Rainha Elizabeth II encontra com o Papa Francisco no Vaticano & Dia sete de abril começa a acusação dos acusados por terem cometido crimes contra a Humanidade e contra crianças & ATUAL PAPA TAMBÉM TERIA PARTICIPADO DO GENOCÍDIO & Encobrimento de genocídio agora pública do Vaticano & DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...

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Rainha Elizabeth II encontra com o Papa Francisco no Vaticano 

03/04/2014 

Rainha, de 87 anos, chegou com o marido de 92 e foi aclamada pelo povo.
Ambas as partes buscavam encontro informal e familiar, diz porta-voz.

Da AFP


Rainha enconta o Papa Francisco (Foto: AFP)Rainha enconta o Papa Francisco (Foto: AFP)

A rainha Elizabeth II da Inglaterra encontrou pela primeira vez com o papa argentino Francisco nesta quinta-feira (3) no Vaticano. Ela chegou ao local às 15h15 (10H15 de Brasília). 
A rainha, de 87 anos, que estava acompanhada pelo marido, o duque de Edimburgo, de 92 anos, foi aclamada por um grupo que aguardava sua passagem na Avenida da Conciliação, que dá acesso à praça de São Pedro.
A soberana foi recebida com o marido em um salão anexo da moderna sala de audiências Paulo VI, e não no luxuoso palácio apostólico.
O protocolo para a reunião entre os dois chefes de Estado foi flexibilizado em função da idade do casal real britânico. "A vontade de ambas as partes foi de um encontro informal, familiar", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
A visita da rainha ao Vaticano coincide com o 32º aniversário do início da guerra das Malvinas entre Reino Unido e Argentina. O embaixador britânico na Santa Sé, Nigel Baker, descartou indiretamente que o assunto tenha sido incluído na agenda e recordou que o Vaticano mantém, historicamente, a neutralidade sobre o tema.
Papa chega ao Vaticano para encontro com a Rainha Elizabeth II (Foto: AFP)Papa chega ao Vaticano para encontro com a Rainha Elizabeth II (Foto: AFP)
Extraído de: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/04/rainha-elizabeth-ii-encontra-com-o-papa-francisco-no-vaticano.html


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AVISO PÚBLICO INTERNACIONAL
4 MARÇO DE 2013







Essas pessoas foram condenadas pelo Tribunal Internacional de Justiça de Direito Comum por terem cometido crimes contra a Humanidade e contra crianças.


Elizabeth Windsor: CULPADA de ter seqüestrado 10 crianças, a 10 de Outubro de 1964, na escola indígena de Kamloops;  desapareceram todas.
Joseph Ratzinger: CULPADO de ter ordenado o encobrimento do estupro e tortura de crianças perpetrados por padres católicos e da Igreja ter destruído provas do genocídio.
Stephen Harper: CULPADO de ter reduzido um ano, à duração da pena de estupro de crianças no Canadá e ter encoberto o assassínio de crianças indígenas.


Foi emitido um Mandado de Captura Internacional contra estas pessoas declaradas culpadas. VOCÊ TEM A OBRIGAÇÃO de ajudar a aprisionar e banir publicamente esses criminosos e suas organizações.


CONTATO: Gabinete do Chefe de Polícia da Corte:  

[email protected] C / O


Emitido pelo Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado - 


Bruxelas - 2013/03/04 - 

www.itccs.org

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O Papa, a Rainha e o Primeiro-Ministro do Canadá são considerados culpados de crimes contra a Humanidade e foram condenados a vinte cinco anos de prisão.

 O Tribunal ordena aos réus citados a seguir, para se entregarem até ao dia 4 de Março de 2013:

Bruxelas:  
O Papa Bento XVI vai para a cadeia para cumprir uma pena de 25 anos pela sua responsabilidade moral nos Crimes contra a Humanidade, e todas as riquezas do Vaticano serão apreendidas, de acordo com o veredicto histórico pronunciado hoje pelo Tribunal Internacional de Justiça de Direito Comum.

O Tribunal de Jurados, com sede em Bruxelas, proferiu uma sentença unânime de culpa, e ordenou a prisão dos 30 réus a 04 de Março de 2013, através de uma ordem judicial emitida hoje contra os mesmos.
O veredicto lido parcialmente:
"Na qualidade de membros do Júri dos Cidadãos, deliberamos que os arguidos neste processo são culpados das duas acusações, isto é, são culpados de terem cometido ou terem sido cúmplices de crimes contra a Humanidade, e de fazerem parte de uma conspiração criminosa em curso."
O Júri deliberou que os réus receberão uma prisão obrigatória  de 25 anos de prisão, sem recurso a liberdade condicional, e terão todos os seus bens pessoais apreendidos.
O Tribunal de Justiça declara, através do Despacho Nr: 022513-001:
“Os réus são instados a entregar-se voluntariamente aos oficiais de Justiça e aos agentes autorizados por este Tribunal, tendo sidos considerados culpados das acusações”.
"Os réus têm sete dias, a partir da emissão da ordem, e até ao dia 04 de Março de 2103, para cumprir essa ordem. Depois de 4 de Março de 2013, um mandado de captura internacional será emitido contra todos esses réus".
Os culpados incluem Elizabeth Windsor - Rainha da Inglaterra, Stephen Harper - Primeiro-Ministro do Canadá e os Chefes da Igreja Católica, Anglicana e dos Estados Unidos do Canadá. (Uma cópia completa do veredicto, a ordem judicial e uma lista dos réus serão incluídos.
O veredicto de culpa levou quase um mês de deliberações elaboradas por mais de 30 jurados e testemunhas das 150 acusações dos casos proferidos pelo Delegado do Ministério Público desse Tribunal.

Estas acusações detalhadas provam, de maneira irrefutável, uma conspiração maciça criminosa dos acusados ​​para cometer e ocultar Genocídio, em gerações de crianças, nas chamadas escolas residenciais índias, em todo o Canadá.
Nenhum dos réus contestou a sentença pública emitida contra eles, em Setembro 2012, nem negou as acusações feitas contra eles, ou refutou as provas apresentadas pelo Tribunal.

"O silêncio deles disse-me muito. Porque motivo é que pessoas inocentes iriam defender a sua própria reputação ao ser acusadas de coisas tão horríveis?" , comentou um jurado, residente em Inglaterra.

"Esses crimes foram dirigidos contra as crianças, e foi um plano calculado a frio para acabar com os índios que não eram cristãos. E os réus encobriram, claramente, estes crimes. Então, sentimos que tínhamos de fazer alguma coisa. O reinado do terror que cobre as Igrejas, que acham que estão acima da lei, tem de acabar, porque as crianças ainda sofrem com isso ".

O Tribunal de Justiça declara que todas as riquezas e propriedades  das Igrejas responsáveis ​​pelo genocídio canadiano serão confiscadas e declaradas como propriedade pública, como reparação para as famílias de mais de 50.000 crianças que morreram nas escolas residenciais.
Para fazer cumprir sua sentença, o Tribunal tem poderes a conceder aos cidadãos no Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e uma dúzia de outras nações para agir como seus agentes legais armados com procuradorias e, pacificamente, para ocupar e aproveitar as propriedades da Igreja Católica Romana, da Igreja Anglicana e da Igreja Unida do Canadá, que são as principais causadoras da morte dessas crianças.
"Este veredicto dá base legal e legitimidade para a ocupação de templos, que já começou por parte das vítimas da tortura da Igreja em todo o mundo", comentou Kevin Annett, o Conselheiro-Chefe para o Ministério Público, que apresentou o seu caso ao mundo. (ver as postagens de www.itccs.org , datadas de 06 de Novembro de 2012 e 30 de Janeiro de 2013).
"O veredicto do Tribunal declara firmemente que esses orgãos eclesiásticos criminosos sejam legal  e praticamente desestabilizados, e que a riqueza roubada, seja recuperada pelo povo. Finalmente, a Justiçacomeçou a ser ouvida. Os mortos podem agora descansar em paz."
Os Oficiais de Justiça estão a entregar a ordem de prisão a todos os réus, nesta semana, incluindo o Primeiro-Ministro Canadiano, a Rainha de Inglaterra e de Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI se aposentar, para evitar a prisão dentro do Vaticano, após a repentina demissão, há duas semanas.
As detenções dos Réus e outras, e os seus bens, de acordo com a ordem judicial, terão início em 4 de Março de 2013, se não se apresentarem à Justiça.
Estas acções serão filmadas e postadas aqui na semana que vem, junto com outras actualizações do Tribunal e dos seus Agentes.
Por favor, veja o vídeo incluído.

Emitido pelo Escritório Central, do Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado.
25 de Fevereiro de 2013 - Bruxelas

Tradutora: Gaia
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"Apos serem cobrados publicamente pelo tráfico de crianças e por conspiração criminosa em 04 de março de 2014, o chefe oficial do Vaticano (Papa Francisco, Jorge Bergoglio), o Jesuíta (Jesuíta Superior General Adolfo Pachon), e a Igreja da Inglaterra (Arcebispo de Canterbury Justin Welby) recusaram-se a negar ou a contestar as acusações e, portanto, terão de enfrentar um processo criminal que começa no dia 31 de março de 2014."(postado em 22 de março de 2014)
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O documentário "Unrepentant: Kevin Annett e Genocídio do Canadá", descreve a história pessoal de Kevin Annett quando, no papel de reverendo, colidiu com a Igreja Unidos por causa de seu interesse em o que aconteceu nas escolas residenciais no Canadá e do genocídio cometido pelo responsável dessas escolas religiosas, onde centenas de milhares de crianças indígenas foram presas depois de famílias sendo sequestradas e forçadas a falar somente Inglês, a esquecer a sua própria cultura e da religião cristã.
Aqui eles sofreram abuso físico e sexual, o eletrochoque, a esterilização e, na maioria dos casos, a morte. O filme recebeu vários prêmios, o filme independente de Nova York e o Festival de Vídeo em Documentário e Melhor 2006 no Festival de Cinema de Los Angeles Independent março 2007.
Esta versão legendada em italiano é o resultado do trabalho de muitas pessoas, primeiro Kevin Annett, Americani.it nativo e Stephanie Derrick, Cristina Merlo, Vittorio De Fratte, Tara Branca Productions. Visite o site: Fonte www.nativiamericani.it: www.arcoiris.tv
Créditos: canal de Francesco Zanardi
Enviado em 08/01/2012

http://youtu.be/dLkxeh4Jo_U



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Domingo, 6 de Maio de 2012
IGREJA CATÓLICA ENFRENTA EXPULSÃO
A Justiça continua o seu caminho.
Sabemos da existência de uma acção judicial contra todos os 12 Bancos (Boston, Nova Iorque, Filadélfia, Richmond, Cleveland, Atlanta, Chicago, St, Louis, Minneapolis, Kansas City, Dallas, San Francisco) da Reserva Federal cuja consequência será a sua bancarrota.
Consultar extenso artigo e documentação em DivineCosmos.
Sabemos também de uma acção semelhante contra o Banco Central Europeu, o Conselho Europeu, Banco Nacional da Bélgica, Banco da Holanda, Banco de Itália, Bundesbank da Alemanha, Banco de França cuja consequência será a bancarrota.
Consultar extenso artigo e documentação em DivineCosmos_G7.
Mas nem só os banqueiros (seu sistema monetário) são os responsáveis pelo estado do mundo. A religião é outro instrumento que foi utilizado para domesticar as massas.
Escondida por detrás de uma instituição que afirma honrar a moral e a ética e transmitir os seus valores, trata-se na verdade de um lobo voraz e insaciável, dissimulado numa pele de ovelha que tem perpetrado crimes horrendos ao longo de toda a sua história.
A verdade sobre o Vaticano irá chocar muito boa gente. O choque será tal que certamente se recusarão a aceitar os factos que contradizem tudo aquilo em que sempre acreditaram.
Os casos de pedofilia continuam a abalar a Igreja e os resultados de várias acções judiciais começam a mostrar algum resultado.
Num comunicado do Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS) de 2 de Maio de 2012, este impõe à Igreja Católica Romana assumir as suas responsabilidades pela morte de mais de 50.000 crianças que morreram sob os seus cuidados.
Numa carta aberta, Kevin Annet, Secretário do ITCCS, avança com 10 medidas não-negociáveis que a Igreja terá que cumprir até 15 de Setembro de 2012 ou então ser banida de pelo menos 5 países.
Ver o artigo completo em ITCCS.
Publicado em 06/05/2012
http://www.youtube.com/user/vaticancr...



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05/05/2012
Eis aqui a carta aberta do ITCCS para os Bispos e Clérigos da Irlanda.
"Carta Aberta para o Arcebispo Dermot Martin e para os Bispos e Clérigos da Irlanda, do Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado
O meu nome é Kevin Annett e sou o Secretário para o corpo de 5 nações conhecido como Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS). Falo em nome do ITCCS e da nossa organização afiliada na Irlanda. A nossa coligação representa mais de cinquenta organizações no Canadá, nos Estados Unidos, Irlanda, Inglaterra e Austrália, incluindo muitos sobreviventes do terror da Igreja.
Fomos também reconhecidos por sete nações aborígenes na América do Norte, e por elas autorizados a recuperar os restos mortais dos seus parentes que morreram nas escolas católicas residenciais e orfanatos para índios, e para levar à justiça aqueles que foram responsáveis pela morte de mais de 50.000 crianças nessas instituições dirigidas pela igreja.
Dizemos claramente que o tempo para conversas educadas acabou.
A Igreja Católica Romana impôs e tem perpetrado um reinado de terror e crimes contra a humanidade sobre gerações de crianças, e está activamente a esconder esses crimes e a proteger os violadores e os assassinos nas suas fileiras, e não mostrou qualquer desejo ou capacidade para mudar as políticas ou as práticas que permitiram a continuação destes crimes indizíveis.
No entanto, em nome das nações e dos sobreviventes que represento, e do Conselho Executivo do Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado, fui autorizado a dar à Igreja uma última oportunidade para mudar, apresentando as seguintes exigências à Igreja Católica Romana na Irlanda, como já o fizemos ao Papa Benedict, Joseph Ratzinger e aos oficiais do Vaticano.
As seguintes acções concretas são necessárias por parte da Igreja para ser reposta justiça às suas vítimas e para acabar com os crimes que cometeram e continuam a encobrir.
Se a Igreja falhar em cumprir estes mandamentos básicos da humanidade e da lei, tomaremos medidas permanentes para acabar com o seu regime criminoso.
1. A Igreja deverá cobrir todos os danos a todas as suas vítimas, incluindo o pagamento de todas as despesas médicas e de aconselhamento, o custo da sua reabilitação e reconversão profissional, e por todas as suas incapacidades e perdas.
2. A Igreja deve entregar para um enterro digno, sem condições e às suas custas, os restos mortais de todos aqueles nas suas instituições ou enquanto sob a sua proteção.
3. A Igreja deve devolver todos os terrenos e propriedades retirados as suas vítimas assim como toda a riqueza gerada pela sua exploração como crianças, incluindo a riqueza gerada a partir do seu trabalho não remunerado ou mal pago.
4. A Igreja deve entregar sem condições todas as evidências dos seus crimes contra crianças, e todas as pessoas responsáveis por cometer estes crimes e escondê-los, incluindo os seus altos funcionários. A Igreja deve divulgar totalmente estas evidências e participar sem condições em todas as investigações públicas dos seus crimes.
5. A Igreja e os seus culpados não se podem esconder atrás da chamada imunidade diplomática ou de outros privilégios para fugirem à justiça e evitarem a acusação. O Vaticano deve acabar a sua capa oficial e anular a sua política conhecida como Crimen Sollicitationis, que obriga o clero católico a esconder crimes cometidos contra crianças nas suas paróquias.
6. A Igreja deve imediatamente expulsar e excomungar todos os padres violadores de crianças conhecidos, funcionários e empregados nas suas fileiras, e excomungar qualquer clérigo que moleste uma criança ou esconda tais danos.
7. Todo o clero e representante da Igreja deve concordar em ser obrigados a uma licença e a ser monitorizado como servidor público e a fazer um juramento público juridicamente vinculativo para proteger sem condições os direitos e a santidade das crianças e divulgar qualquer dano que lhes seja infligido.
8. A Igreja deve renunciar e afastar-se de todas as isenções fiscais, concordatas financeiras e acordos, e outros privilégios especiais que lhe são presentemente concedidos sob a lei da nações.
9. O Vaticano deve concordar em anular o seu estatuto de assim chamado Estado e libertar as suas congregações e dioceses da sua autoridade para que estas possam agir de acordo com os seus desejos e necessidades de suas respectivas comunidades e de sua fé, e não segundo as exigências políticas e financeiras do Vaticano.
10. Toda a riqueza acumulada pela Igreja e pelo Banco do Vaticano através do roubo de terra e conquista, e isenção de taxas, concordatas, e das suas operações em redor do mundo que têm prejudicado crianças através da exploração do seu trabalho, tais como as Lavandarias Magdalene e escolas residenciais indianas, deve ser devolvida às suas vítimas e aos pobres em geral através de uma distribuição direta e pública dessa riqueza, como manda o próprio Cristo.
Como notificamos ao Vaticano, fomos instruídos a informar os Bispos da Irlanda que têm, até 15 de Setembro de 2012, para concordar com estas exigências e implementarem estas dez medidas.
Se falharem em lhes dar início até à meia-noite dessa data, nós iniciaremos estas medidas:
1. A Igreja Católica Romana será formalmente e para sempre banida da nossas comunidades, e medidas legais e práticas serão tomadas para impedir o seu funcionamento.
2. Igrejas Católicas Romanas, suas agências e escritórios em redor do mundo serão interrompidos permanentemente e ocupados como parte de uma campanha de desobediências civil não violenta em andamento e
3. Nosso Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e Estado reunirá a sua corte e determinará a detenção imediata para interrogatório dos mais altos funcionários da Igreja Católica Romana, incluindo o Papa Benedicto, sob a acusação de obstrução da justiça, conspiração criminosa, e crimes contra a humanidade.
É altura para todas as pessoas com consciência no seio da Igreja escolherem quem irão servir: um sistema de auto-governo de uma igreja criminosa que se coloca acima da lei e de Deus - ou do sofrimento das suas vítimas e da justiça.
Instamos os Católicos a escolherem a vida, fazendo estes dez degraus uma realidade. De outro modo, a Igreja Católica Romana perderá o direito de funcionar nas nossas comunidades e no nosso mundo.
Através desta declaração, nós damos o nosso apoio activo aos sobreviventes irlandeses que foram violados e torturados pela Igreja Católica Romana e que se irão encontrar hoje com o Arcebispo Martin. Nestes sobreviventes estão incluídos membros da ACCAW, do ITCCS, e vítimas da Lavandaria Magdalene.
Mantemos uma frente unida com estes irmãos e irmãs e com todas as vítimas do terror da Igreja em qualquer parte do mundo. Nunca pararemos enquanto não for feita justiça e o reino de terror contra crianças termine em todo o lado.
Partilharemos esta carta com os nossos afiliados em redor do mundo, assim como com a imprensa global, corpos judiciais e governos.
Uma resposta formal do escritório do Arcebispo Martin seria bem vinda, e pedimos à Igreja que aceite estes pedidos e desejos dos sobreviventes irlandeses que estão hoje reunidos com o Arcebispo Martin.
Assinado em nome do Conselho Executivo do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado
Reverendo Kevin D. Annett, Secretário do ITCCS
Gerry O'Donnovan, ITCCS da Irlanda
Dave O'Brien, ITCCS da Irlanda
Emitido a 4 de Maio de 2012 pelo ITCCS internacional (Bruxelas)"
Tradução: OxV.
Os "10 mandamentos" aqui impostos à Igreja Católica Romana ditarão o fim do seu poder e consequentemente, do seu império.
Como irá reagir?
Assim como a banca, o Vaticano é uma instituição que depende da confiança e da fidelidade das pessoas. Quando esse confiança for perdida... é o fim... de vez.
Boa Vida!
Publicada por OlharXver
Kevin Annett: MIA

ITCCS: Bento XVI apela à imunidade e proteção para o Presidente da República Italiana


14 de fevereiro de 2013 14.378 vistas No Comment
Aqui está o press release dos ITCCS site, que mostra como a delicada questão da prisão possível de o Papa anunciou a começar a pagar articulada. Muitos permanecem céticos para a aparente improbabilidade de tal notícia, mas neste momento não há nada além de esperar e ver o mais neutro possível, que vai sair eventos.
Mais uma vez, a sensibilidade absoluta do problema e por causa da extrema gravidade das alegações, que a nossa atitude é de se desejar que a verdade emerge sobre os fatos que o evento se refere.


Jervé
Postado 14 de fevereiro de 2013 por itccs
O Tribunal Internacional de Napolitano chama de "não-conivência com o crime", e anunciou uma campanha global para ocupar o imóvel Vaticano e iniciar uma investigação sobre os direitos humanos na Itália.


Roma (09:00 hora local): O Papa Bento XVI, Joseph Ratzinger, tem agendada uma reunião com presidente italiano, Giorgio Napolitano, no sábado, 23 de fevereiro para discutir segurança e imunidade por parte do governo italiano, de acordo com fontes dos meios de comunicação italianos.
Reunião após a recepção de Ratzinger pelo Vaticano uma nota diplomática do governo europeu reservado para 04 de fevereiro, declarando a sua intenção de emitir um mandado de prisão para Ratzinger, que renunciou ao pontificado menos de uma semana após o termo.
Em resposta à reunião prevista para 23 de fevereiro, o Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS), através de seu Secretário, Rev. Kevin Annett, escreveu ao presidente Napolitano.
A carta do ITCCS diz entre outras coisas:
"Eu não preciso de te lembrar, Sr. Presidente, que, de acordo com o direito internacional e os tratados que tenham sido ratificados pela Itália, proibiram você e seu governo a conceder tal proteção para aqueles que, como Joseph Ratzinger, tem ajudado e instigado ações criminosas como ordenar bispos e cardeais na América e em outros lugares, para proteger os estupradores de crianças conhecidas dentro de seu clero. "
"A obrigação, no Vaticano, por meio do Tratado de Latrão é não negar ou cancelar as exigências dessas leis morais e internacionais, e requer que você não dê nenhuma proteção ou imunidade a um único indivíduo como Joseph Ratzinger, especialmente depois que ele deixou o seu escritório papal. '
Uma cópia do texto integral da carta seguinte ITCCS no final deste post
Em resposta aos crimes documentados de torturas juvenis, tráfico e genocídio ligadas ao Papa Bento XVI e autoridades do Vaticano, ITCCS vai patrocinar uma série de protestos em curso e ocupações de igrejas católicas e escritórios por meio de suas afiliadas em todo o mundo a partir da semana de Páscoa, 24-31 março de 2013, que continuará indefinidamente.
Estas ações irão acompanhar os esforços legais para trazer Joseph Ratzinger e outros funcionários do Vaticano para julgamento por cumplicidade em demonstrados crimes contra a humanidade e conspiração.
A campanha Recuperação de Páscoa recolhe a propriedade da igreja e suas atividades para evitar a sua utilização por padres que estupram crianças, que são protegidos pela lei canônica católica. Os cidadãos têm o direito de defender suas comunidades e seus filhos, quando as autoridades se recusam a fazê-lo, de acordo com a lei internacional.
O reverendo Kevin Annett e uma delegação oficial do Escritório Central ITCCS convocam um pedido formal para os Direitos Humanos, em Roma, a partir da semana de 13 de maio de 2013, para considerar outras acusações contra o Vaticano e o Papa de crimes contra a humanidade e obstrução da justiça.
O Rev. Annett e sua delegação irão trabalhar com organizações de toda a Itália nesta pesquisa. Em 2009 e 2010, realizaram reuniões fora do Vaticano e se reuniram com os meios de comunicação e dos direitos humanos em toda a Itália para chamar o Vaticano como responsável pela morte de mais de 50.000 crianças aborígenes no Canadá.
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Carta aberta e convocação para Giorgio Napolitano, Presidente da República da Itália pelo Rev. Kevin D. Annett, Secretário do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado
14 de fevereiro de 2013
O Presidente da República italiana, Giorgio Napolitano
Presidência da República
c / o Palazzo del Quirinale
00187 Roma
Itália
Caro Presidente Napolitano,
Em nome do nosso Tribunal e pessoas de consciência em todo o mundo, e os milhões de vítimas dos abusos da igreja, eu apelo a você a respeito de sua próxima reunião com Joseph Ratzinger, que em breve vai renunciar como o Papa Bento XVI, Papa da Igreja de Roma.
Nosso entendimento é que, como resultado da pressão para renunciar a seu cargo por causa de sua cumplicidade comprovada em esconder o tráfico de crianças em sua igreja e outros crimes contra a humanidade, Joseph Ratzinger pede a ajuda do governo italiano para garantir proteção e imunidade de ação legal.
Eu não preciso de te lembrar, Sr. Presidente, que, de acordo com o direito internacional e os tratados que tenham sido ratificados pela Itália, é proibido para você e seu governo a conceder tal proteção para aqueles que, como Joseph Ratzinger tenham ajudado e instigado ações criminosas, como a ordenação de bispos e cardeais na América e em outros países para proteger violadores de crianças conhecidas entre seu clero.
A obrigação, no Vaticano, por meio do Tratado de Latrão não nega ou anula as exigências dessas leis superiores nem moral e internacionalmente exige que você não forneça nenhuma proteção ou imunidade a um único indivíduo como Joseph Ratzinger, especialmente depois de deixar seu escritório papal.
A necessidade de respeitar o direito internacional e não ser visto conspirar com Joseph Ratzinger é ainda mais verdadeira quando se considera a dimensão dos crimes de que o Vaticano e seus altos funcionários são claramente culpados, de acordo com a evidência considerável coletados e documentados por nossa Corte e outros grupos, e reconhecidos por muitos governos.
No Canadá, a Igreja Católica Romana e seus agentes do Vaticano foram considerados culpados de genocídio e da responsabilidade pela morte de pelo menos 50.000 crianças aborígenes do sistema escolar indígena residencial iniciada pelos jesuítas, que funcionou até 1996.
Na Irlanda, mais de 10.000 mulheres sofreram e foram exploradas nas lavanderias onde muitas delas morreram. Instituições similares executadas por igrejas de todo o mundo têm causado enormes doenças, morte e destruição a milhões de crianças. No entanto, a Igreja nunca foi processada ou responsabilizado pelas mortes e o roubo de uma enorme riqueza de nações inteiras.
Com a recente iniciativa de pelo menos um governo europeu e um número de advogados para trazer Joseph Ratzinger e outras autoridades da Igreja em julgamento por esses crimes, acreditamos que paira sobre você, nem para assistir ou para ser visto ajudando ou tentando tolerá-lo evadir, obstruir ou retardar a justiça, porque as pessoas estão abertas a uma acusação de ser cúmplices de um crime.
Em nome do nosso Tribunal e muitas pessoas que não podem falar, eu convido você a ficar sobre o direito das nações e da humanidade, e não oferecer qualquer apoio ou proteção a Joseph Ratzinger e seus comparsas em seus esforços para evitar a responsabilidade para o seus crimes julgados.
Aguardo a sua resposta a discutir isso com você quando vai visitar o país em maio, com uma delegação de Direitos Humanos para investigar o assunto mais de perto.
Atenciosamente,
Kevin D. Annett, MA, M. DIV.
Secretário, o Tribunal Internacional para os Crimes da Igreja e do Estado
Escritório Central, em Bruxelas
DC: World Media
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Escondido da História: O Holocausto canadense
Biografia do reverendo Kevin Daniel Annett
Secretário, A Comissão da Verdade em Genocídio no Canadá
(Estabelecido 03 de setembro de 2000, em Vancouver, BC, de um mandato decorrente do Tribunal ihram em escolas residenciais canadianas, Junho 12-14, 1998, Vancouver)
Autor de Hidden de História: O Holocausto Americano (Fevereiro de 2001), e Amor e Morte no Vale (primeiros livros, Novembro de 2002)
Nascido em Edmonton, Alberta, 1956
Criado em Winnipeg e Vancouver
Educação e Formação Profissional:
BA, Antropologia, Universidade de British Columbia (UBC), 1983
MA, Ciência Política, UBC, 1986
M.Div, Vancouver Escola de Teologia, 1990
Pós-graduação com honras, Consórcio Ministérios nativo, 1993
Trabalhou como conselheiro e organizador comunitário, 1976 - 1990
Ordenado como Ministro da Igreja Unida do Canadá, de maio de 1990
Servido em igrejas na zona rural de Manitoba, 1990-1991
Atuou como diretor de programa do Ministério Urbano e Capelão no Fred Victor Missão, Toronto, 1991-1992
Contratado como Ministro da Unidos de Santo André Igreja, Alberni Porto, BC, julho de 1992; triplicou o tamanho desta congregação e serviu lá até sumariamente demitido sem justa causa ou aviso prévio em 23 de janeiro de 1995, depois de descobrir provas de assassinatos e roubo de terras pela United oficiais da igreja; posteriormente expulsos da Igreja Unida ministério sem o devido processo, março de 1997
Ordenado como Ministro da Cooperativa Comunidade Fellowship Church, em dezembro de 1995
Conselheiro e Documentador, Círculos de Cura escola residencial, Vancouver, 1996-presente
Organizado Tribunal ihram em escolas residenciais canadianas, sob os auspícios das Nações Unidas, 12-14 junho de 1998, de Vancouver, serviu como consultor e autor de relatório final do Tribunal
Fundada a Comissão da Verdade em Genocídio no Canadá, setembro de 2000
Contratado como Professor de Estudos Canadenses, Faculdade Langara, Vancouver, Setembro de 2000
Criado e apresenta "Escondido da História", de relações públicas e de programas de direitos humanos em Vancouver Cooperativa Rádio, fevereiro de 2001 para apresentar
Atualmente servindo como ministro da Igreja Todos os Povos ", uma igreja não-denominacional comunidade unindo nativos e não-nativos pessoas, Vancouver
Conquistas e outros envolvimentos:
1. Fundador ou co-fundador das seguintes organizações:
A British Columbia Força-Tarefa para a Educação, 1973
A União Hamilton dos Desempregados, 1978
O Partido Verde de British Columbia, 1983
A Coalizão de Solidariedade Lower Mainland, 1983
A Coalizão para recusar o Canadian Security Intelligence Service (CSIS), 1984
A Coalizão Ecumênica para a Justiça Social, 1986
O Melita Rede Sobrevivência Rural Life, Manitoba, 1990
Os pães e os peixes Banco de Alimentos, Port Alberni, 1992
Gente baixa renda Juntos (elevador), Port Alberni, 1993
Justiça no Vale (a primeira coalizão de nativos e não nativos ativistas políticos), Port Alberni, 1994
O Círculo de Justiça, Vancouver, 1997
O Tribunal ihram em escolas residenciais canadianas, sob os auspícios das Nações Unidas, Junho de 1998
A Comissão da Verdade em Genocídio no Canadá, 2000
Todos os Povos "Igreja, New Westminster, 2001
2. Atuou como Pessoa de Recursos e Conselheiro Workshops de Cura nativos e Conferências nas Nações seguinte primeiro:
Tseshaht e bandas Opitchesaht, Port Alberni, 1993-1995
Kwantlen banda, Fort Langley, 1997
Songhees Nation, Victoria, 1998, 2000
Nação Squamish, Vancouver, 1998
Burrard banda, Vancouver, 1998
Micmac Nação, Bear River banda, Nova Escócia, 1999
Cowichan e Nanaimo bandas, Duncan, 2000, 2001
Anishnabe Nação, Sioux Lookout, Ontario, Maio de 2002
Thunderbird House, Winnipeg, Maio 20023
... e em incontáveis ​​sessões de Urban sociedades nativas em Vancouver, Victoria, Alberni Porto e Winnipeg entre 1993 eo presente
Publicações:
1. Tem artigos publicados ou revisões desses periódicos:
Dimensão canadense
Briarpatch
A American Indian Review (Reino Unido)
O New Internationalist (UK)
Contra a Corrente (EUA)
Nexus (Austrália)
Ha-Shilth-Sa (Nuu-Chah-nulth Conselho Tribal, Port Alberni)
A Porta Oriental (Akwesasne Seis Nações, Montreal)
O Victoria Times-Colono
2. Livros publicados:
Escondido da História: O Holocausto canadense (2001)
Amor e Morte no Vale (2002)
Escondido da História, Segunda Edição (Outubro de 2005)
Outras informações:
Website: http://canadiangenocide.nativeweb.org
e-mail: [email protected]
Kevin Annett é ao vivo em Vancouver Rádio Co-op : Toda segunda-feira de 1:00 ao 14:00 (PST) em 102.7 FM, CFRO (Vancouver, Canadá)
Sintonize-se com programa de Kevin assuntos público animado "Escondido da História". Os convidados incluem ativistas da comunidade costa oeste nativo, anti-pobreza movimentos, e os homens e mulheres comuns que lutam injustiça brutalidade policial, e da globalização no chão.
O programa também conta com atualizações regulares da Comissão da Verdade em Genocídio no Canadá, e da crescente evidência de crimes contra a humanidade cometidos em escolas cristãs residenciais.
Para mais informações, ou fazer trabalho voluntário com o programa,
contato com Kevin em 1-888-265-1007.
Novo site Lança Áudio.
Neste site, http://www.hiddenfromhistory.org/ , agora você vai ser capaz de ouvir os programas de rádio Kevin Annett cada semana, sua série de palestras recente sobre a natureza e as raízes de Genocídio, e testemunhos orais de testemunhas oculares nativas para crimes contra a humanidade, no Canadá.
Então sintonizee diga aos outros, especialmente aqueles que se mantêm céticos dizendo "Onde está a prova?".
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http://itccs.org/
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Sábado, Janeiro 23, 2010
O genocídio secreto do Canadá
As políticas genocidas perpetradas contra minorias étnicas têm sido praticadas até por países considerados internacionalmente como exemplo, quase bastiões/ “santuários”, dos valores democráticos e da salvaguarda dos direitos humanos.
Um dos casos mais horrendos de que tenho conhecimento refere-se às escolas-residenciais, hospitais e sanatórios (para tuberculosos) em que o Canadá, entre 1890 e 1984, enclausurou as crianças indígenas – com o intuito de eliminar fisicamente a maioria delas; aculturando as restantes para que se comportassem como colaboracionistas e servos dos euro-americanos.
Existiram mais de 100 destes internatos infernais. Uns eram geridos por oficiais do governo, mas, na maioria dos casos, a responsabilidade de tutoria das crianças foi entregue a instituições de cariz confessional apoiadas pelo Estado, nomeadamente as igrejas Católica, Anglicana, Presbiteriana e a United Church of Canada.
Abundantes e idôneas testemunhas, assim como relatórios oficiais, referem os recorrentes (ao longo de quase um século) crimes de rapto; estupro (algumas crianças foram até prostituídas a pedófilos a pornógrafos fora dos muros dos internatos) ; esterilização e abortos forçados; espancamentos e tortura (física e psicológica); assassinatos; experimentação médica não consentida, tanto drogas como exposição e inoculação de bactérias e de vírus letais – o que acrescenta o crime de guerra biológica; privação extrema de alimentos (muitas crianças morreram de fome) e administração de alimentos impróprios para consumo; trabalhos forçados; roubo de terras e de recursos naturais vitais para a comunidade indígena,... Enfim, uma sistematizada guerra contra os povos tribais não cristianizados, que decorreu longe dos mídia e da opinião pública influenciada por estes.
Um dos muitos pedófilos que trabalhou e molestou crianças nas referidas instituições, acabou caindo nas malhas do FBI, que descobriu evidências de ser o autor de 142 casos de abusos sexuais a crianças durante cerca de uma década.
Os relatos testemunhais desta tragédia encoberta evidenciam tratar-se de um crime contra a humanidade inserido na definição de genocídio oficializada pelas Nações Unidas, cuja convenção foi ratificada pelo Canadá em 1952.
Até em relatórios oficiais do Departamento dos Assuntos Indígenas é referido que nos mortíferos internatos perderam a vida mais de 50 mil crianças! Acresce-se um pormenor macabro e, no mínimo, suspeito: a esmagadora maioria desses cadáveres nunca foram vistos, menos ainda recuperados, pelas respectivas famílias. De facto, continua um mistério qual o seu destino final. Os registos pessoais das crianças “desaparecidas” foram igualmente obliterados, como se as vítimas nunca tivessem existido. E nem conta para efeitos estatísticos os corpos dos abortos e dos que foram mortos à nascença. As testemunhas eram coagidas ao silêncio ou também desapareciam sem deixar rasto, lembrando a política nazi de “noite e nevoeiro” (nacht und nebel).
Não faltam testemunhas que referem a existência nos internatos ou nas suas imediações de cemitérios secretos, corpos emparedados e câmaras-frias para armazenamento dos cadáveres. Quando, na década de 70, os internatos para índios começaram a ser fechados, os restos mortais das crianças foram retirados e destruídos apressadamente. Mas ainda há muito material forense disponível para análise; só falta vontade política para esclarecer a fundo esses crimes.
A polícia sempre se recusou a investigar; até chegaram a ameaçar as crianças queixosas. Possivelmente a participação destes agentes foi além da ocultação de provas. Pelo menos, há relatos de meninas que foram obrigadas a se prostituir aos policiais. Já em 1907 a imprensa canadiana levantou a lebre, constatando que a taxa de mortalidade das crianças índias que estavam (compulsivamente/ por ordem judicial) internadas excedia os 50%. Ou seja, mais de metade morria em relativamente pouco tempo. O Dr. Peter Bryce, quando trabalhava para o Departamento de Saúde de Ontário, foi contratado pelo Departamento de Assuntos Indígenas de Ottawa a fim de fazer vistorias às condições insalubres a que estavam sujeitas as crianças indígenas nos internatos da costa Oeste e Columbia britânica. O que ele viu deixou-o profundamente abalado e escreveu um relatório em que deixava claro as atrocidades testemunhadas por ele . Os seus superiores hierárquicos do governo e os clérigos ocultaram/destruíram esse relatório e trataram de afastar Bryce da função pública. Só volvidos 13 anos, em 1922, é que este médico revelou à sociedade pormenores do que chamou um crime nacional contra os índios.
Um dos procedimentos corriqueiros (também denunciado pelo Dr. Bryce) era o de infectar com tuberculose as crianças. Depois obrigavam outras crianças ainda livres dessas bactérias a dormir na mesma cama que as enfermas. Bastava esperar até se cumprir a “vontade de deus” de acabar com os pequenos pagãos. Quando não eram bactérias e vírus mortais, as injecções de veneno faziam o trabalho mais rapidamente. (entretanto, o governo dos EUA inoculava plutónio nos pobres – maioritariamente negros, mexicanos e índios – que procuravam ajuda médica, numa experiência que durou quase toda a Guerra Fria.) À medida que estes assassinatos se tornavam quotidianos e a uma escala industrial, a metodologia homicida foi perdendo “subtileza”. Valia tudo no esforço nacional de erradicação do “problema indígena”: espancamentos; fome/inanição; estrangulamentos; garotos atirados pelas janelas e escadas abaixo,...E não pensem que o trabalho sujo desta barbárie planeada era exclusivo dos “gorilas”/energúmenos contratados para o efeito; muitos padres e freiras foram vistos a brutalizar até à morte indiozinhos, da forma mais cruel e sádica que se pode imaginar.Os algozes certamente que confiavam na impunidade dos seus crimes, cuja responsabilidade se estende para além dos oficiais do governo e dos representantes das igrejas; a conspiração envolve igualmente médicos, enfermeira, policiais, juízes e empresários. Foi a cooperação de todos que tornou possível consumar este holocausto canadiano sem a condenação da comunidade internacional. ( E é lícito deduzirmos que o legado essa cabala continua a permitir que as redes de pedofilia predem tantas crianças indígenas no Canadá ...)
Neste contexto, refira-se, por curiosidade, que a expressão “solução final” notoriamente utilizada pelos nazis para designar o seu plano de extermínio em massa, foi cunhada (em 1910) pelo superintendente dos Assuntos Indígenas
Duncan Campbell Scott quando se referiu ao modo como o Canadá deveria lidar com o “problema indígena”.Noutra ocasião, ele definiu o intuito principal dos internatos nos seguintes termos: “matar o índio dentro do índio”.
Efectivamente, o Canadá foi bem sucedido em ocultar os seus equivalentes aos centros de eugenia negativa e campos de extermínio nazis. Não é uma analogia forçada. A descomunal violência a que temos submetido as nações indígenas faz parte de uma estratégia concertada internacionalmente num clima de consenso. A limpeza étnico-religiosa era uma prioridade assumida, “legitimada” pelos esforços civilizatórios, em que a ciência e o cristianismo poderiam dar as mãos para dominar e homogeneizar o mundo, como um modernizado legado das cruzadas e da Inquisição, levando consigo o estandarte da “guerra justa" contra os não-cristãos. Assegurar os interesses dos industriosos saqueadores / exploradores da Terra, os que geram capitais e postos de trabalho, é considerado o mesmo que defender a civilização.
No século XIX a política expansionista dos euro-canadianos estava a todo o vapor. Civilizar apresentava-se como um imperativo moral – que não passava de uma fachada para “justificar” a invasão, usurpação e morticínio nos territórios a desbravar. Em 1857 o Canadá intensificou essa política respaldando-a por um corpo legal (Gradual Civilization Act) que parece ter sido redigido em parceria entre clérigos e industriais. Esse documento vil estabelece oficialmente a inferioridade das pessoas pertencentes às primeiras nações, e serviu de base para a Lei federal dos Índios que, em 1874, dava o tiro de partida para o referido sistema de internatos.
Ainda em 1960 (na revisão do estatuto da Colômbia Britânica) se reafirmou a definição de índio que continua a vigorar: “pessoa não civilizada, destituída do conhecimento de deus, ou qualquer outra clara e enraizada crença religiosa.”
Como já referi abundantemente, facilita o trabalho de genocídio (cultural e físico) desumanizar as vítimas – comummente conotando-as com as criaturas (de preferência rastejantes) da fauna silvestre que os europeus mais desprezam; mas a melhor sucedida estratégia difamatória tem sido a de demonizá-las. Assim é fácil engajar a sociedade numa luta que, mais do que a erradicação de pragas , é o dever cristão de se opor por todos os meios às representações do mal supremo que insiste em querer arruinar as conquistas da civilização, fazendo-nos regredir até ao intolerável estado de “selvagens”, indistinguíveis das feras que povoam os nossos pesadelos.
Os genocidas seguiam a mesma cartilha e conheciam o trabalho dos seus colegas e aliados ideológicos, tentando emular-se mutuamente. Era aplaudida qualquer acção social que as autoridades e/ou a iniciativa privada apresentassem “em nome da civilização e do progresso” – expressão interpretada com sinistra benevolência pela sociedade caucasiana, que preferia desconhecer os tenebrosos meios para alcançar esse enaltecido fim. Ninguém quer revolver essa cloaca com medo de se sujar, mas essa atitude a todos nos torna cúmplices por indiferença.
O modelo dos internatos para extinção das culturas e etnias aborígenes foi exportado para todo o mundo, mas continuam desconhecidos da maioria dos civilizados que se viciaram em telejornais...
No âmbito da sua política de “guerra de baixa intensidade” (sic), os EUA fizeram o mesmo com os descendentes dos maias, na América Central, onde constituíram as suas “aldeias-modelo”. Depois o “Tio Sam” chegou à conclusão de que bastava pressionar os seus governos-títeres para a implementação das medidas reestruturantes (que têm por testa de ferro o banco Mundial e o FMI), arrasando com a autonomia económica, a auto-suficiência numa escala que respeita os limites biorregionais dos recursos, enviando directamente para as maquilas e para as plantações dos latifundiários os campesinos expulsos dos campos (pela força das armas e/ou pela miséria induzida).
O culto ao poder simbólico do capital sempre foi o motor destas políticas genocidas. À semelhança do que aconteceu no desbravamento do interior do Brasil (ex.: Mato Grosso e Minas Gerais), em que as igrejas eram erguidas o mais próximo possível dos filões de ouro, no Canadá as escolas-residenciais para indígenas foram estrategicamente situadas em locais cujas riquezas naturais eram e são muito cobiçadas pelos “brancos”. As Igrejas puderam assim amealhar muito negociando com as empresas sobretudo de pesca e de madeiras nobres.
Na América do Norte, os eugenistas, quando se referiam às suas monstruosas intenções, foram bem mais parcimoniosos no uso de eufemismos do que os alemães engajados na mesma luta pela “purificação racial”.
Como bem observou Simon Wiesenthal, referindo-se aios campos de morte nazis, “onde há aprovação oficial, não pode haver arrependimentos nem contrição pública”.
Os euro-canadianos decentes que ficam indignados perante esporádicas notícias (de um mundo que a maioria sente ser bastante distante da sua amena realidade) sobre alguém que se atreveu a negar a existência do holocausto nazi, sendo imediatamente alvo de justificada e generalizada condenação moral, falham em reconhecer o seu holocausto indígena. E não é apenas porque se tratam de crimes que parecem demasiado graves para ser verdade, cometidos por pessoas que ainda detém prestígio e poder na sua sociedade; a maioria dos que ainda vivem continuam impunes e beneficiando de subsídios estatais bem como, no caso das igrejas, de isenção fiscal. Tal qual acontece com os torturadores e os matadores que estiveram, ou continuam na ativa, ao serviço de governos ditatoriais. Na rara eventualidade da proteção política falhar com alguns deles, as instituições que estes serviram continuam intocáveis. (De vez em quando ainda é possível toparmo-nos com declarações à imprensa proferidas por clérigos que fazem a apologia dos seus internatos para indígenas, costumando dizer o seguinte: “se alguma coisa correu mal, os objetivos do nosso projeto eram e são louváveis”. Poucos se indignam...)
E quando os mídia clamam por justiça, não costumam ir mais longe do exigir medidas “compensatórias” para as vítimas de abusos (umas indemnizações pecuniárias, “e já vão com sorte”...).
A maior relutância da sociedade canadiana não-índia em perceber as verdadeiras dimensões deste problema (que está muito longe de ver o seu término) deve-se principalmente a que a sua identidade, conforto, segurança e orgulho patriótico assenta no facto de que pertencem a um sistema político que só pode desenvolver-se com sucesso através da usurpação dos territórios indígenas, destituindo os seus habitantes originais de tudo o que lhes era essencial e dava sentido às suas vidas. A mesma crítica pode ser feita em relação a todos os países criados pela expansão imperialista da Europa. Uma vez que é impensável que as potencias ocupantes se retirem e que tudo volte a ser como nos tempos pré-colombianos, o busílis do problema é como conviver fraternalmente e com justiça social na multiculturalidade e multietnicidade? As possíveis respostas não se me afiguram otimistas, porque todas as sociedades subjugadas ao capital e ao industrialismo ecocida, a fim de manterem as suas economias artificialmente prósperas, é-lhes imprescindível continuar a devorar o mundo e a esmagar os modos de vida alternativos...
A assimilação cultural dos índios significa cortar a sua ligação espiritual com a Terra e toda a sua cultura telúrica de respeito reverente pela natureza. Despojá-los dos seus territórios ancestrais, submetê-los a leis injustas, à força das armas, à corrupção e à miséria econômica e à subsídio-dependêndia, até que aceitem desistir de defender aguerridamente o que a nossa sociedade deseja rapinar. As nações indígenas nunca quiseram nem pediram a “ajuda” da civilização. Se não for já tarde demais, talvez um dia a nossa sociedade compreenda que para sobreviver e cumprir o seu melhor potencial necessita da ajuda dos povos que mais tem tentado destruir...
genocideincanada.blogspot.com
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(250) 753-3345 ( Canada )
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http://assets.survivalinternational.org/static/files/books/InnuReport.pdf
Através da Internet, poderão ainda adquirir as seguintes obras :
* Hidden from History: The Canadian Holocaust (2005)
* Love and Death in the Valley (2002) at: www.1stbooks.com/bookview/11639
* UNREPENTANT (documentário acessível para visionamento no google vídeo)

SOS DIREITOS HUMANOS disse...
DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...
"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado
O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA
No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato "JOSÉ LOURENÇO", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre Cícero Romão Batista, encarados como “socialistas periculosos”.
O CRIME DE LESA HUMANIDADE
O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.
A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS
Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará É de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira e pelos Acordos e Convenções internacionais, por isto a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que:
a) seja informada a localização da COVA COLETIVA,
b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade,
c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história,
d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais,
e) outros pedidos
A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO
A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009.
AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5
A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;
A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA
A SOS DIREITOS HUMANOS, igualmente aos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão.
QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA
A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem encontrar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes procurados no "Geopark Araripe" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?
A COMISSÃO DA VERDADE
A SOS DIREITOS HUMANOS deseja apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e que o internauta divulgue esta notícia em seu blog, e a envie para seus representantes na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal que informe o local da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão.
Paz e Solidariedade,
Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
Domingo, Janeiro 24, 2010
Extraído de: http://verdeverdugo.blogspot.com.br/2010/01/o-genocidio-secreto-do-canada-as.html

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Colaboração de
ROSA AMELIA MURUCI
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Atenção: Ordem de PRISÃO para Joseph Ratzinger, Rainha Elizabeth e outros líderes pelo ASSASSINATO de 50.000 CRIANÇAS. Atual Papa é indiciado

Joseph Ratzinger, papa que renunciou, juntamente com a Rainha da Inglaterra, Elizabeth Windsor, o jesuíta chefe do Vaticano, o primeiro-ministro do Canadá e mais 27 réus, entre líderes religiosos e políticos, foram condenados pela Corte Internacional de Justiça, em Bruxelas, a 25 anos de prisão pelo assassinato de mais de 50.000 crianças indígenas.
O veredicto do Tribunal de Direito Comum Internacional de Justiça condenou os réus por crime de genocídio, pelo assassinato de mais de 50.000 crianças índias e mestiças no Canadá (veja a história completa logo em seguida). A ordem judicial foi emitida para os Réus em 25 de fevereiro de 2013 e eles tinham até o dia 04 de Março de 2013 para se entregarem espontaneamente, conforme o Despacho 022513-001:
"Aos réus é ordenado que se entreguem voluntariamente para oficiais de paz e agentes autorizados por esta Corte, tendo sido considerados culpados da acusação. Os réus têm sete dias a partir da emissão da ordem, até 04 de março de 2013, para cumprimento. Depois de 04 de março de 2013, um mandado de captura internacional será emitido contra esses réus ".
Veja o documento


PLANO DE EXTERMÍNIO
Além da prisão sem direito a liberdade condicional, o Tribunal ordenou a apreensão dos bens pessoais dos condenados. O veredicto foi unânime em considerar culpados os acusados de Crimes contra a Humanidade, e de ser parte de uma conspiração criminal em curso. Entre os réus julgados culpados estão Elizabeth Windsor, Rainha da Inglaterra, Stephen Harper, primeiro-ministro do Canadá, e os oficiais chefe da Igreja Católica, Anglicana e Unidos da Canadá. * (Uma cópia completa do veredicto, a ordem judicial e uma lista dos réus é incluído no link que o acompanha). O julgamento durou quase um mês de deliberações por mais de 30 cidadão jurados que analisaram 150 casos apresentados pelos procuradores do Tribunal. O júri concluiu que houveram provas irrefutáveis e detalhadas de uma enorme conspiração criminosa com a participação das instituições dos acusados ​​de cometer e ocultar genocídio em gerações de crianças índias nas escolas residenciais em todo o Canadá. Os réus não negaram as acusações e tampouco apresentaram contraprova. "Esses crimes dirigidos às crianças foram um plano frio e calculado para exterminar os índios que não eram cristãos. O acórdão declara os bens e as propriedades das igrejas responsáveis pelo genocídio canadense que serão confiscados e disponibilizados como reparações às famílias das vítimas desse odioso crime. Para impor a sentença, o Tribunal tem poderes sobre o Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e mais outras 12 nações. As igrejas que terão bens sequestrados são a Católica Apostólica Romana, a Anglicana e a Igreja Unida do Canadá, que são as principais agenciadoras de mortes das crianças. A sentença declara expressamente que esses organismos eclesiais tem atividades criminais que envolvem ainda roubo de riquezas do povo. Conforme declarou Kevin Annett, chefe dos procuradores, “Os mortos podem agora finalmente descansar em paz.” Os oficiais de justiça estão entregando a Ordem a todos os Réus nesta semana, incluindo o primeiro-ministro canadense, a rainha da Inglaterra e Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI. Assim, obviamente a renúncia abrupta de Ratzinger foi para evitar o escândalo mediante uma prisão de um papa dentro do Vaticano.

Acompanhe o andamento dos fatos, nas próximas semanas, acessando o site
www.itccs.org.

O GENOCÍDIO – OS CRIMINOSOS
A ação criminal foi intentada por crime de genocídio contra as crianças da nação indígena Mohawk do Canadá, sendo apontados como mandantes a rainda da Inglaterra, o governo do Canadá, o Vaticano e algumas grandes empresas farmacêuticas. Essa ação é a primeira da espécie, no mundo todo. Deflagrado por Jason Bowman da Associação dos Procuradores do Cidadão do Canadá e pelo Reverendo Kevin Annett, do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e dos Estados (ITCCS) em nome de milhares de interessados, famílias das vítimas assassinadas. Em coletiva à imprensa (que obviamente a mídia illuminatti barrou) o processo foi explicado em detalhes na Corte do Tribunal Federal do Canadá, na Queen Street West, 180, Toronto, em 04 de Julho de 2012. Uma cópia da declaração foi disponibilizada à imprensa, no mesmo mês, que pode ser vista no link:
http://www.scribd.com/doc/98695498/July12012ACPITCCSJointPressReleaseStatement-7CORPOS ACHADOS 

– TORTURA - MUTILAÇÃO
Mediante varreduras por radar de penetração no solo adjacente ao edifício principal fechado do Instituto Mohawk, foram localizados inúmeros corpos entre 15 a 20 metros de profundidade, enterrados em valas comuns. O Instituto foi fechado em 1970 para camuflar a existência desses túmulos. Testemunhas oculares, ouvidas no julgamento, afirmaram ter presenciado sacerdotes em túnicas vermelhas torturando crianças em rituais satânicos. Crimes sexuais horrendos foram praticados. Num dos eventos narrados, a rainha Elizabeth Windsor, como Chefe de Estado e da Igreja da Inglaterra estava presente e ordenou pessoalmente tortura ritual em escolas residenciais controladas pela Igreja da Inglaterra e pelo Vaticano. Veja o vídeo:
Leia mais em: www.examiner.com

ATUAL PAPA TAMBÉM TERIA PARTICIPADO DO GENOCÍDIO
Jorge Mario Bergoglio, atual papa, também foi indiciado no mesmo processo e ainda poderá ser condenado e preso.
O suspeito foi rapidamente eleito como o novo Papa da Igreja de Roma, em um conclave realizado a “toque de caixa”. Além de ser acusado de ajudar a seqüestrar opositores da junta militar da Argentina durante a década de 1970 e de tráfico de bebês , por advogados e membros da Plaza de Mayo, grupo de direitos humanos ( Los Angeles Times, 17 de abril de 2005 ", o cardeal argentino Nomeado em Ação Seqüestro" ), Bergoglio também teria participado do evento genocida Mohawk. A Ordem dos Jesuítas estabeleceu o sistema escolar residencial na América do Norte em meados do século 19, e tem levado a destruição e morte de milhões de não-católicos de todo o mundo desde o seu início em meados do século 16. Sob um juramento secreto administrado a todos os membros, os jesuítas são autorizados e incentivados a matar, torturar ou derrubar qualquer adversário do Vaticano e do Papa. Estes fatos, as alegações argentinas, e sua cumplicidade na conspiração global contra crianças enunciados na lei canônica Crimen Sollicitationas, torna o novo Papa potencialmente suscetível a prisão e condenação sob a lei internacional, a exemplo dos outros condenados. O ITCCS entende que a eleição de Jorge Mario Bergoglio foi um arranjo rápido para arrumar um “bode expiatório” à frente da instituição do Vaticano, poupando Bento XVI, que seria uma figura indispensável na agenda Illuminati. Bergoglio, portanto, também está sujeito à prisão imediata, nos termos da Ordem Common Law Tribunal de 5 de março de 2013, emitido pelo Tribunal de Direito Comum Internacional de Justiça sob a autoridade do jus gentium , a Lei das Nações, e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal. A condenação de Bergoglio também envolve crimes contra a humanidade e de envolvimento em uma conspiração criminosa global com sede em Roma (Agenda Global Illuminati), em plena cooperação da Ordem dos Jesuítas (continuidade moderna dos antigos Cavaleiros Templários).
http://itccs.org/
Como se vê, não existe mais a mínima possibilidade aos incrédulos de taxarem a agenda criminosa da Elite Global como “conspiranóia”. São os fatos aflorando escancaradamente, todos os dias. Só os mortos não enxergam.
Via: http://mirantesul.blogspot.com.br/
Leia mais: http://www.libertar.in/2013/03/atencao-ordem-de-prisao-para-joseph.html#ixzz2xsISz8Cr

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A MÁSCARA enxertos: No Canadá, a confirmação do governo de mortes maciças de crianças executadas na igreja  preparam o terreno para a dissolução da Coroa e da proclamação da República da Kanata, e uma "revolução de baixo" - "O Papa Francis "autoriza a Episcopal Italiana para esconder estupro de crianças em suas fileiras como ele enfrenta acusação próximo dia 7 de abril, em Bruxelas - Kevin Annett discute os detalhes com Alfred Webre nesta entrevista datada em 02 de abril de 2014
Kevin Annett: Genocídio afirma República da Kanata; Encobrimento do Vaticano de genocídio agora público http://youtu.be/UeOGdivRKhQ
Veja também a última postagem no www.itccs.org

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