1

A FARSA DO GREENPEACE (Greenfarsa) Líder Explica Porque Abandonou o Greenpeace

Clique aqui para comentar esta publicação


A grande farsa do Greenpeace

por Ciro Siqueira


Greenpeace denuncia corte ilegal de madeira na Amazônia em área próxima a Santarém (PA). O corte predatório e ilegal de madeira ainda é um grave vetor de destruição da Amazônia. A implementação de programas governamentais para promover o manejo sustentável da floresta na região carece de investimentos e sofre com a corrupção. Saiba mais:
http://bit.ly/H8fYBR
Assine a petição pelo Desmatamento Zero: http://www.ligadasflorestas.org.br
Publicado em 01/04/2012
* Reprodução permitida desde que citada a fonte.
Confira o vídeo publicado no site do Greenpeace ironicamente no dia 1º de abril: repare que o capataz da ONG no Brasil, Paulo Adário, afirma no vídeo que não existem planos de manejo nessa área. "Essa área aqui é 100% ilegal", diz Adário.
É mentira. Uma busca rápida no site da Secretaria de Meio Ambiente do estado do Pará mostra que existem 193 Autorizações para Exploração Florestal (Autef) só no município de Santarém, região onde foi feito o vídeo.
A madeira pode ainda ter sido extraída legalmente por meio de outro documento emitido pela SEMA-PA, a Autorização de Utilização. Existem várias expedidas para a região onde os ecotalibãs do Greenpeace fizeram esse vídeo.
Repare que todas as toras que aparecem no vídeo têm números pintados na cabeça. É o número de identificação da tora no Plano de Manejo Sustentável de onde elas provavelmente vieram. O número não é sentença de que a madeira é legal, mas o capo do Greenpeace, Paulo Adário, simplesmente não pode afirmar que a madeira é ilegal. Ela pode ter sido extraída legalmente. O que Adário fez foi uma ilação.
Veja o que diz a norma que regulamenta planos de manejo:
Instrução normativa/SEMA nº 05/2011, de 19 de maio de 2011 (SEMA-PA)
Art. 14º - É obrigatória a adoção de procedimentos que possibilitem o controle da origem da produção por meio do rastreamento da madeira das árvores exploradas, desde a sua localização na floresta até o seu local de desdobramento.
§ 1º - Cada tora deve ser relacionável com a árvore cortada através de uma identificação numérica.
§ 2º - Marcar cada árvore inventariada com uma placa permanente, mostrando o número da UPA, UT e número da árvore, que corresponde à listagem do inventário 100%.
§ 3º - Após a derruba, marcar através de pintura permanente, cada tora proveniente de um mesmo fuste, de maneira que possibilite identificar de que árvore e segmento do fuste pertence - Ex: UPA __, UT __, nº arv__1/n (onde n é igual a quantidade de segmentos proveniente do fuste).
§ 4º - Após a cubagem no pátio de estocagem de tora na mata, remarcar cada tora com um úmero, que possibilite relacionar a tora com a listagem do inventário.
Qualquer pessoa que conheça minimamente como as coisas acontecem na Amazônia sabe que o vídeo do Greenpeace é uma farsa. Mas Adário não fez o vídeo para gente como eu. Adário fez o vídeo para os jornalistas da urbe, e para os gringos que financiam as campanhas milionárias da ONG, para quem toda tora no chão é desmatamento, é crime, é destruição, é ocaso.
Com vídeos como esse, o Greenpeace mantém a população urbana e seus financiadores alarmados e amedrontados. Gente alarmada e amedrontada é muito mais disposta a contribuir financeiramente com o trabalho da ONG.
Planos de Manejo Florestal Sustentável são vistos pelos próprios ambientalistas como uma saída pra dar uso econômico às florestas da Amazônia. Quando Marina Silva foi ministra do meio ambiente ela e seus marinas boys lutaram duramente para aprovar a lei 11.284, conhecida como lei das concessões florestais. A lei baseia-se unicamente nos Planos de Manejo como forma de proteção das florestas amazônicas.
Se as toras vieram de um Plano de Manejo, como parece pelos números, elas são exemplos de uso racional e sustentável da floresta, não o contrário.
Eis aí mais uma farsa nos ecopilantras do Greenpeace.
Em tempo, os caras ainda tiram sarro publicando a lorota no dia 1º de abril, dia da mentira.
Segunda-feira, 2 de abril de 2012 -

Extraído de: http://www.scotconsultoria.com.br/noticias/artigos/25716/a-grande-farsa-do-greenpeace.htm
****
São as principais ligações da AVAAZ: Human Rights Watch, Inter-American Dialogue, Gorbachëv Foundation-USA, Amnesty International, MoveOn, Union of Concerned Scientists, US Climate Action Network, Obama, Oxfam International, Greenpeace, Res Publica, National Council of Churches, J Street, Organizing for America, Global Campaign for Climate Action Organizing for America, Rain Forest Acton Network, National Abortion Federation, Sierra Club e muitas outras. (Ver o mapa interativo do Discover the Networks).
Dinheiro do FMI pode bancar fundo do clima, afirma George Soros
"Descobri uma maneira de mobilizar recursos que estão parados", afirmou Soros. Trata-se de US$ 100 bilhões de um fundo total de US$ 283 bilhões, criado pelo FMI como fonte de financiamento para a crise financeira internacional do ano passado.
Os fundos liberados teriam como garantia as reservas de ouro do FMI, propõe Soros. Ele reconheceu que, para funcionar, a ideia teria de receber a aprovação do fundo. O financista, no entanto, recebeu elogios do Greenpeace pelo plano.
"George Soros sugeriu uma maneira de levantar o dinheiro necessário. Todos os líderes mundiais deveriam estudar essa proposta", afirmou Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional.
Trecho extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1112200902.htm
aqui para ler a matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1112200902.htm
***
LEIA TAMBÉM: AVAAZ DESMASCARADA - Pedro Abramovay, o chefão do site Avaaz e um mimo da esquerda, avisa: “O Brasil é nosso!” Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil
Clique aqui: http://jornalcelestial.portaldosanjos.net/2014/01/avaaz-desmascarada-pedro-abramovay-o.html
*****
Greenpeace, grande mídia, petrolíferas e Rockfellers
Greenpeace é financiado com dinheiro do petróleo, grande mídia e de indústrias poluentes!

[Imagem: 35d5b-1111111.jpg]

A organização ecologista mais famosa do mundo recebe doações de grandes magnatas do petróleo, do setor automotivo e da mídia. O caso mais gritante é os dos Rockfellers — Acionista e fundadores de petrolíferas como a Exxon Mobil. Sua fundação financiou o Greenpeace com mais de um milhão de dólares.

O Greenpeace, a organização ecologista mais famosa e, possivelmente, poderosa do mundo, é financiado por meio de doações voluntárias, que seus membros realizam anualmente.

Segundo rezam seus estatutos, a fim de "manter sua total independência, o Greenpeace não aceita dinheiro procedente de empresas, governos ou partidos políticos. Levamos isso muito a sério e controlamos e devolvemos os cheques quando são provenientes de uma conta corporativa. Dependemos das doações de nossos simpatizantes para levar a cabo nossas campanhas não violentas para proteger o meio ambiente".

Entretanto, tal lema não inclui as generosas doações que habitualmente a organização recebe de grandes fundações e organismos sem fins lucrativos que, curiosamente, pertencem a grandes famílias e magnatas vinculados ao petróleo, ao sistema financeiro, aos meios de comunicação e, inclusive, à indústria de automóveis.

Como assim? A ONG ambientalista por excelência financiada com dinheiro gerado por alguns dos setores produtivos mais contaminantes do planeta? Uma investigação mias acurada nas opacas contas desta organização revela grandes segredos e, sobretudo, muitas surpresas.

O Greenpeace conta com múltiplas filiais, espalhadas por todo o mundo, mas uma das mais poderosas e influentes é, sem dúvida, a sede estabelecida nos Estados Unidos. A franquia do Greenpeace local conta com quatro fachadas: Greenpeace Foundation, Greenpeace Fund Inc., Greenpeace Inc. e Greenpeace Vision Inc..

O projeto Activist Cash, criado pelo Center for Consumer Freedom — uma importante associação de consumidores estadunidenses —, revela algumas das fontes de financiamento mais polêmicas deste grupo apologista da ecologia.

O projeto surgiu com a ideia de levantar informações sobre o perfil e os recursos econômicos dos grupos anticonsumo. E, como não podia deixar de ser, a entidade dedica um expaço exclusivo para o Greenpeace. Segundo o Activist Cash, o Greenpeace recebeu importantes doações das seguintes fundações, tal e como revela o gráfico abaixo:

[Imagem: greenc18271.jpg]

Agora, quem são estes grupos? São fundações que pertencem a algumas das famílias mais ricas do mundo, cujas fortunas procedem dos negócios do petróleo, do setor automotivo e os grandes grupos de comunicação estadunidense. O blog Desdeelexilio investigou estas cifras para conferir a quantia e a veracidade de tais doações e o resultado é o seguinte:

O fluxo de dinheiro entre as franquias do Greenpeace com sede nos Estados Unidos é constante. A legislação americana obriga estes organismos a apresentarem anualmente uma declaração de impostos na qual figuram as rendas e as despesas.

A informação anual do pagamento de impostos de tais filiais se encontra nos denominados IRS Form 990 (Return of Organization Exempt From Income Tax). Em tais documentos oficiais, aparecem em detalhes algumas das tais doações ao longo dos últimos anos.

Rockefeller Brother´s Fundation: US$ 1,15 milhões de dólares

De 2000 a 2008 a fundação da família Rockefeller financiou o Greenpeace com US$ 1,15 milhões. A fortuna dos Rockefeller procede dos negócios petrolíferos.

John D. Rockefeller fundou a empresa Standard Oil, que chegou a monopolizar o negócio do petróleo no princípio do século 20. Entretanto, o governo dos Estados Unidos acusou a empresa de monopólio e decretou sua divisão em 34 empresas, embora os Rockefeller mantivessem sua presença nas mesmas.

A mais famosa é, atualmente, a Exxon Mobil Corporation, uma das maiores multinacionais petrolíferas do mundo. Os descendentes de John D. Rockefeller são acionistas da Exxon Mobil. Embora minoritários, possuem todavia uma grande influência e peso na empresa. Os Rockefeller também têm ou tiveram presença em grandes bancos como o JP Morgan Chase & Co (Chase Manhattan Bank), o Citybank, que, por sua vez, possuem participações em grandes petrolíferas internacionais.

[Imagem: greenc28272.jpg]

Marisla Foundation: US$ 460 mil

Tal fundação também é conhecida sob o nome de Homeland Foundation. Foi fundada em 1986 pela poderosa família Getty. J. Paul Getty fundou a petrolífera Getty Oil, agora nas mãos da russa Lukoil.

[Imagem: greenc38273.jpg]

Turner Foundation: US$ 450 mil

A Turner Foundation foi criada por Robert Edward Turner em 1990. Ted Turner é um dos grandes magnatas da comunicação nos Estados Unidos, dono de conhecidas cadeias de televisão como CNN, TNT e AOL Time Warner, entre outras coisas. Doou em apenas três anos US$ 450 mil ao Greenpeace.

[Imagem: greenc48274.jpg]

Charles Stewart Mott Foundation: 199.000 dólares

Charles Stewart Mott foi o pai do terceiro grupo industrial automotivo do mundo, a General Motors. Antes de declarar-se falida, em junho de 2009, esta indústria fabricava seus veículos sob marcas tão paradigmáticas e pouco contaminantes como Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e o famoso Hummer, que participa da ocupação do Iraque sob o nome de Humvee.

[Imagem: greenc58275.jpg]

No fim das contas, não deixa de ser supreendente que uma das organizações ecologistas mais ativas contra a emissão de CO2 na atmosfera aceite suculentas somas de dinheiro de algumas das principais referências mundiais do setor petrolífero e automobilístico. Sobretudo, se for levado em consideração que o Greenpeace realiza campanhas que acusam os céticos da mudança climática de receberem dinheiro do setor petrolífero e de grandes empresas industriais.

Fonte: Libertad Digital

Via: Cutucando de Leve

****

Greenpeace não, Verdade sim !!!.

Enviado em 22/01/2012
http://avozdaresistenciatv.blogspot.com/
http://www.orkut.com.br/Main#Communit...
http://www.facebook.com/profile.php?i...
MSN:[email protected]

***

Fundador do GreenPeace tira

mascara do Greenpeace

Enviado em 07/12/2009
Greenpeace é uma fraude
****
10/10/2011

Tio Rei pega no pulo o Greenpeace e desmonta uma farsa com dados que eles próprios levantaram. Ou: Brasil será a única região do planeta, além de Chernobil, em que se vai proibir qualquer atividade econômica
Caras e caros,
Este é um dos momentos de que mais gosto neste blog; eu o defino como “matar a cobra e mostrar a cobra”, naquele sentido, obviamente, não-sexista, sem ambigüidades, recomendado pelo Departamento Ira-ny de Censura. Vocês vão ver como os próprios mistificadores podem, sem querer, contribuir para revelar a verdade. Acompanhem. Garanto que, ao fim da trajetória, todos estaremos mais lúcidos. Vamos lá.
Uma coisa deixa certo ambientalismo muito revoltado, furioso mesmo: a afirmação de que a legislação ambiental brasileira é uma jabuticaba, sem paralelo ou similar no mundo inteiro. As restrições hoje em curso e as contidas mesmo no texto de Aldo Rebelo – acusado por esse ecologismo rancoroso de promover o desmatamento (é falso!!!) – têm um rigor único. Mesmo se aprovado o texto (vamos ver as mudanças a serem feitas no Senado) de Aldo, NÃO HAVERÁ PAÍS NO MUNDO COM O PERCENTUAL QUE TEM O BRASIL DE VEGETAÇÃO NATIVA E COM UMA LEI AMBIENTAL TÃO DURA! Ou ainda: o Brasil está escolhendo para si uma legislação que nenhuma nação, mesmo aquelas que já têm a sua superfície quase escalpelada, aceitaria.
Muito bem, meus caros. Um dos meus prazeres é pegar vigarista intelectual no pulo. Estão a dar aquele salto argumentativo bailarino, e eu pimba!, acuso o truque, e eles se esborracham no chão. Queriam ser Nijinski e caem como os Três Patetas. Ninguém é mais saliente na defesa das nossas florestas do que o Greenpeace, que tem sede mundial em Amsterdã, na Holanda. Daqui a pouco vocês entenderão por que eles decidiram preservar florestas mundo afora. Na Holanda, seria difícil. Quase não há mato a preservar. Eles costumam é queimá-lo… nos coffeeshops! Pois bem, esses patriotas sem pátria decidiram promover um estudo para saber se, de fato, o Código Florestal brasileiro era uma jabuticaba. O objetivo dos valentes era provar que essa era uma afirmação dos reacionários, dos ruralistas e das pessoas malvadas, como eu. Não omito nada dos leitores, como sempre. Clicando aqui, vocês têm acesso à integra do texto. Reproduzo a introdução que os próprios promotores do levantamento escreveram. Nada depõe mais contra esses caras do que aquilo que eles próprios produzem. Leiam o que segue em AZUL. Volto depois.

“Numa tarde de fim de junho deste ano, durante reunião da Campanha Amazônia do Greenpeace, o tema da exclusividade nacional do Código Florestal voltou à mesa. O assunto tinha assumido grande relevância durante o processo de votação do projeto de lei que altera o código na Câmara Federal. Havia dados e informações sobre a questão, mas em volume insuficiente para concluir se o nosso código era de fato uma peça única de legislação florestal. E quem poderia produzir um estudo mais definitivo sobre o tema? O nome que se ouvia, quase sempre, era o mesmo: Proforest. O Greenpeace correu atrás.
O Proforest, afiliado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, é uma autoridade global em florestas e uma fonte inesgotável de estudos sobre o tema. Sua equipe topou o desafio de examinar a questão. E alistou na empreitada o Imazon, um dos mais respeitados centros de produção de conhecimento sobre a Amazônia brasileira. Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon, ajudou na especificação e convocou sua equipe para revisar o estudo final. O resultado do trabalho traz informações relevantes para o debate sobre as mudanças no Código Florestal, que está agora sendo examinado pelo Senado.
Ele conclui que o nosso código está longe de ser uma jabuticaba. Há muitas outras nações com leis igualmente rígidas de proteção florestal. Além de desmistificar a exclusividade do “protecionismo” nacional no tema florestal, o estudo também cumpre o relevante serviço de demonstrar que, desde o século passado, é o fim do desmatamento – e não a terra arrasada – que virou sinal de desenvolvimento.”

Voltei
Leiam o estudo enquanto está no ar. Tão logo percebam o que fizeram, eles devem tirá-lo. Já providenciei uma cópia pra mim. O que vai acima é uma mentira grotesca. O levantamento indica que o Código Florestal é, sim, uma jabuticaba. Não existe nada tão restritivo no mundo – e, reitero, isso inclui o texto de Aldo Rebelo. O levantamento feito pelo Proforest e pelo Imazon compreende 11 países, com economias e graus de desenvolvimento os mais diversos. O objetivo é provar que todos são muito severos com o meio ambiente. São mesmo? Pois eu proponho trocar o nosso Código, o que está em vigência e o que vai ser votado pela legislação, pela lei de qualquer um deles. Os proprietários rurais brasileiros certamente topariam. Só que não haveria um só daqueles países que aceitasse a legislação brasileira. Seus respectivos governo diriam: “Vocês enlouqueceram?” Pois eu, agora, começo uma campanha: vamos trocar o nosso Código com o da Holanda, o da Suécia ou o da Alemanha… Eu quero as mesmas leis vigentes nos países dessas ONGs bacanas e de seus financiadores.

Por que digo isso?
Se vocês acessarem o documento, verão que há uma síntese da legislação dos locais estudados. ATENÇÃO: NÃO EXISTE ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE em lugar nenhum! Não há local no Globo terrestre em que a atividade econômica seja proibida em lei – o Brasil é a exceção! O máximo que fazem esses países é exigir precondições, reservando-se o direito de dar ou não autorização. PROIBIÇÃO PRÉVIA??? Não! Nunca!

O Brasilzão véio de guerra tem apenas 27,7% do seu território ocupados por agricultura, pecuária e afins – produção de comida, em suma, e derivados da agricultura. São dados do IBGE. Outros 11,3% abrigam cidades – que hoje concentram mais de 80% de uma população de quase 200 milhjões – e obras de infra-estrutura. O resto é composto de vegetação nativa, rios, praias, mangues etc e tal, tudo intocado ou quase: 61¨%. Não há no mundo nada parecido! Vejam, no caso dos 11 países estudados, o quadro com a porcentagem do solo ocupado por florestas (não é bem isso; já digo por quê) e a caracterização do que é “floresta primária” (aquela original, intocada ou recomposta) e o que é “floresta plantada”. Atenção para a realidade da Holanda, terra do Greenpeace, e do Reino Unido, um verdadeiro ninhal de ONGs que querem decidir o destino do Brasil ou da Indonésia…
País % do territ. c/ floresta Floresta
original
Floresta
replantada
Tem
APP?
Holanda 11% 0% 100% Não
R.Unido 12% 23% 77% Não
Índia 23% 85% 15% Não
Polônia 30% 05% 95% Não
EUA 33% 92% 08% Não
Japão 69% 49% 41% Não
Suécia 69% 87% 13% Não
China 22% 63% 37% Não
França 29% 90% 10% Não
Alemanha 32% 52% 48% Não
Indonésia 52% 96% 04% Não
Vejam que espetáculo! Na Holanda, não sobrou da mata original um miserável graveto. Dos 11% do território do que seriam a cobertura vegetal nativa, 100% são florestas replantadas! Eles haviam acabado com literalmente tudo. O Reino Unido, que também gosta de dar conselhos, é muito eloqüente: apenas 23% dos 12% com cobertura florestal são mata original; todo o resto (77%) é floresta plantada. Mas atenção! Nada menos de 64% desses 77% são compostos de espécies introduzidas, que não são nativas da região.

Não se deixem impressionar pela grande cobertura vegetal de Suécia e Japão. São áreas impróprias para a agricultura, pecuária ou qualquer outra atividade. A geografia e o clima não permitem outra coisa.
Da pilantragem à canalhice intelectual
Falei de pilantragem intelectual. Mas ela pode subir alguns graus e virar canalhice. Ora, áreas de exploração de madeira, no Brasil, não são consideradas cobertura florestal. Se fossem, então o país teria menos de 27,7% de seu território economicamente explorado! Os proprietários brasileiros são obrigados a manter áreas de preservação dentro de suas propriedades, ONDE NENHUMA ATIVIDADE É PERMITIDA. Na hora, no entanto, de apontar a cobertura florestal daqueles 11 países, usaram um critério diferente. Leiam o que segue; vejam se os proprietários brasileiros não gostariam de uma legislação assim (segue trecho em vermelho do documento):

“Embora existam poucas possibilidades para a conversão de florestas em áreas privadas nos países analisados, seus donos têm o direito de administrar áreas florestais para a extração de madeira ou de outros produtos florestais não-madeireiros. Em alguns países, os proprietários são obrigados inclusive a se envolver no manejo ativo da floresta, definindo um plano para sua gestão e realizando regularmente sua manutenção e a colheita de produtos florestais. O tipo de exploração permitida varia entre os países, dependendo da ecologia das suas respectivas florestas. A derrubada de árvores é mais frequentemente usada em florestas boreais. O corte em grupo ou o seletivo são mais comuns em florestas temperadas e tropicais. A regeneração das áreas manejadas também varia entre a regeneração natural e o replantio.”

Conservação financiada
Em todos os países analisados – até mesmo na pobre Indonésia -, há incentivo em dinheiro para quem mantém a cobertura vegetal de sua propriedade. O Brasil começa a debater esse assunto com o código de Aldo Rebelo. Por aqui, essas mesmas ONGs que elogiam esse expediente querem é punir os proprietários com multas ou, na prática, promover uma verdadeira expropriação, proibindo a continuidade de culturas centenárias em áreas que passaram a ser consideradas de preservação permanente.

Para eles, elogios; para o Brasil, críticas. Ou: estômago forte
É preciso ter estômago forte para ler determinadas coisas. As ONGs tratam o Brasil, com 61% do território intocado ou quase (seria mais do que isso caso se empregassem os critérios com os quais se analisa a Europa), como um desmatador compulsivo. E vejam para quem sobram elogios:
“Outros países analisados tais como França, Alemanha e Japão foram muito mais bem-sucedidos na manutenção de suas coberturas florestais, indicando que eles passaram pela fase de estabilização da transição florestal com uma proporção muito maior de florestas. Isto é, esses países sempre mantiveram grande proporção de seus territórios com cobertura florestal. Esses países têm, normalmente, uma cobertura florestal total superior, equivalente a um a dois terços da área de floresta original, e também uma maior proporção de florestas naturais ou seminaturais.”
Mas vejam o que eles mesmos dizem sobre a elogiada França:
“Os principais regulamentos que regem a silvicultura na França são o Código Florestal (1979) e a Lei de Orientação Florestal (2001). Ambos os regulamentos afirmam que “ninguém tem o direito de converter suas florestas sem primeiramente obter uma autorização administrativa”26. Proprietários florestais necessitam fazer um estudo de impacto ambiental (EIA) quando buscam permissão para converter as florestas, especialmente se a área for maior a 25 hectares. Caso a área tenha menos do que 25 hectares é exigido um estudo de impacto ambiental menosrigoroso. Florestas públicas ou florestas privadas não podem ser convertidas sem uma autorização administrativa rigorosa e especial e todos os proprietários de florestas com áreas maiores de 25 hectares necessitam apresentar um plano de manejo, o que inclui um sistema de corte e replantio. Esses planos precisam promover reflorestamento, planejamento e conservação das áreas. Proprietários florestais com uma área de pelo menos 4 hectares são obrigados a reflorestar dentro de um período de 5 anos após o corte raso ou quando não há possibilidade de regeneração natural adequada.”
Ou por outra: proprietários de até quatro hectares não têm obrigação nenhuma; os de 4,1 a 25 hectares têm condições muito brandas, e só acima de 25 hectares ficam submetidos a uma controle mais rígido. Mas atenção; É CONTROLE RÍGIDO PARA PODER MEXER NA FLORESTA, NÃO PARA TORNÁ-LA UM SANTUÁRIO! Essas áreas manejáveis, de onde se extrai madeira, é considerada “floresta” na França…

Outro momento muito ilustrativo do texto admite, de modo quase vexado:
“Alguns países incluídos no estudo como Reino Unido, Holanda e China já tinham perdido uma proporção muito elevada de suas florestas no início do século XX. Como resultado, todos eles embarcaram em amplos programas de reflorestamento. Até agora têm obtido algum grau de sucesso, especialmente a China, mas a área total de cobertura florestal continua a ser limitada e a proporção de florestas naturais ainda é pequena.”

Ó, não me diga! Ninguém torra a paciência da China porque não se mexe com quem dá as cartas. E o país ignoraria mesmo, como ignora, qualquer pressão. Quanto à Holanda e ao Reino Unido, dizer o quê? Não é fabuloso que se pregue REFLORESTAMENTO em um país que tem dois terços de seu território desocupados e que não se faça o mesmo naqueles que têm, respectivamente, 89% e 88% de ocupação?
O Greenpeace encomendou um estudo, como eles mesmos deixaram claro, para provar uma tese e conseguiram provar o contrário: a legislação ambiental brasileira é uma jabuticaba que não seria aceita em nenhum país do mundo. O Brasil, mesmo com o código de Aldo Rebelo, segue sendo a ÚNICA REGIÃO do Globo que comporta áreas em que é proibido produzir. Coisa igual só em Chernobil.
Por Reinaldo Azevedo
Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/tio-rei-pega-no-pulo-o-greenpeace-e-desmonta-uma-farsa-com-dados-que-eles-proprios-levantaram-ou-brasil-sera-a-unica-regiao-do-planeta-alem-de-chernobil-em-que-se-vai-proibir-qualquer-atividade-ec/
******

terça-feira, 19 de junho de 2012

0241 - Líder Explica Porque Abandonou o Greenpeace

DOUTOR PATRICK MOORE

O Dr. Patrick Moore foi um dos co-fundadores do Greenpeace. Ele partiu para as Ilhas Aleutas na missão inaugural do grupo em 1971 visando protestar contra os testes nucleares norte-americanos.Ele liderou o Greenpeace durante 15 anos até que saiu abruptamente. Tornou-se, então, defensor de algumas das causas mais detestadas pelo ambientalismo. Por isso é menosprezado e tido como um “renegado”.
O que houve com Moore? Entrevistado no filme “A grande farsa do aquecimento global” , ele explicou que sua bandeira foi sequestrada por militantes da esquerda. E explicou : “A adoção do tema do clima foi uma decisão maior e aconteceu por duas causas diversas.
“A única forma de eles continuarem contra o establishment ocidental era adotar posições ainda mais extremadas."

Moore: "Eles traziam o neo-marxismo
e aprendiam a linguagem verde de maneira muito astuta"

“Por exemplo, eu deixei Greenpeace no meio de uma campanha que visava proibir o cloro. E eu lhes dizia: ‘mas, rapazes, trata-se de um elemento que está na tabela periódica dos elementos, vocês sabem que eu acho que não está no nosso poder proibir draconianamente um elemento químico".
“A outra razão do aparecimento do ecologismo extremo foi que o comunismo mundial havia fracassado. O Muro caia e um mundo de pacifistas e de ativistas políticos se reciclava no movimento ambientalista."
“Eles traziam consigo o neo-marxismo e aprendiam a linguagem verde de uma maneira muito astuta para promover um programa que tinha mais a ver com a anti-globalizaçao e o anti-capitalismo que com a ecologia ou a ciência”.
Posteriormente, entrevistado pela revista
Newsweek” ele acresentou novos dados. Eis alguns excertos:
Moore denúncia ideologia neo-marxista
ausência de ciência
e sensacionalismo propagandístico no Greenpeace

“Nós estávamos tão focados no aspecto destrutivo da guerra nuclear que cometemos o erro de assimilar energia nuclear com armas nucleares, como se todas as coisas nucleares fossem más."“De fato hoje, o Greenpeace ainda usa a palavra ‘mal’ para descrever a energia nuclear. Eu acho que é um erro tão grande como você amalgamar medicina nuclear com armas nucleares."
“A medicina nuclear usa isótopos radioativos para tratar com sucesso milhões de pessoas todos os anos, e esses isótopos são produzidos em reatores nucleares."
“Eu deixei Greenpeace porque meus colegas diretores, nenhum dos quais tinha qualquer formação científica, lidavam com questões sobre produtos químicos, biologia e genética, sem terem formação alguma."
Desmatar é necessário, disse Moore à TV de Vancouver.
O Greenpeace age sem ciência e contra o bom senso.
Foto: ativistas contra o Código Florestal

“Eles usavam da organização para um ‘ambientalismo pop’ com base no sensacionalismo, a desinformação, a tática do medo, etc, para tratar com as pessoas numa base emocional, em lugar de apelar para o arrrazoado intelectual. A continuação o ex-lider de Greenpeace mostrou distorções e falsidades espalhadas pelo ambientalismo a respeito de certas energias “alternativas” : “Além de energia hidrelétrica, a tecnologia nuclear é a única de que dispomos, além dos combustíveis fósseis, que como fonte de energia continua em larga escala."“Você pode confiar nelas 24 horas por dia, sete dias por semana."
“A energia eólica e a solar são intermitentes e, portanto, não são confiáveis. Como você pode fazer funcionar hospitais, fábricas, escolas e até mesmo uma casa quando o fornecimento de eletricidade desaparece três ou quatro vezes por dia?"
Energia Solar é absurdamente cara,
instável e não confiável.

“O vento pode ter um papel menor para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, porque você pode renunciar aos combustíveis fósseis mas só quando o vento está soprando."
“Substituir os combustíveis fósseis com energia solar é completamente ridículo."
“Os subsídios governamentais à energia eólica e solar por toda parte são maciços. A França tira 80% de sua eletricidade das usisnas nucleares e não tem altos custos de energia. A Suécia, produz 50% de sua energia nas centrais nucleares e tem custos de energia muito razoáveis."
“O custo de produção de electricidade das 104 usinas nucleares em operação nos Estados Unidos é de 1,68 centavos de dólar por kilowatt-hora, não incluindo os custos de capital."
Em recente livro, Moore explica
porque deixou o Greenpeace

“O custo da energia nuclear é muito baixo e competitivo."
“A electricidade produzida em centrais a gás custa três vezes mais do que a nuclear, pelo menos."
“O custo da electricidade tirada de eólicas aumenta cinco vezes mais, e a gerada pelas centrais solares é 10 vezes mais”.
E refutando o medo irracional de que as usinas nucleares possam multiplicar os arsenais atômicos e gerar um holocausto planetário, disse:
“Você não precisa de um reator nuclear para fazer uma arma nuclear. Com tecnologia de centrifugação é muito mais fácil, mais rápido e mais barato fazer uma arma nuclear.
“Você nunca vai mudar o fato de que existem pessoas más no mundo."
Energia Nuclear é barata, segura, confiável, estável, diz o Dr. Moore
“A maioria das mortes em combate nos últimos 20 anos não foi causada por armas nucleares, bombas, fuzis, minas terrestres ou qualquer outra arma, mas pelo facão."
“Entretanto, o facão é a ferramenta mais importante para os agricultores no mundo em desenvolvimento. Centenas de milhões de pessoas o usam para limpar suas terras, cortar a lenha e fazer a colheita. Proibir o facão não é uma opção”.


Esta vai doer!
Agora que estão avisados vamos lá então iniciar esta viagem pelo submundo…
“Dados dos “curtidores” referente a 12JUN2012″
“Por medo e como auto-defesa não precisará mais agredir os outros e a natureza. Não obstante as contradições da condition humaine, sempre demente e sapiente, poderá viver singelamente feliz em comunhão com todos os seres, como irmãos e irmãs, em casa, ancestral sonho dos povos e de São Francisco de Assis. Só então começará o ansiado novo milênio com um outro tipo de história, de paz perene com a Mãe Terra.” fonte (meu realce)
Facebook…
Há uns tempos atrás, aquando da construção do Data Center em Prinville escrevi esta mensagem
Claro que com a notícia de o Facebook ir construir um Data Center num estado em que a produção de energia é maioritariamente de origem fóssil, foi logo óptima desculpa para a Greenpeace iniciar a propaganda verde, a qual conseguiu logo cativar uma série de dementes
Bem… A pressão exercida sobre a Facebook foi de tal ordem que eles até decidiram construir outro Data Center, noutro estado igualmente amigo do fóssil…
Claro que para efeitos de Publicidade lá tiverem eles que colocar uns painéis solares,

“O verdadeiro faz de conta… que somos ECO”

LEIA NA ÍNTEGRA AQUI
******

Gostou? Compartilhe esta publicação nas redes sociais

Um comentário:

  1. outra principal causa de desmatamento é pecuária, greenpeace não faz nada ,só churrascos.... http://sejavegano.com.br http://veganos.org.br

    ResponderExcluir