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"A ONDA IMUNDA DO MUNDIAL - Um ritual planetário" - NOVA POLIS (a nova versão do C.R.O.M.)

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A ONDA IMUNDA DO MUNDIAL
Um ritual planetário

Para escapar do atual tsunami futebolístico, é preciso estar ciente da extensão e da natureza do fenômeno, mas, sobretudo, compreender a origem e as intenções ocultas por trás desse rito moderno.
Dentre os 7 bilhões de terráqueos, 5 bilhões são espectadores potenciais do Mundial. Este ano, serão mais de 3 bilhões acompanhando a final da Copa do Mundo!
Como o futebol conseguiu se impor como religião comum de toda a humanidade?


Na Idade Média, "chutar a cabeça do dinamarquês" era um jogo comumente praticado pelas crianças inglesas que brincavam chutando os crânios de soldados dinamarqueses abandonados nos campos de batalha. Esta prática escabrosa foi retomada pelas Lojas inglesas que planejaram, em meados do século XIX, as regras do futebol moderno. Mas que interesse podem ter as Lojas para inventar jogos esportivos?

Um campo de futebol é um espaço ritual onde cada elemento foi projetado para uma operação mágica. Este ritual acontece no tapete verde da natureza iluminado por sóis artificiais. No mundo futebolístico, a natureza é demolida, reduzida à sua mais simples expressão: um gramado artificial, pisoteado sem consciência.
 
Neste universo, não há mais qualquer forma de verticalidade. Tudo é feito para que a consciência seja projetada exclusivamente no horizontal. Os holofotes super potentes, quanto a eles, iluminam o que é, na verdade, a versão moderna e decadente dos drama-mistérios da antiguidade. Nesse espetáculo, não existe mais, hoje, a luz das velas ou das tochas que aquecem as almas, mas a luz elétrica ofuscante engrenando a humanidade para continuar a sua queda em um mundo cada vez mais artificial.
O impacto psicológico do jogo nas multidões, a sua capacidade para galvanizar os instintos básicos, gerando uma emoção coletiva - que se torna colossal quando a partida é transmitida pela mídia - isso atende às leis esotéricas que conhecem os inventores do futebol.


OS SÍMBOLOS INVERTIDOS

Os pentagramas que adornam a bola de couro simbolizam a alma humana, pois é nesta figura geométrica que se insere a estrela de cinco pontas - o símbolo da alma iluminada segundo os pitagóricos.
Vejam no que batemos com a parte inferior do corpo! O jogo depende unicamente da utilização mecânica dos pés, a nobre mão sendo quase completamente eliminada. Tudo é feito para focar a consciência na parte inferior do corpo.
Durante uma hora e meia, os jogadores chutam em uma esfera que representa a cabeça. Bater no pentagrama que simboliza a alma, proibindo a utilização dos membros superiores, remove assim a inteligência em benefício do instinto primordial. Além disso, esforça-se para colocar a "alma" em uma rede ...
Notamos que o uso dos membros superiores é obrigatório para a retomada do jogo. Quando a bola sai dos limites do campo, é preciso agir imediatamente - os braços sendo o símbolo da ação - e lançar de novo a alma no cercado.

O pentagrama, o símbolo da alma

Estes símbolos invertidos predispõem os participantes do ritual a alinhar sua consciência em uma mesma frequência instintiva. Há um deleite inconsciente ao ver uma esfera atingida pelo pé, como uma profanação liberando um fervor sexual. É preciso ouvir o gemido que cresce nas arquibancadas e ver as multidões concentradas na movimentação da bola para ficar convencido de que estamos na presença de uma operação mágica tenebrosa.

Tudo o que é da ordem do pensamento individual é totalmente eliminado. É precisamente esta comunhão com a frequência coletiva mais baixa que deleita as massas. Cada um pode liberar o seu instinto bestial, proferindo, gritando, xingando, em uma liberação então desproporcionalmente amplificada pela multidão. O futebol acaba fundindo os seres pela ressonância dos instintos primitivos.
Na época da Copa do Mundo, cerca de quatro bilhões de seres humanos vibram juntos na mesma frequência instintiva. Este é um fenômeno prodigioso, único na história da humanidade.

As ruas e praças do mundo ficam desertas. As almas inconscientes ficam ligadas na mesma tela, ao mesmo tempo e na mesma disposição psíquica confusa, feita de vazio e de avidez. As pessoas acreditam estar assistindo a um evento, mas é a um verdadeiro ritual que elas são convidadas. A magia é mais forte quando ela é inconsciente.


NOS BASTIDORES

“OS PARTICIPANTES NÃO IMAGINAM QUE A SUA ENERGIA PODE SER UTILIZADA PARA NUTRIR AS ENTIDADES NO PLANO INVISÍVEL.”

O que tinham então em mente os mestres ocultistas que elaboraram o super ritual da "bola no pé" e que o impuseram como entretenimento internacional?
No nível mais básico, eles tinham em mente recobrar o máximo de energia psíquica. Obviamente, este aspecto fundamental não salta aos olhos dos participantes que não imaginam que a sua energia pode ser utilizada para alimentar as entidades no plano invisível.
Pois, se há o mundo no estádio e na frente das telas, há também os organizadores menos visíveis que não estão preocupados com a bandeira dos países na competição. Estes seres que monitoram as ondas de emoção rolando na arena, são os verdadeiros organizadores da operação.
Eles têm outras preocupações do que as gesticulações de 22 pares de pernas musculosas se agitando em um gramado iluminado. Eles monitoram o fluxo e o nível energético da operação. E, sem dúvida, ficam satisfeitos com o resultado, já que os acumuladores do éter emocional enchem-se rapidamente.

A onda que emerge da operação mágica é de uma frequência anímica muito pesada, e pode induzir um estado de exaltação primitivo, um transe que se espalha nas áreas mais baixas do além. Esse vapor coletivo é acumulado para vitalizar algumas entidades invisíveis que vibram neste tipo de frequência.
Cabe notar que a liberação energética é quantitativamente muito importante, mas de uma qualidade que apenas pode satisfazer o apetite de entidades muito baixas.


DESVIO DA ENERGIA "NACIONAL"

Em todos os tempos, os rituais foram organizados para alimentar egrégoras de mais ou menos baixa frequência. Mas existe um objetivo mais político por trás dessa massa gigante que é o Mundial?

A genialidade dos idealizadores do Mundial é a de ter colocado na competição todos os países da Terra.
Assim, cada ser humano é incitado a ficar preocupado com os resultados da "sua" seleção nacional. Em comparação, as competições esportivas - como o ciclismo - que põem na competição equipes independentes de qualquer filiação nacional, têm um apelo emocional muito menor.

É preciso saber que cada ser humano, quer ele goste ou não, está sutilmente ligado ao país que o viu nascer e que deu à sua alma qualidades particulares. Os esotéricos falam de "anjos nacionais" para descrever essas forças suprassensíveis que dominam cada povo e que compõem o solo mágico do qual se alimenta a alma.
Por outro lado, todos os seres humanos se sentem, em princípio, responsáveis por defender o seu país quando ele é atacado. Se uma potência estrangeira fosse invadi-lo, uma parte do seu ser seria galvanizado para lutar contra esta agressão. Sem esse mecanismo de autoproteção, os anjos nacionais não teriam qualquer base imunitária e teriam há muito tempo desaparecido.
No caso do futebol, assim que ficamos sabendo que a nossa equipe "nacional" está na competição, alguma coisa em nós quer naturalmente vê-la ganhar. Se ela vier a perder, vamos sentir aflição, mesmo se não formos especificamente "nacionalista".
Entretanto, não é o "anjo" do nosso país que apoiamos ao nos comportarmos assim! Pois a energia emocional emitida pela nossa identificação com a "equipe nacional", dirige-se de fato à egrégora do Mundial.
A energia que deveria, em um ecossistema espiritual sadio, ser direcionada para os anjos nacionais, é desviada para nutrir a egrégora totalmente artificial do Mundial. Os anjos nacionais ficam desvitalizados, ao passo que é criada e fortalecida uma egrégora planetária que não tem, no fundo, qualquer razão de existir, exceto para vampirizar a energia humana.


OS JOGADORES MERCENÁRIOS

 “O FUTEBOL UTILIZA A FORMA APARENTEMENTE TRIVIAL DO DIVERTIMENTO DE MASSA, MAS SE TRATA DE UM RITUAL DE POTÊNCIA MUITO MAIOR.”

O futebol utiliza a forma aparentemente trivial do divertimento de massa, mas se trata de um ritual de potência muito maior, pois baseia-se nos instintos mais baixos do ser humano.
A partir destes elementos, podemos concluir que a tecnologia mágica do Mundial tem como objetivo unir de modo artificial - e mesmo forçado - os "anjos" de todos os países, reunidos na frequência mais baixa.

A alma da França morreu em 21 de janeiro de 1793, quando o rei foi guilhotinado pela República. Este primeiro "crime nacional" anunciou o canto do cisne das nações, as almas dos povos se extinguindo umas após as outras.
Os modernos sistemas políticos parasitas vampirizam a alma dos povos, assombram as consciências coletivas. Eles não recuam diante de nenhum subterfúgio para continuar fazendo persistir a farsa nacional, enquanto que nos bastidores, o sistema pós-nacional já está em vigor.

É extraordinário conseguir puncionar o sentimento patriótico dos indivíduos no confronto de equipes compostas de jogadores mercenários multiétnicos, cujo único interesse comum é aquele de alcançar os prêmios!

Inconscientes do ritual do qual participam, os proletários de todos os países se animam, dando toda a sua energia, para deixar-se cair novamente, ainda mais, algumas semanas mais tarde. A magia funcionou.

Então, nós temos força para resistir à onda imunda do Mundial?


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Artigo publicado no site NOVA POLIS (a nova versão do C.R.O.M.):
Publicado em 02 de julho de 2014

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Tradução: Zulma Peixinho

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4 comentários:

  1. Grato Zulma... por esse importante texto, difícil é fazer as massas manobradas tomarem essa sopinha quente.... mas aos poucos e como se diz, "brincando de aviãozinho, os vamos fazendo tomar", para que percebam de uma vez o quanto são manipulados....

    Um abraço.

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  2. A essência do texto é de extrema sabedoria, realmente o futebol mexe com nossos instintos mais primitivos, sinto exatamente assim e gosto de sentir isso, na verdade tenho a necessidade de competir, assim como a maioria dos homens. Certamente isso vem de uma herança ancestral das guerras e da própria natureza animal na luta pela sobrevivência e domínio sobre outras espécies. Entretanto, vejo tudo isso de uma forma positiva, afinal o futebol acaba sendo um substituto da guerra sem que seja necessário matar ou morrer, embora reconheça que o homem superior deva transcender essa etapa predominantemente instintiva e começar a alimentar práticas que promovam a união sem fronteiras, a exemplo da arte e cultura, que como profetizou Nicolas Roerich, poderá unir a humanidade. Vamos também entender o lado positivo do futebol, veja o depoimento de Ramatis no link abaixo:

    http://www.ramatis.org/amigos-de-ramatis/mensagens-aleatorias-hercilio-ramatis/

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  3. rito filha da puta imunda do krl tiro o meu elo com essa "onda de imundice" PUTA VADIA

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