br/Mary/filhos-de-loyola.htm

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"O Vaticano é o verdadeiro controlador espiritual dos Illuminati
e da Nova Ordem Mundial, enquanto os Jesuítas, através do
papa negro, realmente controlam a hierarquia vaticana
e a Igreja Católica Romana."
Gerard Bouffard
(Ex-arcebispo da Guatemala, expulso pelo Vaticano)


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