*A ligação entre o declínio da qualidade da educação mundial e a Agenda de 2030 da ONU* - Por Ileana Johnson, Epoch Times (16.07.2018)

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Educação globalista a caminho ...

“Em nenhum lugar do documento há uma menção de ensinar aos alunos a história e cultura de seus próprios países, além de ciência e matemática.”


Segundo o site, ele está assegurando “até 2030… que todos os alunos adquiram o conhecimento e as habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável, incluindo, entre outros, através da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção da cultura de ‘a paz e a não-violência’, a cidadania global e a valorização da diversidade cultural e a contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável”. Recomenda-se que as bolsas de estudo para os países em desenvolvimento sejam aumentadas.

O currículo de Pearson [a maior empresa de educação do mundo], com seus livros-texto do Common Core, que têm sido amplamente adotados nos Estados Unidos, está focado na cidadania global, doutrinação no Islã e no coletivismo, e qualquer tipo de literatura oposta aos clássicos. A nova matemática do Common Core está simplificando as conquistas e a capacidade dos alunos de competir em uma configuração STEM – um conceito multidisciplinar que une Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática em um modelo de ensino integrado.

Alex Newman descreveu a Agenda 2030 da ONU com seus 17 objetivos de desenvolvimento sustentável como uma receita para o “socialismo global e o corporativismo / fascismo” imposto ao mundo pelas Nações Unidas.

Organizações não-governamentais patrocinadas por um determinado bilionário ajudaram a escrever os currículos e os livros didáticos para escolas públicas depois da queda do comunismo em 1989 na Europa Oriental.

Qual é o caminho mais direto para transformar e “harmonizar” fundamentalmente o mundo? Educação globalista. Para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável # 4, a ONU agora está organizando seminários on-line para professores que, em seguida, levarão a doutrinação do Desenvolvimento Sustentável que receberam de volta para suas salas de aula.


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LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA:



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Secretário de Estado do Vaticano na reunião secreta do Clube Bilderberg de 2018

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Na lista de convidados para o 66º encontro dos globalistas do Clube Bilderberg, que se realiza entre os dias 7 e 10 de junho em Turim, na Itália, consta o nome do “número dois” da hierarquia do Vaticano, nomeadamente, o cardeal D. Pietro Parolin, atual Secretário de Estado da Santa Sé.

Excerto da lista de participantes do 66º encontro do grupo Bilderberg em Turim; in Bilderberg Meetings, 07/06/2018.

Ainda ontem o Santo Padre nos assegurava que na Igreja “não existem patrões”, mas a quem obedecem então aqueles que, a todo custo, tentam substituir a Moral Cristã pelos ditames da Nova Ordem Mundial? O que tem a Santa Igreja de Cristo a ver com estas reuniões secretas do Clube Bilderberg e com os objetivos dos grandes senhores deste mundo?


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VEJA TAMBÉM:

O reino de satanás se manifestou e desceu à Terra!

“Quando o Cardeal Parolin decidiu ir à reunião secreta do Bilderberg realizada em Turim, e Bergoglio não o impediu com sua autoridade, na verdade também o abençoou, isso significa que Bergoglio é tecnicamente contra Cristo.”


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Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, confirma presença em reunião do Clube Bilderberg


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A Santa Sé no Clube Bilderberg?



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As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

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As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (1)

Lew Rockwell
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State, escreveu relevante matéria sobre a substância do movimento ambientalista.

No momento em que as grandes tubas da publicidade, mais ou menos eivadas de esquerdismo, rememoram até com saudades a explosão anárquica de Maio de 68, ou da Sorbonne, em Paris, o artigo volta à tona.

Com efeito o anarquismo extremista dos revolucionários de 68 permeou profundamente o movimento anarco-ecologista, e esse se comunicou aos estudantes revolucionários sorbonnianos.

Esse movimento comemora seu 50º aniversário no mesmo ano que o socialismo e o comunismo comemoram o segundo centenário do nascimento de Karl Marx.

Como duas cobras enroscadas ambos movimentos chegam até o presente visando subverter a ordem da sociedade e da civilização.

Para compreender o movimento anarco-tribalista vermelho-verde que se abate contra a sociedade, conserva plena atualidade o referido artigo de Rockwell publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. 
A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

A extensão desse trabalho dificultou a publicação no nosso blog, mas pela sua importância decidimos publicá-lo em posts sucessivos.




As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Por Lew Rockwell

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

O novo socialismo




Em todo o mundo, os marxistas estão se juntando ao movimento ambientalista. Algo que não é nada surpreendente, diga-se de passagem: o ambientalismo também é uma utopia coerciva - uma tão impossível de ser atingida quanto o socialismo e tão destrutiva quanto, em seu processo de implementação.